Resumo dos principais acontecimentos do mercado financeiro em janeiro e as alterações realizadas nas carteiras ao longo do mês;
A performance das carteiras em janeiro de 2026
Escrito por Rodrigo Xavier, Matheus Nascimento em OUTROS
Neste relatório, você encontrará:
Os retornos totais e por classe de ativo das Carteiras de Valorização e de Renda em janeiro, com uma explicação dos ativos e fundos que tiveram maior relevância nos resultados totais;
Uma explicação sobre os conceitos de cálculo utilizados e o histórico dos nossos resultados.
Anexos
O que rolou nos mercados
O resultado das nossas carteiras
Nossas carteiras fecharam janeiro no campo positivo e acima do CDI. Na carteira de valorização por ativos, o retorno médio foi de 3,17%, na execução por fundos, 1,82%. Já a carteira de renda, mais focada em Brasil, subiu 4,52%.
Em retorno nominal, as ações locais foram as principais fontes de resultado em ambas as carteiras, acompanhando a forte alta de 12,56% do Ibovespa.
Pelo lado negativo, a classe de alternativos, atualmente composta integralmente por criptoativos, nos prejudicou, refletindo a queda de 7,84% do Bitcoin em reais. Apesar do recuo, nossa exposição de apenas 3%, calibrada em função dos riscos inerentes à classe, ajudou a mitigar as perdas.
Seguem abaixo os retornos em diferentes janelas de tempo:
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
Cenário local
O Ibovespa encerrou janeiro com uma alta expressiva de 12,56%, registrando o melhor desempenho mensal desde 2020 e figurando entre as bolsas com maior valorização do mundo no período. O movimento foi amplo, com forte contribuição de grandes nomes do índice, especialmente em setores ligados a commodities, bancos e empresas mais sensíveis ao ciclo doméstico.
Esse desempenho consolidou a percepção de que o mercado vinha excessivamente descontado e entrou em um processo acelerado de reprecificação.
O pano de fundo macro ajudou. Os dados de inflação seguiram apontando desaceleração gradual, reforçando a leitura de que o pico do aperto monetário já ficou para trás.
Ainda que a Selic permaneça em patamar elevado, o mercado passou a trabalhar com maior convicção na possibilidade de cortes ao longo de 2026, sobretudo se a atividade continuar mostrando sinais de perda de tração. Esse ajuste de expectativas foi determinante para destravar múltiplos e sustentar o apetite por risco ao longo do mês.
Outro vetor relevante foi o fluxo estrangeiro. A combinação de valuation atrativo, diferencial de juros elevado e um real relativamente estável trouxe o investidor internacional de volta à bolsa brasileira. Esse fluxo ajudou a amplificar o movimento de alta e explica, em parte, a velocidade e a intensidade do rali observado em janeiro.
Cenário global
No cenário internacional, o início de 2026 foi marcado por um ambiente mais construtivo para ativos de risco, onde boa parte dos índices de renda variável fecharam no azul.
Nos Estados Unidos, vimos o S&P subir 1,37% num contexto em que o mercado seguiu monitorando de perto a trajetória da inflação e os sinais de desaceleração do mercado de trabalho, fatores centrais para o debate sobre o início do ciclo de cortes de juros pelo Federal Reserve.
Apesar de a inflação ainda se manter acima do nível ideal, a leitura predominante foi de arrefecimento gradual, o que manteve vivas as apostas em flexibilização monetária mais adiante no ano.
Ásia e Europa também seguiram na esteira do bom humor nos investimentos, com retornos de 3,18% no Euro Stoxx 600, 5,93% no Nikkei 225 do Japão e 6,85% no Hang Seng, que reflete o desempenho de empresas chinesas.
As bolsas globais tiveram momentos de volatilidade pontuais associados à divulgação de dados econômicos e ajustes nas expectativas de política monetária. Ainda assim, o tom geral foi mais positivo do que no fim de 2025, especialmente em mercados emergentes, que se beneficiaram do enfraquecimento do dólar e de um ambiente global menos adverso ao risco.
Quando olhamos para as nossas carteiras, os ativos internacionais não tiveram um desempenho tão positivo, uma vez que são dolarizados e observamos uma queda de 4,32% do dólar comercial frente ao real.
Ainda no contexto global, vimos o Bitcoin e todo o mercado cripto sofrerem bastante no mês, dando indícios de que o inverno cripto realmente chegou. Tanto que o Bitcoin em reais caiu 7,84%.
As alterações das carteiras em janeiro
Em janeiro tivemos apenas uma modificação de carteira.
Em 12/01 publicamos o relatório “Venda de Sanepar (SAPR11) e compra de Prio (PRIO3)”, com algumas mudanças percentuais nas carteiras.
Na Carteira de Valorização para investidores com patrimônio até R$ 50 mil, tratou-se apenas de uma troca de uma empresa por outra, conforme demonstrado abaixo:
Para investidores de outras faixas patrimoniais, mas ainda na Carteira de Valorização, foi recomendado, além da retirada de SAPR11 e compra de PRIO3, o ajuste nos pesos para outros ativos, como demonstrado abaixo:
Já para a Carteira de Renda, foi recomendada a retirada de SAPR11 e o seu peso percentual foi redistribuído para outros ativos já presentes no portfólio, como detalhado na tabela abaixo:
Retorno: Carteiras de Valorização por ativos em janeiro
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro
** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin
A seguir, explicamos quais ativos mais contribuíram ou prejudicaram nosso resultado, por classe de ativos. Vamos lá?
Renda Fixa Pós (execução por ativos): a classe entregou retorno de 1,19% contra 1,16% do CDI.
Por aqui não costumamos ter surpresas, atualmente recomendamos os CDBs pós-fixados do Daycoval e do BTG, os quais, na média, estão pagando 102,5% do CDI.
Renda Fixa Dinâmica (execução por ativos): nossa carteira rendeu, em média, 1,97%, superando o 1% do IMA-B.
O destaque do mês foi o fundo de infraestrutura JURO11, que entregou 2,61%, seguido pelas nossas apostas em prefixados, com os retornos de 2,11% no ETF FIXA11 e 2,08% no IDKA11.
Pelo lado negativo, vale citar o também fundo de infraestrutura KDIF11, único com desempenho negativo, registrando queda de 0,18%.
Fundos Imobiliários (execução por ativos e fundos): janeiro foi positivo para a classe, entregamos um retorno médio de 3,48%, superando o ganho de 2,27% do Ifix.
O bom desempenho se explica pelo fato de que 6 dos 12 fundos ficaram acima do referencial.
Entre os principais destaques, tivemos o BRCR11, com alta expressiva de 9,16%, seguido por CPTS11 (6,65%) e XPCI11 (4,97%), que conseguiram capturar de forma eficiente o movimento mais favorável do mercado no mês.
Do lado negativo, o único destaque foi o RBVA11, com recuo de -2,82%, destoando do movimento mais positivo da classe no período.
Ações (execução por ativos): alcançamos retorno médio de 16,23%, acima dos 12,56% do Ibovespa.
Durante o mês, realizamos a troca de Sanepar por Prio. No período em que permaneceu na carteira, Sanepar acumulou alta de +10,02%. Após a substituição, Prio entregou +19,47%, contribuindo de forma relevante para o resultado consolidado da estratégia.
Os demais desempenhos foram: BBAS3 (+15,05%), LJQQ3 (+14,48%), SLCE3 (+12,50%), WIZC3 (+11,43%) e AZZA3 (+6,28%).
Fundos Multimercados (execução por ativos e fundos): a classe fechou o mês com ganho médio de 2,51%, acima do IHFA, que subiu 2,23%.
Foi um mês positivo de forma geral. Quatro fundos conseguiram superar o índice, enquanto os demais também entregaram retorno, ainda que em ritmo um pouco menor.
O Ibiuna Hedge foi o principal destaque no período, puxando a média para cima, com retorno de 5,07% no mês, e o Kapitalo Zeta também teve uma contribuição relevante (3,25%).
Internacional (execução por ativos): encerramos o mês com -1,15%, ante -0,92% do benchmark.
O destaque nominal da classe foi novamente o ouro, com o GOLD11 avançando 7,23%. Como muitos já sabem, o benchmark da classe é composto por ativos que também integram a carteira. Por isso, a performance relativa decorre das apostas táticas que fazemos.
Sendo assim, o fundo MS Global Opportunities, uma de nossas apostas em renda variável, recuou 4,40% em reais, enquanto o WRLD11, utilizado como referencial para a parcela de renda variável global, caiu “apenas” 1,48%.
Alternativos (execução por ativos e fundos): o mês foi muito duro para os nossos criptoativos recomendados, com desempenho negativo de -10,65%, abaixo da variação do Bitcoin (BTC), que recuou -7,84%.
A queda foi relativamente disseminada entre os ativos. Além do próprio Bitcoin, que teve correção relevante, vimos movimentos mais intensos em Ethereum (-13,43%), Pendle (-11,59%), Chainlink (-16,01%) e Ondo (-17,57%). Ou seja, não foi um evento isolado, mas sim um ajuste mais amplo dentro do universo cripto, típico de momentos de maior redução de risco global.
A classe tem essa característica de ser mais volátil, então meses assim não nos preocupam. Apesar disso, os investimentos alternativos ainda são nosso melhor retorno desde o início das carteiras, com desempenho médio de 161% desde novembro de 2022.
Retorno: Carteiras de Valorização por fundos em janeiro
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro
** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin
Como você já deve saber, as classes de FIIs, Fundos Multimercados, Internacionais e Alternativos são idênticas na execução por ativos e fundos; portanto, os pontos destacados no tópico anterior sobre essas classes valem aqui também.
A seguir, trazemos os detalhes das classes Renda Fixa Pós, Renda Fixa Dinâmica e Ações.
Renda Fixa Pós (execução por fundos): a classe nos entregou retorno médio de 1,27% contra 1,16% do CDI.
Não tivemos nenhuma surpresa negativa no mês em nossas quatro recomendações, com desempenhos de 1,30% no Solis Antares, 1,29% no Valora Guardian, 1,27% no SPX Seahawk e 1,27% no Solis Antares Pioneiro.
Renda Fixa Dinâmica (execução por fundos): janeiro terminou com retorno de 1,15%, contra 1% do IMA-B.
Dentro da estratégia, metade da alocação acompanha de perto o IMA-B, o que naturalmente reduz a dispersão em relação ao índice. Já na parcela com gestão ativa, os desempenhos foram distintos ao longo do mês.
Entre os fundos de infraestrutura, o IFRA11 apresentou resultado mais forte (+2,72%), capturando o movimento favorável na curva real. O KDIF11, por sua vez, registrou leve ajuste (-0,18%), refletindo dinâmica pontual de marcação a mercado e compensando parcialmente o desempenho mais positivo do IFRA11.
Já o Trend Inflação Geral (+0,96%), que não é um FI-Infra, mas sim um fundo de renda fixa indexado ao IMA-B, naturalmente ficou próximo do índice.
Ações (execução por fundos): em média, nossas carteiras fecharam com +7,57%, enquanto o Ibovespa avançou +12,56%.
Dos oito fundos recomendados, dois superaram o referencial, com destaque para o Truxt I Long Bias (+16,20%) e o Forpus (+15,02%), que capturaram melhor o movimento mais forte da bolsa no período.
Os demais fundos também apresentaram desempenho positivo, ainda que abaixo do Ibovespa. Ibiuna Equities (+9,40%) e Real Investor (+7,24%) ficaram mais próximos da média da carteira, enquanto Dahlia Total Return (+5,72%), Brasil Capital (+5,36%), Absolute Pace (+5,17%) e Oceana Long Biased (+3,86%) tiveram ganhos mais moderados no mês.
Retorno: Carteira de Renda em janeiro
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
* Acompanha ajustes na alocação base. Última posição: 30% IMA-B, 40% Ifix, 30% Ibovespa.
Título Público: fechamos o mês com +1%, mesmo retorno do benchmark, IMA-B.
Os quatro títulos públicos recomendados apresentaram desempenho positivo no período.
O Tesouro IPCA+ 2035 foi o que teve menor variação (+0,32%), enquanto o melhor desempenho veio do Tesouro Prefixado 2035, que avançou +2,78%.
Renda Fixa Corporativa: nossa proposta fechou com 1,76%, enquanto o IMA-B rendeu 1%.
Recomendamos três fundos de infraestrutura com pesos iguais: IFRA11 (2,72%), JURO11 (2,61%) e KDIF11 (-0,18%).
Fundos Imobiliários: o nosso mês foi bom para a classe, com retorno de 3,59% frente aos 2,27% do Ifix.
Dos 17 recomendados, 9 superaram o referencial. Os principais destaques foram BTHF11 (+9,72%), BRCR11 (+9,16%) e MCRE11 (+7,62%), que lideraram os ganhos no período.
Entre os fundos que ficaram abaixo do índice, o principal detrator foi o RBVA11 (-2,82%). O LVBI11 encerrou o mês na estabilidade (0,00%), enquanto os demais apresentaram retornos positivos, variando entre +0,42% e +6,65%.
Ações: as ações da carteira tiveram retorno de 9,09%, ante 12,56% do Ibovespa.
Entre as ações recomendadas, duas superaram o referencial, com destaque para BBAS3 (+15,05%) e ABCB4 (+13,16%). Pelo lado negativo, destacamos KLBN11 (+2,13%) e BMGB4 (+2,31%).
As demais ações apresentaram retornos entre 3,21% e 12,50%.
O dividend yield da Carteira de Renda
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass
O dividend yield (DY) acumulado em 12 meses está em 10,52%, conforme apresentado no gráfico.
De dezembro para janeiro, o DY recuou 0,78 p.p., principalmente porque janeiro foi um mês mais fraco em distribuição de dividendos das ações da carteira.
Diferente de dezembro, que concentrou muitos pagamentos, em janeiro as empresas da carteira não tiveram distribuições, o que acabou reduzindo o indicador no consolidado do mês em 0,89%.
Já os FIIs e os fundos de infraestrutura mantiveram os valores distribuídos muito próximos do mês anterior, no somatório de ambos, reduzimos 0,01% de DY.
Vale destacar que, no mês, o Tesouro Prefixado (NTN-F) realizou pagamento de cupom semestral, contribuindo positivamente para o fluxo da carteira, adicionando 0,12% de DY na comparação com o mês anterior.
Orientações sobre como calculamos nossas carteiras (sempre presente no relatório)
Neste tópico, explicamos de maneira sucinta alguns conceitos importantes para o entendimento do relatório. Não será nada muito complexo, mas ainda assim é importante que você esteja atento.
Como é calculado o retorno das nossas carteiras?
Ao construirmos a metodologia de cálculo das carteiras, decidimos ir pelo caminho mais usual, utilizado para calcular carteiras “teóricas”: a suposição de um rebalanceamento diário, que mantém fixos os percentuais indicados para cada ativo todos os dias.
Vale observar que, assim como os principais indicadores do mercado financeiro, a exemplo do Ibovespa, do Ifix e de outros, nossas carteiras também partem da premissa de que os dividendos recebidos são reinvestidos na carteira, de modo a absorver todo o ganho potencial dos investimentos.
Interpretando o retorno por classe
Quando nos referimos ao retorno por classe, estamos pressupondo a existência de uma carteira composta exclusivamente por ativos pertencentes a essa classe. O objetivo é comparar se nossos analistas estão superando ou não o principal benchmark, devido às escolhas de ativos feitas.
Por exemplo, se um ativo representa 1,5% da alocação total da carteira, mas sua classe de ativos corresponde apenas a 15% da alocação estrutural, então, no contexto do retorno por classe, ele terá uma participação de 10% na carteira dessa classe (equivalente a 1,5%, dividido por 15%).
Falando um pouco sobre o conceito de volatilidade
A volatilidade é um indicador estatístico que serve para medir a frequência e a intensidade com que o preço de um ativo pode oscilar (o mesmo se aplica aos fundos ou carteiras de investimentos).
No mercado, é comum analisar essa métrica em termos anuais, ou seja, explicando de maneira muito objetiva e sem grandes preocupações com a parte técnica. É como se identificássemos o quanto nossa carteira poderia oscilar em um ano (para cima ou para baixo), de acordo com a média de suas variações de retorno diárias, em um determinado período.
Máximo drawdown
O máximo drawdown é a maior perda que um investimento sofreu, do seu ponto mais alto até o mais baixo, antes de se recuperar. É uma medida de risco, mostrando quanto o investimento pode cair em determinado período.
Por exemplo, se você investiu R$ 1.000 e o valor chegou a R$ 1.500 antes de cair para R$ 750 e subir novamente, o máximo drawdown seria de R$ 750 (R$ 1.500 - R$ 750) — ou máximo drawdown de 50% —, resultado do retorno calculado de R$ 750 / R$ 1.500 - 1.
Então, quanto maior o máximo drawdown, mais volátil e arriscado é o investimento.
Sobre o dividend yield (DY)
É um indicador que avalia, em termos percentuais, o quanto um investimento obteve de retorno oriundo dos dividendos distribuídos em determinado período.
O cálculo consiste em dividir os dividendos pagos, no período avaliado, pela cotação de fechamento do ativo.
É importante mencionar que o DY auferido no passado não garante o mesmo resultado no futuro.
Histórico dos resultados
Segue abaixo um arquivo Excel com o histórico dos resultados das Carteiras de Valorização e Renda.
DOWNLOAD DO ARQUIVO
Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Valorização
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22
Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Renda
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020
Máximo drawdown das Carteiras de Valorização
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22
Máximo drawdown das Carteiras de Renda
Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020
Ficamos por aqui...
Janeiro entregou um resultado sólido para as carteiras, com performance positiva nas nossas carteiras e acima do CDI. O resultado reflete uma combinação eficiente entre alocação, disciplina de risco e ajustes táticos bem calibrados ao longo do mês, em um ambiente ainda marcado por ruído macro e assimetrias relevantes entre classes de ativos.
Como já sabem, estamos à disposição para conversar sobre os resultados nas nossas lives semanais, que acontecem toda quarta-feira, às 17h, e na comunidade do aplicativo Circle.
Um grande abraço e bons investimentos!
Rodrigo Xavier e Matheus Nascimento
Sobre os analistas
Rodrigo Xavier
Analista CNPI, especialista em fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Bacharel em economia com pós-graduação em mercados financeiros, iniciou sua trajetória profissional no ano de 2006, em área de orçamento e custos na CDHU (maior agente promotor de moradia popular no Brasil). Passou 13 anos na Anbima, entidade que representa os principais bancos e gestoras de recursos, onde atuou na concepção e construção de bases de dados, elaboração de relatórios estatísticos, participação ativa em fóruns qualificados, entre outros ligados a fundos e distribuição. Desde o ano de 2021 faz parte do nosso time de análise e acredita que a educação financeira pode trazer um impacto extremamente positivo na vida das pessoas, por isso, decidiu dedicar-se ao propósito de auxiliá-las nessa jornada.
Matheus Nascimento
Analista CNPI
É analista CNPI e integra a equipe de Fundos de Investimento da Finclass. Formado em Gestão Empresarial, construiu sua trajetória no mercado financeiro com foco em análise e acompanhamento de estratégias de investimento. Acredita que o acesso à informação de qualidade é um dos principais diferenciais para o investidor pessoa física e, por isso, busca contribuir com análises claras e responsáveis, auxiliando cada investidor a tomar decisões mais conscientes e alinhadas aos seus objetivos.