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A performance das carteiras em julho de 2025

Escrito por Rodrigo Xavier em OUTROS

12 min de leitura

Neste relatório, você encontrará:

  • Resumo dos principais acontecimentos do mercado financeiro em julho e as alterações realizadas nas carteiras ao longo do mês;

  • Os retornos totais e por classe de ativo das Carteiras de Valorização e de Renda em julho, com uma explicação dos ativos e fundos que tiveram maior relevância nos resultados totais;

  • Uma explicação sobre os conceitos de cálculo utilizados e o histórico dos nossos resultados.

O que rolou nos mercados

O resultado das nossas carteiras

O mês apresentou resultados modestos na Carteira de Valorização e desempenho negativo na Carteira de Renda.

O desempenho médio das Carteiras de Valorização foi de 0,35% por ativos e 0,12% por fundos. Em contrapartida, a Carteira de Renda recuou 2,50%.

Num mês em que as classes com melhor performance foram os investimentos internacionais e criptoativos, conseguimos contrabalancear as quedas do mercado local nas Carteiras de Valorização. Porém, na Carteira de Renda, por não contarmos com esses ativos, o resultado foi um pouco mais desfavorável.

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 Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

Cenário local

Em julho, os ativos brasileiros enfrentaram um cenário desafiador, com o chamado "pacote Brasil" apresentando desempenho negativo. Os principais indicadores refletem essa dificuldade: o Ibovespa teve uma queda de 4,17%, o Ifix recuou 1,36% e o IMA-B (índice que acompanha títulos públicos atrelados à inflação) registrou uma baixa de 0,79%. Esses resultados se refletiram também por meio da subida nas taxas de juros futuros, sobretudo nos prazos mais longos e na apreciação do dólar frente ao real.

A nossa Carteira de Renda que é mais focada em Brasil, naturalmente apresentou maiores dificuldades, como vimos acima.

Durante o mês, a situação foi se agravando por tensões políticas e tarifárias entre o Brasil e os Estados Unidos. Em meio a uma guerra de narrativas envolvendo o presidente americano, Donald Trump, e nossos dois últimos presidentes, os EUA chegaram a ameaçar taxar produtos brasileiros em 50%, o que gerou grande incerteza no mercado. Embora essa taxação tenha sido efetivamente implementada em agosto, ela veio com tantas exceções que, aparentemente, não causará problemas estruturais significativos para a economia brasileira.

Nesse contexto de troca de farpas com Trump, a popularidade de Lula melhorou, o que causou uma percepção ruim no mercado, que defende uma agenda um pouco mais de centro-direita, acentuando os movimentos de queda.

Cenário global

Os grandes destaques das nossas carteiras no mês foram os ativos internacionais e os criptoativos, ambos com desempenhos expressivos, impulsionados também pela valorização de 3,15% do dólar comercial frente ao real.

Com resultados corporativos acima do esperado e uma postura mais acomodatícia dos bancos centrais em relação aos juros ao redor do mundo, o mercado internacional apresentou “maior estabilidade”, o que favoreceu desempenhos positivos.

Além disso, os acordos tarifários foram se desenhando de forma mais favorável do que inicialmente se temia, reforçando ainda mais o sentimento otimista.

Nos Estados Unidos, os resultados foram ainda melhores do que na maior parte do mundo. Os principais índices alcançaram máximas históricas, apoiados, principalmente, por uma percepção crescente de que haverá cortes de juros no país.

Um aspecto importante a se observar é que com os indicadores de trabalho e atividade começando a arrefecer, houve uma sinalização de que a taxa de juros neste patamar pode já estar pegando na economia americana de modo mais forte, o que elevou ainda mais as probabilidades de três cortes ainda neste ano e favoreceu as bolsas por lá.

No segmento de criptoativos, o Bitcoin avançou pouco mais de 11% em reais, embora tenha perdido parte de sua dominância no mercado — movimento que indica um desempenho superior das altcoins. Entre elas, o destaque foi o Ethereum, com alta superior a 50% em reais.

As alterações nas carteiras em julho

Em julho, tivemos apenas uma alteração de recomendação:

- No dia 22 de julho, publicamos o relatório “Recomendação de venda de TASA4: A ‘Trumpestade’ em direção a Taurus”.

Nele, recomendamos a retirada de TASA4 da Carteira de Renda sem que outra ação entrasse em seu lugar.

Clique aqui para acessar os detalhes dessa alteração.

Retorno: Carteiras de Valorização por ativos em julho

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass 

* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro

** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin

A seguir, explicamos quais ativos mais contribuíram ou prejudicaram nosso resultado, por classe de ativos. Vamos lá?

Renda Fixa Pós (execução por ativos): como de costume, nossas carteiras ficaram próximas do CDI. As carteiras com patrimônio inferior a R$ 30 mil renderam 1,30%, enquanto as maiores entregaram 1,32%, frente ao CDI, que fechou em 1,28%.

Atualmente, recomendamos apenas Tesouro Selic (+1,30%) para patrimônios menores e, para patrimônios maiores, uma combinação de um terço em Tesouro Selic e dois terços em CDBs do BTG e do Daycoval, que, em média, renderam 1,33%.

Renda Fixa Dinâmica (execução por ativos): o retorno médio das nossas carteiras foi de -2,09%, frente a -0,79% do IMA-B.

Os ativos que mais prejudicaram o desempenho em relação ao referencial foram o Tesouro IPCA 2045, com queda de 4,54% e presente em todas as carteiras, e o fundo de infraestrutura KDIF11, que recuou 5,10% e está nas carteiras acima de R$ 100 mil.

Como destaque positivo, vale mencionar o ETF B5P211, que acompanha o IMA-B 5 e registrou alta de 0,30%. Já os demais ativos apresentaram variação entre -0,40% e +0,11%.

Fundos Imobiliários (execução por ativos e fundos): o desempenho médio das carteiras foi de -1,58% contra 1,36% do Ifix.

Entre os 12 FIIs recomendados no mês, apenas quatro superaram o referencial, sendo que três deles fecharam no campo positivo: VISC11 (+0,52%), RBVA11 (+0,24%) e LVBI11 (+0,12%).

No lado negativo, destacaram-se as quedas de VILG11 (-3,70%), KFOF11 (-2,73%) e RBFF11 (-2,49%). Os demais ativos encerraram o período com variações entre -2,07% e -0,14%.

Ações (execução por ativos): apesar do retorno negativo no mês, nossa média foi melhor que o Ibovespa, pois caímos 3,17%, enquanto o referencial recuou 4,17%.

A única carteira que ficou abaixo do Ibovespa foi a de até R$ 10 mil, que conta com apenas um ETF que segue o Ibovespa, o qual caiu 4,39%.

Das seis ações recomendadas no período, apenas duas superaram o índice, mas foram suficientes para mantermos desempenho superior ao benchmark. Trata-se de Fleury (+10,22%) e SLC Agrícola (+2,57%), sendo que a primeira tem peso maior nas carteiras entre R$ 10 mil e R$ 30 mil.

No lado negativo, chama a atenção o Banco do Brasil, que caiu 10,82% em julho e segue sofrendo em agosto. A ação também está presente nas carteiras entre R$ 10 e R$ 30 mil, o que contrabalanceou o sucesso de Fleury.

Vale reforçar que nosso time está sempre atento às novidades e aos fundamentos das empresas e, caso seja necessário algum ajuste, você será devidamente informado.

Fundos Multimercados (execução por ativos e fundos): nosso retorno médio foi de -0,05%, enquanto o IHFA encerrou o mês em -0,90%.

Pelo lado positivo, destacamos o Giant Zarathustra, que, após meses de desempenho fraco, avançou 1,93%, sendo o único fundo a superar o CDI de 1,28% no período. Na sequência, vieram o Kinea Atlas, com 0,86%, e o Ace Capital, com 0,61% (único presente na carteira de até R$ 10 mil).

No lado negativo, chamou atenção a performance da Gávea, que recuou 3,08% no Macro Plus e 1,69% no Macro. Não houve nenhum problema específico com o fundo; a queda se deve a perdas nas posições em bolsa, posições aplicadas em juros locais e vendidas de dólar contra moedas fortes.

O Absolute Vertex também registrou queda mais acentuada, de 1,74%. Os demais fundos apresentaram variações entre -0,25% e +0,58%.

Internacional (execução por ativos): o retorno médio das carteiras foi positivo em 3,07%, enquanto o referencial encerrou o mês com 3,32%.

Apesar do bom desempenho, ficamos ligeiramente abaixo da nossa referência, principalmente por conta da parcela de renda variável global. O benchmark utiliza o WRLD11 para representar nossa parcela de ações no exterior, e nossas posições ficaram abaixo do desempenho do ETF no mês.

Nesse contexto, o WRLD11, que também faz parte das nossas carteiras, rendeu 4,07% e foi o destaque da classe. Já o ALUG11 (+2,88%) e o fundo MS Global Opportunities (+0,56%), os outros representantes da renda variável, não conseguiram acompanhá-lo.

Alternativos (execução por ativos e fundos): surfando a perda de dominância do Bitcoin (BTC), nossas carteiras superaram o BTC com retorno médio de 24,17%, ante 11,35% da moeda digital.

Todas as quatro altcoins recomendadas superaram o BTC, com desempenhos de 52,6% para o Ethereum, 30,1% para a Chainlink, 22,9% para a Ondo e 20,1% para a Pendle.

Retorno: Carteiras de Valorização por fundos em julho

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass 

* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro

** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin

Como você já deve saber, as classes de FIIs, Fundos Multimercados, Internacionais e Alternativos são idênticas na execução por ativos e fundos; portanto, os pontos destacados no tópico anterior sobre essas classes valem aqui também.

Abaixo, trazemos os detalhes das classes Renda Fixa Pós, Renda Fixa Dinâmica e Ações.

Renda Fixa Pós (execução por fundos): nossas carteiras foram capazes de obter um retorno médio de 1,46% contra 1,28% do CDI, o que representa 114,1% do referencial.

Os fundos da Capitânia, que vinham performando abaixo de seus pares nos últimos meses, obtiveram retornos de 1,72% no Radar (para qualificados) e 1,54% no Premium (público geral), colaborando para o resultado da classe.

Os demais fundos encerraram com performances entre 1,38% e 1,49%, ou seja, entre 107,8 e 116,5% do CDI.

Renda Fixa Dinâmica (execução por fundos): nossa carteira recuou 5,10% para patrimônios abaixo de R$ 10 mil e 1% para valores superiores, frente ao IMA-B, que caiu 0,79%.

Para valores menores que R$ 10 mil, a alocação é integralmente no KDIF11, fundo de infraestrutura que apresentou queda de 5,10%.

Já nas demais carteiras, temos 50% alocados em fundos passivos atrelados ao IMA-B (-0,79%), 25% no KDIF11 (-5,10%) e 25% no IFRA11 (+2,66%), resultando na queda de 1% mencionada acima.

Ações (execução por fundos): o retorno médio da nossa carteira foi de -5,36% enquanto o Ibovespa caiu -4,17%.

Dos oito fundos recomendados, metade esteve melhor e a outra metade pior que o benchmark. Como destaque positivo podemos citar o fundo Long Biased SPX Falcon, que caiu “apenas” 0,98%, já pelo lado negativo vimos o Forpus cedendo 8%.

Os demais fundos estiveram entre -2,87% e 6,35%, o que significa que se mostraram relativamente próximos ao benchmark.

Retorno: Carteira de Renda em julho

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

* Acompanha ajustes na alocação base e a última posição é de 30% IMA-B, 40% Ifix, 30% Ibovespa.

Renda Fixa Corporativa: nossa carteira fechou o mês em -0,95%, ligeiramente abaixo do IMA-B, que terminou em -0,79%

Nossa proposta conta com 3 fundos de infraestrutura com pesos iguais na alocação, que entregaram +2,66% (IFRA11), -0,40% (JURO11) e -5,10% (KDIF11).

Título Público: a rentabilidade dos títulos públicos recomendados foi de -1,69%, frente a -0,79% do IMA-B.

Houve abertura na curva de juros futuros, com maior intensidade nos vértices (prazos) mais longos — movimento que costuma prejudicar nosso desempenho, como de fato ocorreu.

Os quatro títulos recomendados pelo nosso time registraram desempenho negativo e abaixo do benchmark da classe, com quedas entre -1,39% e -1,99%.

Fundos Imobiliários: as nossas carteiras concluíram o mês em queda de 0,72%, pouco melhor que o Ifix, que fechou em -1,36%.

Dos 17 fundos recomendados, tivemos 7 superando o benchmark, com grande destaque para o PATL11, que rendeu +9,21% e sozinho adicionou cerca de 0,32% ao retorno da classe, sustentando boa parte do nosso resultado acima do referencial. Na sequência tivemos o MCRE11 (+1,88%) e o VISC11 (+0,52%).

Pelo lado negativo podemos citar BTHF11 (-4,81%), VILG11 (-3,70%) e JSRE11 (-2,88%). Já os outros FIIs não citados tiveram desempenho entre -2,73% e 0,44%. 

Ações: em julho, registramos uma perda de -5,87%, enquanto o Ibovespa recuou -4,17%. Das nove ações recomendadas, cinco apresentaram desempenho abaixo e quatro acima do referencial.

No campo positivo, destacaram-se SLC Agrícola (+2,57%), Banco ABC (+1,34%) e Klabin (+0,81%).

Já pelo lado negativo, o cenário foi mais desafiador. A Taurus, que deixou a carteira em 22/7, caiu -20,8% até sua saída, impactada pelas movimentações relacionadas às tarifas aplicadas entre Brasil e EUA. Também tivemos quedas expressivas em Banco do Brasil (-10,8%) e Kepler Weber (-13,76%), ambas com desempenho bastante aquém do esperado.

O dividend yield da Carteira de Renda

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

Nosso dividend yield (DY) em julho foi de 0,73%, ante os 1,03% registrados em junho. Já na janela de 12 meses saímos de 10,29% para 10,41%, pois o mês de julho do ano passado (0,61%) foi um pouco mais fraco que o deste ano.

A maior parte da diferença veio das ações, visto que no mês passado Banco do Brasil, Banco ABC, Bradesco e Sanepar pagaram dividendo e neste mês, não, ocasionando uma diferença de -0,45% no DY. Em contrapartida, o Banco BMG, que não havia pagado dividendos no mês passado, pagou neste mês e adicionou sozinho 0,05% no DY do período.

Outra classe que também fez diminuir o DY foi a de fundos de infraestrutura, uma vez que o IFRA11 havia distribuído um dividendo mais forte no mês passado (R$ 1,69 por cota) e neste mês fez uma distribuição mais dentro dos padrões (R$ 1,03), o que ocasionou uma diferença de -0,02%.

Pelo lado positivo, tivemos o pagamento do juro semestral do Tesouro Pré 2035, que adicionou +0,12% no mês de julho. Já os fundos imobiliários, entre alguma oscilação pequena nos dividendos distribuídos e alterações na cota, não causaram diferença de um mês para o outro.

Orientações sobre como calculamos nossas carteiras (sempre presente no relatório)

Neste tópico, explicamos de maneira sucinta alguns conceitos importantes para o entendimento do relatório. Não será nada muito complexo, mas ainda assim é importante que você esteja atento.

Como é calculado o retorno das nossas carteiras?

Ao construirmos a metodologia de cálculo das carteiras, decidimos ir pelo caminho mais usual, utilizado para calcular carteiras “teóricas”: a suposição de um rebalanceamento diário, que mantém fixos os percentuais indicados para cada ativo todos os dias.

Vale observar que, assim como os principais indicadores do mercado financeiro, a exemplo do Ibovespa, do Ifix e de outros, nossas carteiras também partem da premissa de que os dividendos recebidos são reinvestidos na carteira, de modo a absorver todo o ganho potencial dos investimentos.

Interpretando o retorno por classe

Quando nos referimos ao retorno por classe, estamos pressupondo a existência de uma carteira composta exclusivamente por ativos pertencentes a essa classe. O objetivo é comparar se nossos analistas estão superando ou não o principal benchmark, devido às escolhas de ativos feitas.

Por exemplo, se um ativo representa 1,5% da alocação total da carteira, mas sua classe de ativos corresponde apenas a 15% da alocação estrutural, então, no contexto do retorno por classe, ele terá uma participação de 10% na carteira dessa classe (equivalente a 1,5%, dividido por 15%).

Falando um pouco sobre o conceito de volatilidade

A volatilidade é um indicador estatístico que serve para medir a frequência e a intensidade com que o preço de um ativo pode oscilar (o mesmo se aplica aos fundos ou carteiras de investimentos).

No mercado, é comum analisar essa métrica em termos anuais, ou seja, explicando de maneira muito objetiva e sem grandes preocupações com a parte técnica. É como se identificássemos o quanto nossa carteira poderia oscilar em um ano (para cima ou para baixo), de acordo com a média de suas variações de retorno diárias, em um determinado período.

Máximo drawdown

O máximo drawdown é a maior perda que um investimento sofreu, do seu ponto mais alto até o mais baixo, antes de se recuperar. É uma medida de risco, mostrando quanto o investimento pode cair em determinado período.

Por exemplo, se você investiu R$ 1.000 e o valor chegou a R$ 1.500 antes de cair para R$ 750 e subir novamente, o máximo drawdown seria de R$ 750 (R$ 1.500 - R$ 750) — ou máximo drawdown de 50% —, resultado do retorno calculado de R$ 750 / R$ 1.500 - 1.

Então, quanto maior o máximo drawdown, mais volátil e arriscado é o investimento.

Sobre o dividend yield (DY)

É um indicador que avalia, em termos percentuais, o quanto um investimento obteve de retorno oriundo dos dividendos distribuídos em determinado período.

O cálculo consiste em dividir os dividendos pagos, no período avaliado, pela cotação de fechamento do ativo.

É importante mencionar que o DY auferido no passado não garante o mesmo resultado no futuro.

Histórico dos resultados

Segue abaixo um arquivo Excel com o histórico dos resultados das Carteiras de Valorização e Renda.

DOWNLOAD DO ARQUIVO

Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Valorização

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22

Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Renda

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020

Máximo drawdown das Carteiras de Valorização

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22

Máximo drawdown das Carteiras de Renda

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020

Ficamos por aqui...

O mês de julho foi modesto para as Carteiras de Valorização e mais desafiador para a Carteira de Renda, mesmo assim, continuamos com retornos competitivos no ano e desde o início das nossas carteiras, como pode ser visto no início da seção Histórico dos Resultados.

Como sempre dizemos, o mais importante é manter a resiliência e o foco na alocação estrutural, pois é essa disciplina que garantirá nosso sucesso no mundo dos investimentos.

Se tiver dúvidas ou quiser conversar sobre os resultados, estamos à disposição nas lives e na comunidade do aplicativo Circle.

Um grande abraço e bons investimentos!

Rodrigo Xavier

Sobre os analistas

Rodrigo Xavier

Analista CNPI, especialista em fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Bacharel em economia com pós-graduação em mercados financeiros, iniciou sua trajetória profissional no ano de 2006, em área de orçamento e custos na CDHU (maior agente promotor de moradia popular no Brasil). Passou 13 anos na Anbima, entidade que representa os principais bancos e gestoras de recursos, onde atuou na concepção e construção de bases de dados, elaboração de relatórios estatísticos, participação ativa em fóruns qualificados, entre outros ligados a fundos e distribuição. Desde o ano de 2021 faz parte do nosso time de análise e acredita que a educação financeira pode trazer um impacto extremamente positivo na vida das pessoas, por isso, decidiu dedicar-se ao propósito de auxiliá-las nessa jornada.