Um resumo dos principais acontecimentos do mercado financeiro e o que tivemos de alterações nas carteiras no mês;
A performance das carteiras em Fevereiro de 2025
Escrito por Rodrigo Xavier em OUTROS
Neste relatório, você encontrará:
Os retornos totais e por classe de ativo das carteiras de Valorização e de Renda em fevereiro de 2025, com uma explicação dos Ativos e Fundos que tiveram maior relevância nos resultados totais;
Uma explicação sobre conceitos de cálculo utilizados e o histórico dos nossos resultados.
O que rolou nos mercados:
O resultado das nossas carteiras
Tivemos um mês de fevereiro de retornos comedidos nas carteiras de Valorização, com as de Ativos rendendo em média +0,62%, e as de fundos +0,39%. Já a carteira de Renda, que vinha sofrendo um pouco mais nos últimos meses, subiu 1,31%.
Os destaques foram os Fundos Imobiliários e de Infraestrutura, os quais, por terem maior peso na alocação da carteira de Renda, fizeram ela se destacar no período.
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
O que nos chamou atenção neste mês
Os maiores promotores de resultado das carteiras foram os Fundos Imobiliários e de Infraestrutura listados. Por conta de um período de maior instabilidade no mercado, essas classes, que são muito concentradas em pessoas físicas, vinham sofrendo acima do que deviam nos últimos meses, por conta de fortes pressões vendedoras em Bolsa dos Ativos.
Visto uma mínima percepção de melhora na curva de juros, e devido ao fato de os ativos já estarem bastante descontados, foi visto um movimento de recuperação natural, uma vez que os fundamentos dos fundos recomendados não sofreram mudanças significativas neste período.
Já pelo lado negativo, chamaram a atenção os criptoativos, onde foi possível observar quedas mais expressivas, com o Bitcoin caindo 16,6% e as carteiras ainda mais - devido ao fato das altcoins estarem sofrendo bastante. Isso não nos incomoda, pois a classe é bastante volátil e correções como essas fazem parte do processo.
Como sempre dizemos, os mercados são cíclicos, apesar de os criptoativos terem sido os maiores detratores do mês, ainda são a classe com os maiores retornos da nossa carteira desde o início.
Um rápido giro pelo mercado local e global:
O mercado financeiro global segue preocupado com a incerteza deixada pela forma de governar do presidente americano, Donald Trump. A política tarifária continua gerando debates; embora à primeira vista pareceu positiva para os próprios EUA, o temor de inflação, decorrente dessas medidas, prejudicou as Bolsas Americanas, que recuaram, mesmo em meio a uma boa temporada de resultados no País.
No Brasil, o cenário também foi de queda; o IBOVESPA registrou uma queda de 2,64%. Além da influência americana - que sempre nos afeta -, também fomos impactados pela preocupação do mercado com as possíveis medidas do presidente Lula, em relação ao equilíbrio das contas públicas - uma vez que a perda de popularidade do presidente nas pesquisas recentes, possa condicioná-lo a aumentar os gastos públicos para recuperá-la.
A Europa sobe impulsionada pelo otimismo com um possível fim do conflito entre Rússia e Ucrânia (que ainda apresenta uma grande incerteza que foi intensificada no início de março), além do ciclo de corte de juros em curso no continente.
Já a economia chinesa, foi muito bem; observado pelo ótimo desempenho do índice Hang Seng (bolsa chinesa aberta a estrangeiros), de + 13,4%, e pelo fortalecimento da relação do governo com o empresariado por lá, que deve garantir mais estímulos à economia, em meio ao ânimo adicional deixado pelo possível ganho de produtividade advindo da Deepseek.
As alterações nas carteiras em fevereiro
No mês de fevereiro de 2025, não tivemos alteração nas carteiras.
Retorno em fevereiro: Carteiras de Valorização por ativos
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro
** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% IFIX, 15% IBOVESPA, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin
As explicações abaixo têm o intuito de ajudá-lo a compreender quais ativos mais contribuíram ou prejudicaram nosso resultado, por classe de ativos. Vamos lá?
Renda Fixa Pós (execução por ativos): Sem surpresas na classe, as carteiras com patrimônio de até R$ 30 mil entregaram 0,99%, enquanto as acima desse valor registraram 1,02%; no mesmo período, o CDI foi 0,99%.
Para as carteiras menores, a alocação é integralmente no Tesouro Selic. Já nas maiores, mantemos 10% em CDB, do Daycoval ou do BTG, e 5%, no Tesouro Selic.
Renda Fixa Dinâmica (execução por ativos): A classe obteve o melhor retorno do mês, com as carteiras entregando, em média, +2,84%, enquanto seu referencial, o IMA-B, rendeu apenas 0,50%.
Os destaques foram os Fundos de Infraestrutura, com rentabilidades de +8,45%, no JURO11, e +4,84%, no KDIF11. Esse movimento reflete a recuperação das cotas de mercado, que estavam descontadas na tela devido à insegurança dos investidores nos últimos meses.
Os demais ativos recomendados apresentaram desempenhos mais próximos ao referencial.
Fundos Imobiliários (execução por ativos e fundos): Enfim, um respiro para os Fundos Imobiliários. Nossas carteiras tiveram um retorno médio de +3,77%, superando o IFIX, que avançou +3,34%.
Dos 12 fundos recomendados, sete superaram o referencial, com destaque para VILG11 (+8,80%), PVBI11 (+8,60%) e LVBI11 (+7,17%). Pelo lado negativo, tivemos dois fundos que registraram desempenhos negativos: XPML11 (-1,39%) e RBVA11 (-1,24%).
Reiteramos que o cenário econômico e político ainda é instável, mas continuamos com uma avaliação construtiva para FIIs, sobretudo quando consideramos a qualidade das carteiras em relação aos preços praticados. Este mercado é amplamente composto por investidores pessoa física, então, distorções de preço e quedas nas cotas podem ser comuns no curto prazo. É importante entender este contexto e seguir firme com a estratégia.
Ações (execução por ativos): Na contramão dos FIIs, as ações fecharam o mês no vermelho, com desempenho médio de -1,59%, ainda assim acima do IBOVESPA, que caiu 2,64%.
Das sete ações recomendadas, quatro superaram o referencial, enquanto três ficaram abaixo. Os destaques positivos foram: Sanepar (+6,28%) e SLC (+3,92%), ambas presentes apenas nas carteiras de R$ 50 mil ou mais. A C&A também encerrou o mês em alta com +0,82%, contribuindo para o desempenho das carteiras menores, já que está presente em todas acima de R$ 10 mil.
No lado negativo, Fleury (-6,33%), Bradesco (-6,88%) e Lojas Quero-Quero (-6,90%) tiveram desempenhos abaixo do benchmark.
Fundos Multimercados (execução por ativos e fundos): O mês fechou com retorno médio das carteiras em +0,02%, enquanto o IHFA subiu 0,11%.
As carteiras menores superaram ligeiramente o referencial, impulsionadas pelos fundos Absolute Vertex (+0,25%) e Ace Capital (+0,20%), que possuem maior peso nessas faixas. Já a carteira acima de R$ 1 milhão também ficou acima do benchmark, beneficiada pelo desempenho do SPX Nimitz, que subiu 0,97% e atualmente representa pouco mais de 40% da alocação em multimercados nessa faixa patrimonial.
Por outro lado, as carteiras de patrimônio intermediário tiveram desempenho pouco negativo, impactadas pelas quedas do Giant Zarathustra (-1,41%) e do Kinea Atlas (-1,05%).
Internacional (execução por ativos e fundos): Nossas carteiras fecharam o mês com média de +1,64%, superando o benchmark, composto por ETFs locais da carteira, que avançou +1,28%.
O destaque do mês foi o ALUG11 (ETF de Reits americanos de alta qualidade), que subiu +4,27%. Por não integrar o benchmark da classe, seu desempenho contribuiu para a superação do referencial.
Outro ativo com bom desempenho foi o USDB11, que representa o mercado de dívida de alta qualidade nos EUA, que avançou +3,03%. No entanto, diferentemente do ALUG11, ele já compõe o benchmark.
O único ativo que encerrou o mês em queda foi o fundo Morgan Stanley Global Brands, com recuo de 0,23%. Ele integra a carteira de R$ 1 milhão ou mais. Os demais ativos recomendados tiveram desempenhos mais alinhados ao dólar comercial, que subiu 1,11%.
Alternativos (execução por ativos e fundos): A classe que, até agora, apresentou o melhor retorno absoluto, desde o início das carteiras de Valorização, enfrentou um mês desafiador, com queda média de 23,9%. No mesmo período, o Bitcoin recuou 16,6%.
Todas as nossas recomendações tiveram desempenho inferior ao Bitcoin: Chainlink (-40,9%), Ondo (-33,2%), Ethereum (-31,9%) e Pendle (-22,6%).
Apesar do momento desafiador, seguimos tranquilos, pois a volatilidade é inerente a essa classe de ativos. Assim como grandes quedas ocorrem, também há potencial para recuperações expressivas; tomar decisões precipitadas agora poderia ser um grande erro.
Retorno em fevereiro: Carteiras de Valorização por fundos
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro
** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% IFIX, 15% IBOVESPA, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin
Como você já deve saber, as classes de FIIs, Fundos Multimercados, Internacionais e Alternativos são idênticas na execução por ativos e fundos; portanto, os pontos destacados no tópico anterior sobre essas classes valem para cá também. Abaixo, vamos aos detalhes das classes Renda Fixa Pós, Renda Fixa Dinâmica e Ações.
Renda Fixa Pós (execução por fundos): As nossas carteiras fecharam o mês com um desempenho médio de 1,29%, acima dos 0,99% do CDI.
Exceto pela carteira com menos de R$ 10 mil, cuja recomendação é investir em um fundo DI taxa zero que tende a acompanhar o CDI, os outros quatro fundos recomendados registraram ganhos entre 1,15% e 1,47%.
Dentre os destaques do mês, estão justamente os fundos da Capitânia, que vinham enfrentando dificuldades recentemente. O Capitânia Premium avançou 1,47%, enquanto o Capitânia Radar subiu 1,36%. Esses fundos possuem parte da alocação em FIIs e, por isso, se beneficiaram da valorização do setor imobiliário ao longo do mês.
Renda Fixa Dinâmica (execução por fundos): Assim como observado na performance por ativos, os fundos também fecharam o mês com uma boa rentabilidade, registrando uma média de +2,43% nas diferentes faixas de patrimônio, acima dos 0,50% do IMA-B.
Os destaques ficaram por conta dos fundos de infraestrutura listados, com o KDIF11 avançando +4,84% e o IFRA11 subindo +1,25%. Vale notar que as carteiras menores tiveram um desempenho superior, reflexo do maior peso do KDIF11 nessas alocações.
Já os outros dois fundos da classe apresentaram um desempenho próximo ao do referencial.
Ações (execução por fundos): Na média das carteiras por faixa de patrimônio, fechamos o mês empatados com o IBOVESPA, ambos com queda de 2,64%.
Dos oito fundos recomendados, cinco superaram o benchmark, enquanto três ficaram abaixo, mas sem grandes discrepâncias, com retornos variando entre -0,17% e -3,21%.
Os fundos long based que melhor se protegeram foram o SPX Falcon (-0,17%) e o Oceana (-1,66%), presentes apenas nas carteiras de maior patrimônio. Já o pior desempenho ficou com o Brasil Capital, que recuou 3,21% e tem maior peso nas carteiras menores.
Retorno em fevereiro: Carteira de Renda
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
* Acompanha ajustes na alocação base e a última posição é de 30% IMA-B, 40% IFIX, 30% IBOVESPA
Renda Fixa Corporativa: O mês foi ótimo para a Renda Fixa Corporativa, que avançou 4,87%, enquanto o IMA-B subiu 0,50%.
Atualmente, a carteira conta com três fundos de infraestrutura, todos com o mesmo peso. O fundo que mais se destacou foi o JURO11, que apresentou um retorno de +8,45%; na sequência, temos o KDIF11 com +4,84% e, por fim, o IFRA11, subindo +1,25%.
Título Público: Os títulos públicos, por sua vez, fecharam o mês no negativo, com queda de -0,21%, ficando abaixo do IMA-B, que subiu +0,50%.
Diante da grande volatilidade observada na curva de juros futuros do Brasil, os quatro títulos públicos recomendados apresentaram retornos variando entre -1,57% e +0,79%.
O melhor desempenho foi registrado pelo Tesouro IPCA 2055, enquanto o pior desempenho ficou com o Tesouro Prefixado 2035, ambos pagam juros semestrais.
Fundos Imobiliários: O setor de FIIs teve um mês construtivo e, com isso, nossas carteiras apresentaram um desempenho de +4,15%, enquanto o IFIX registrou um retorno positivo de 3,34%.
Dos 17 fundos recomendados na carteira, 11 superaram o referencial. Os destaques foram os mesmos das carteiras de Valorização, com o VILG11 rendendo +8,8%, o PVBI11 +8,6% e o LVBI11 +7,2%. Além deles, exclusivamente na carteira de Renda, emos o KNSC11 como destaque, com um retorno de +7%.
Por outro lado, os fundos que apresentaram desempenho negativo foram o XMPL11 (-1,39%) e o RBVA11 (-1,24%).
Ações: As ações, por sua vez, não tiveram um bom desempenho, com a carteira caindo 3,41%, enquanto o IBOVESPA cedeu 2,64%.
Embora sete das dez ações recomendadas tenham superado o referencial, ficamos abaixo dele devido às quedas intensas de Kepler e Klabin, que recuaram 24,1% e 11,9%, respectivamente.
Considerando o conceito de performance atribuída à carteira de Ações, essas quedas das duas empresas representaram uma redução de 3,95% no retorno total da classe. Ou seja, se não fossem essas perdas, teríamos encerrado o mês “no azul”.
Pelo lado positivo, destacamos as ações da Tegma (+7%), da Sanepar (+6,3%) e da SLC (+3,9%).
O Dividend Yield da Carteira de Renda
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
Em fevereiro, o nosso DY em 12 meses marcou 10,02%, pouco abaixo do mês passado, quando fechamos em 10,24%. Essa diminuição ocorreu porque o DY de fevereiro de 2024, que foi de 1,05%, saiu da média móvel, sendo substituído pelo DY de fevereiro de 2025, que registrou 0,83%.
Quando comparamos com o mês anterior, o DY aumentou de 0,71% para 0,83%.
Esse crescimento se explica por conta dos títulos públicos, especialmente pelo pagamento do juro semestral do Tesouro IPCA 2040. Embora no mês passado tenhamos recebido o juro semestral do Tesouro Prefixado 2035, o Tesouro IPCA 2040 tem um peso maior na alocação, o que gerou um impacto de subida na comparação, aumentando o DY em 0,13% na base comparativa.
Os Fundos Imobiliários e de Infraestrutura, embora com algumas alterações pontuais no valor distribuído, não causaram um efeito relevante no total, reduzindo apenas 0,01%. Essa diminuição está mais relacionada à valorização das cotas - que, do ponto de vista matemático, reduz o DY -, do que a uma redução na distribuição dos dividendos.
Por fim, nas ações, tanto neste mês quanto no mês anterior, a única empresa a distribuir juros sobre capital próprio foi o Bradesco, com valores baixos em ambos os meses, o que não gerou uma diferença significativa ao comparar janeiro e fevereiro.
Orientações sobre como calculamos nossas carteiras (sempre presente no relatório)
Neste tópico, explicamos de maneira sucinta alguns conceitos importantes para o entendimento do relatório. Não será nada muito complexo, mas ainda assim é importante que você esteja atento.
Como é calculado o retorno das nossas carteiras
Ao construirmos a metodologia de cálculo das carteiras, decidimos ir pelo caminho mais usual, utilizado para calcular carteiras “teóricas”: a suposição de um rebalanceamento diário, que mantém fixos os percentuais indicados para cada ativo todos os dias.
Vale observar que, assim como os principais indicadores do mercado financeiro, a exemplo do IBOVESPA, do IFIX e de outros, nossas carteiras também partem da premissa de que os dividendos recebidos são reinvestidos na carteira, de modo a absorver todo o ganho potencial dos investimentos.
Interpretando o retorno por classe
Quando nos referimos ao retorno por classe, estamos pressupondo a existência de uma carteira composta exclusivamente por ativos pertencentes a essa classe. O objetivo é comparar se nossos analistas estão superando ou não o principal benchmark, devido às escolhas de ativos feitas.
Por exemplo, se um ativo representa 1,5% da alocação total da carteira, mas sua classe de ativos corresponde apenas a 15% da alocação estrutural, então, no contexto do retorno por classe, ele terá uma participação de 10% na carteira dessa classe (equivalente a 1,5%, dividido por 15%).
Falando um pouco sobre o conceito de volatilidade
A volatilidade é um indicador estatístico, que serve para medir a frequência e a intensidade com que o preço de um ativo pode oscilar (o mesmo se aplica aos Fundos ou carteiras de Investimentos).
No mercado, é comum analisar essa métrica em termos anuais, ou seja, explicando de maneira muito objetiva e sem grandes preocupações com a parte técnica. É como se identificássemos quanto nossa carteira poderia oscilar em um ano (para cima ou para baixo), de acordo com a média de suas variações de retorno diárias em um determinado período.
Máximo Drawdown
O máximo drawdown é a maior perda que um investimento sofreu, do seu ponto mais alto até o mais baixo, antes de se recuperar. É uma medida de risco, mostrando o quanto o investimento pode cair em determinado período.
Por exemplo, se você investiu R$ 1.000 e o valor chegou a R$ 1.500 antes de cair para R$ 750 e subir novamente, o máximo drawdown seria de R$ 750 (R$ 1.500 - R$ 750) - ou máximo drawdown de 50% -, resultado do retorno calculado de R$ 750 / R$ 1.500 - 1.
Então, quanto maior o máximo drawdown, mais volátil e arriscado é o investimento.
Sobre o Dividend Yield (DY)
É um indicador que avalia, em termos percentuais, o quanto um investimento obteve de retorno oriundo dos dividendos distribuídos em determinado período.
O cálculo consiste em dividir os dividendos pagos no período avaliado pela cotação de fechamento do ativo.
É importante mencionar que o DY auferido no passado não garante que o mesmo se manterá no futuro.
Histórico dos resultados
Segue abaixo um arquivo Excel com o histórico dos resultados das carteiras de Valorização e Renda.
DOWNLOAD DO ARQUIVO
Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Valorização
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | * início em 7/11/22
Volatilidade de 252 dias úteis da Carteira de Renda
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | * início em 26/10/2020
Máximo drawdown das Carteiras de Valorização
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | * início em 7/11/22
Máximo drawdown da Carteira de Renda
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | * início em 26/10/2020
Ficamos por aqui
Como já sabemos, o mercado é cíclico! Por vezes, um ativo está caindo, mas, em seguida, pode se tornar destaque positivo de uma carteira. Um exemplo disso pôde ser visto no desempenho elevado dos FIIs e Fundos de infraestrutura, os quais vinham sofrendo recentemente, mas se destacaram bastante em fevereiro.
Esta é uma janela curta para analisar, isso é uma verdade; mas a mensagem que quero passar aqui é que, no longo prazo, uma carteira com alocação bem estruturada e com ativos de qualidade, tende a render acima da média do mercado. Precisamos estar tranquilos durante a jornada, uma vez que é essa “tranquilidade” que nos fará alcançar bons retornos e crescimento patrimonial.
Se tiver dúvidas relacionadas aos nossos resultados ou qualquer outro tipo de questão, compartilhe conosco nas lives e na comunidade, dentro do aplicativo Circle.
Um grande abraço e bons investimentos!
Rodrigo Xavier
Sobre os analistas
Rodrigo Xavier
Analista CNPI, especialista em fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Bacharel em economia com pós-graduação em mercados financeiros, iniciou sua trajetória profissional no ano de 2006, em área de orçamento e custos na CDHU (maior agente promotor de moradia popular no Brasil). Passou 13 anos na Anbima, entidade que representa os principais bancos e gestoras de recursos, onde atuou na concepção e construção de bases de dados, elaboração de relatórios estatísticos, participação ativa em fóruns qualificados, entre outros ligados a fundos e distribuição. Desde o ano de 2021 faz parte do nosso time de análise e acredita que a educação financeira pode trazer um impacto extremamente positivo na vida das pessoas, por isso, decidiu dedicar-se ao propósito de auxiliá-las nessa jornada.