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A performance das carteiras em novembro de 2025

Escrito por Rodrigo Xavier em OUTROS

10 min de leitura

Neste relatório, você encontrará:

  • Resumo dos principais acontecimentos do mercado financeiro em novembro e as alterações realizadas nas carteiras ao longo do mês;

  • Os retornos totais e por classe de ativo das Carteiras de Valorização e de Renda em novembro, com uma explicação dos ativos e fundos que tiveram maior relevância nos resultados totais;

  • Uma explicação sobre os conceitos de cálculo utilizados e o histórico dos nossos resultados.

O que rolou nos mercados

O resultado das nossas carteiras

Nossas carteiras fecharam novembro no campo positivo e acima do CDI. Na carteira de valorização por ativos, o retorno médio foi de 1,61%, na execução por fundos, 1,14%. Já a carteira de renda, mais focada em Brasil, subiu 3,14%.

Em retorno nominal, as ações locais foram as principais fontes de resultado em ambas as carteiras, acompanhando a forte alta de 6,37% do Ibovespa.

Já na geração de alfa, ou seja, os retornos acima do benchmark, destacamos os fundos imobiliários, onde conseguimos agregar valor adicional ao 1,86% registrados pelo Ifix, como detalharemos no transcorrer do relatório.

Pelo lado negativo, a classe de alternativos, atualmente composta integralmente por criptoativos, nos prejudicou, refletindo a queda de 17,51% do Bitcoin em reais. Apesar do recuo, nossa exposição de apenas 3%, calibrada em função dos riscos inerentes à classe, ajudou a mitigar as perdas.

Seguem abaixo os retornos em diferentes janelas de tempo.

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 Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

Cenário local

O mercado de bolsa brasileiro teve o melhor mês de 2025, com o Ibovespa avançando +6,37% e atingindo +32,25% no ano. O Ifix também fechou em alta de 1,86% e o IMA-B (média dos títulos públicos indexados à inflação), com 2,04%. Todos os índices ficaram acima do CDI, que encerrou em +1,05%.

O movimento foi sustentado por um ambiente de expectativas de início do ciclo de cortes da Selic já no 1º trimestre de 2026, mediante desaceleração econômica apontada nos dados de atividade e com a inflação controlada e voltando para o teto da meta (abaixo de 4,5%).

Nesse ambiente, cresce a pressão sobre o Banco Central para iniciar o ciclo de cortes, com o mercado atribuindo 60% de probabilidade de redução já em janeiro. A perspectiva de juros mais baixos, combinada com estímulos fiscais típicos de ano eleitoral, tende a reativar a economia ao longo do primeiro semestre de 2026.

Cenário global

Em linhas gerais, os mercados globais encerraram novembro com retornos sem uma direção claramente definida, porém marginalmente mais positivos que negativos em suas moedas locais. Ocorre que o dólar comercial depreciou 0,91% em relação ao real e neutralizou parte desses ganhos quando convertidos para nossa moeda, fazendo com que nossas carteiras internacionais terminassem o mês próximas da estabilidade.

A ausência de dados macroeconômicos nos Estados Unidos, consequência do shutdown que encerrou recentemente, aumentou a incerteza e elevou a volatilidade global. Essa falta de visibilidade sobre dados fez alternar bastante a probabilidade de corte de juros na reunião de dezembro, a qual começou o mês batendo 100% de chances, caiu para menos de 40% e voltou a 90% na virada para dezembro, segundo dados do CME Group.

Com a inflação americana vindo em linha com o esperado (ainda que acima do ideal) e sinais crescentes de fragilidade no mercado de trabalho americano, o mercado encontrou suporte para retomar a expectativa de corte. Essa reprecificação ajudou a amenizar o desempenho ruim das bolsas globais, que chegaram a operar bem negativas ao longo do mês. Ainda assim, o FOMC segue dividido entre membros mais preocupados com a persistência da inflação e membros mais atentos à desaceleração do emprego, um dissenso que deve marcar as decisões de política monetária nos próximos meses.

No universo dos criptoativos, o sentimento foi muito negativo. O aumento do pessimismo em relação à temporada de halving do Bitcoin, especialmente entre investidores institucionais, resultou em resgates expressivos e levou o Bitcoin a uma queda de 17,51% em reais, o que fez a classe ser a maior detratora de resultado das nossas carteiras.

As alterações das carteiras em novembro

Em novembro tivemos apenas uma modificação de carteira.

Em 24/11 publicamos o relatório “Nova recomendação: BB Seguridade (BBSE3)”, recomendando a entrada da ação na Carteira de Renda em lugar do Bradesco.

Tratou-se de uma simples troca de uma empresa por outra, sem que os demais papéis da carteira tivessem algum tipo de modificação.

Retorno: Carteiras de Valorização por ativos em novembro

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro

** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin

A seguir, explicamos quais ativos mais contribuíram ou prejudicaram nosso resultado, por classe de ativos. Vamos lá?

Renda Fixa Pós (execução por ativos): a classe entregou retorno de 1,08% contra 1,05% do CDI.

Por aqui não costumamos ter surpresas, atualmente recomendamos os CDBs pós-fixados do Daycoval e do BTG, os quais, na média, estão pagando 102,5% do CDI.

Renda Fixa Dinâmica (execução por ativos): nossa carteira rendeu, em média, 2,49%, superando os 2,04% do IMA-B.

O grande destaque do mês foi o Tesouro IPCA 2050, que entregou 5,40% e foi o único ativo a superar o referencial. Pelo lado negativo, vale citar o fundo de infraestrutura JURO11, único com desempenho negativo, registrando queda de 0,25%.

Os demais ativos apresentaram retornos entre 1,03% e 1,82%.

Fundos Imobiliários (execução por ativos e fundos): fechamos o mês com retorno médio de 3,30%, superando o ganho de 1,86% do Ifix.

O bom desempenho se explica pelo fato de que 10 dos 12 fundos ficaram acima do referencial, alguns substancialmente acima, como o PVBI11 (8,86%), PSEC11 (5,83%), LVBI11 (5,10%) e BRCR11 (5,01%). Os demais fundos que superaram o índice registraram ganhos entre 2,29% e 4,74%.

Pelo lado negativo, os únicos fundos abaixo do referencial foram CPTS11 (+0,02%) e XPCI11 (-1,45%).

Ações (execução por ativos): alcançamos retorno médio de 5,90%, abaixo dos 6,37% do Ibovespa.

Das seis ações da carteira, metade superou o referencial e metade ficou abaixo, porém as quedas se distanciaram mais do índice do que as altas.

Os resultados individuais foram: SAPR11 (+8,38%), BBDC4 (+8,32%), LJQQ3 (+7,14%), AZZA3 (+3,91%), BBAS3 (+2,60%) e SLCE3 (+2,41%).

Fundos Multimercados (execução por ativos e fundos): a classe obteve rentabilidade média de 1,33%, enquanto o IHFA fechou em 1,38%.

Os retornos estiveram entre -0,12% e 1,86%, sendo que quatro dos fundos superaram o referencial e os outros 4 perderam.

Destaque positivo para o Genoa Radar (+1,86%) e o Ibiuna Hedge ST (1,61%). Já como detrator podemos citar os fundos da Kapitalo, com -0,12% no Zeta e +0,52% no Kappa.  

Internacional (execução por ativos): encerramos o mês com -0,06%, ante 0,02% do benchmark.

O destaque nominal da classe foi novamente o ouro, com o GOLD11 avançando 4,32%. Como muitos já sabem, o benchmark da classe é composto por ativos que também integram a carteira. Por isso, a performance relativa decorre das apostas táticas que fazemos.

No mês, a maior parte dos ativos superou seus equivalentes no benchmark. No entanto, o fundo MS Global Opportunities, uma de nossas apostas, recuou 6,27%, enquanto o WRLD11, utilizado como referencial para a parcela de renda variável global, caiu “apenas” 0,63%.

O MS Global Opportunities tem natureza mais volátil e já apresentou uma recuperação relevante no início de dezembro, mas novembro, de fato, foi um mês negativo para o fundo.

Alternativos (execução por ativos e fundos): o mês foi muito duro para os nossos criptoativos recomendados, fechamos negativos em -18,58% contra queda de -17,51% no Bitcoin (BTC).

Das cinco recomendações (incluindo o BTC), apenas a Pendle foi melhor que o BTC, com queda de -10,93%. Já os outros três ativos caíram entre -21,92% e -25,93%.

A classe tem essa característica de ser mais volátil, então meses assim não nos preocupam. Apesar disso, os investimentos alternativos ainda são nosso melhor retorno desde o início das carteiras, com desempenho médio de 209,5% desde novembro de 2022.

Retorno: Carteiras de Valorização por fundos em novembro

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro

** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin

Como você já deve saber, as classes de FIIs, Fundos Multimercados, Internacionais e Alternativos são idênticas na execução por ativos e fundos; portanto, os pontos destacados no tópico anterior sobre essas classes valem aqui também.

A seguir, trazemos os detalhes das classes Renda Fixa Pós, Renda Fixa Dinâmica e Ações.

Renda Fixa Pós (execução por fundos): a classe nos entregou retorno médio de 1,16% contra 1,05% do CDI.

Não tivemos nenhuma surpresa negativa no mês, dentre as quatro recomendações que temos tivemos desempenhos de 1,14% no Solis Pioneiro, 1,14% no Valora Guardian, 1,17% no SPX Seahawk e 1,21% no Solis Antares.

Renda Fixa Dinâmica (execução por fundos): novembro terminou com retorno de 1,02%, contra 2,04% do IMA-B.

Metade da nossa proposta está alocada em fundos passivos atrelados ao índice, portanto essa parcela da carteira apresentou desempenho muito próximo ao próprio IMA-B.

Além disso, temos 25% alocado no IFRA11, que registrou queda de 1,01%, e 25% no KDIF11, que avançou 1,03%.

Ações (execução por fundos): em média, nossas carteiras fecharam com +4,66%, enquanto o Ibovespa avançou +6,37%.

Dos oito fundos recomendados, três superaram o referencial, com destaque para o Ibiuna Equities (+7,26%) e o Real Investor (+7,11%).

Pelo lado negativo, chamamos atenção para o Brasil Capital (+1,34%) e o Oceana Long Biased (+2,54%), ambos substancialmente abaixo do índice.

O fundo da Brasil Capital atualmente responde por dois terços da alocação para investidores com até R$ 50 mil, o que explica por que essa faixa de patrimônio apresentou desempenho inferior.

Os demais fundos tiveram retornos entre 4,71% e 6,55%.

Retorno: Carteira de Renda em novembro

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

* Acompanha ajustes na alocação base. Última posição: 30% IMA-B, 40% Ifix, 30% Ibovespa.

Título Público: fechamos o mês com +2,84%, contra 2,04% do IMA-B.

Os quatro títulos públicos que recomendamos renderam entre 2,48% e 3,28%.

O menor retorno (2,48%) foi do Tesouro IPCA+ 2035, enquanto o maior (3,28%) veio do Tesouro IPCA+ 2060. Ambos pagam cupons de juros semestrais.

Renda Fixa Corporativa: nossa proposta fechou com -0,06%, enquanto o IMA-B rendeu 2,04%.

Recomendamos três fundos de infraestrutura com pesos iguais: IFRA11 (-1,01%), JURO11 (-0,25%) e KDIF11 (+1,03%).

Fundos Imobiliários: o nosso mês foi bom para a classe, com retorno de 2,87% frente aos 1,86% do Ifix.

Dos 17 recomendados, 12 estiveram acima do referencial, com destaques para o PVBI11 (8,86%), PSEC11 (5,83%) e JSRE11 (5,49%).

Já dentre os que perderam do benchmark, temos o XPCI11 (-1,45%) e o BTHF11 (-1,04%). Os demais fundos renderam entre -0,27% e 5,10%.

Ações: as ações da carteira tiveram retorno de 5,34%, ante 6,37% do Ibovespa.

Entre as nove ações recomendadas (já considerando a troca de Bradesco por BB Seguridade), três superaram o referencial, com destaque para Banco BMG (+13,41%) e Sanepar (+8,38%). Pelo lado negativo, destacamos Klabin (-0,24%) e SLC Agrícola (+2,41%).

As demais ações apresentaram retornos entre 2,60% e 6,82%.

O dividend yield da Carteira de Renda

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

O nosso dividend yield (DY) em 12 meses está em 10,09%, conforme mostrado no gráfico.

De outubro para novembro, tivemos um aumento de 0,56 p.p. no DY da carteira, explicado majoritariamente pelo pagamento dos juros semestrais do Tesouro IPCA+ 2035 e do Tesouro IPCA+ 2045, que adicionaram 0,42 p.p. em relação ao mês anterior.

As ações contribuíram com 0,16 p.p., impulsionadas pelos dividendos de Klabin, Kepler e Banco BMG, que não haviam distribuído proventos no mês anterior.

Já os FIIs e os fundos de infraestrutura apresentaram pouca variação, resultando em uma leve redução conjunta de 0,02 p.p. no DY em comparação ao mês passado.

Orientações sobre como calculamos nossas carteiras (sempre presente no relatório)

Neste tópico, explicamos de maneira sucinta alguns conceitos importantes para o entendimento do relatório. Não será nada muito complexo, mas ainda assim é importante que você esteja atento.

Como é calculado o retorno das nossas carteiras?

Ao construirmos a metodologia de cálculo das carteiras, decidimos ir pelo caminho mais usual, utilizado para calcular carteiras “teóricas”: a suposição de um rebalanceamento diário, que mantém fixos os percentuais indicados para cada ativo todos os dias.

Vale observar que, assim como os principais indicadores do mercado financeiro, a exemplo do Ibovespa, do Ifix e de outros, nossas carteiras também partem da premissa de que os dividendos recebidos são reinvestidos na carteira, de modo a absorver todo o ganho potencial dos investimentos.

Interpretando o retorno por classe

Quando nos referimos ao retorno por classe, estamos pressupondo a existência de uma carteira composta exclusivamente por ativos pertencentes a essa classe. O objetivo é comparar se nossos analistas estão superando ou não o principal benchmark, devido às escolhas de ativos feitas.

Por exemplo, se um ativo representa 1,5% da alocação total da carteira, mas sua classe de ativos corresponde apenas a 15% da alocação estrutural, então, no contexto do retorno por classe, ele terá uma participação de 10% na carteira dessa classe (equivalente a 1,5%, dividido por 15%).

Falando um pouco sobre o conceito de volatilidade

A volatilidade é um indicador estatístico que serve para medir a frequência e a intensidade com que o preço de um ativo pode oscilar (o mesmo se aplica aos fundos ou carteiras de investimentos).

No mercado, é comum analisar essa métrica em termos anuais, ou seja, explicando de maneira muito objetiva e sem grandes preocupações com a parte técnica. É como se identificássemos o quanto nossa carteira poderia oscilar em um ano (para cima ou para baixo), de acordo com a média de suas variações de retorno diárias, em um determinado período.

Máximo drawdown

O máximo drawdown é a maior perda que um investimento sofreu, do seu ponto mais alto até o mais baixo, antes de se recuperar. É uma medida de risco, mostrando quanto o investimento pode cair em determinado período.

Por exemplo, se você investiu R$ 1.000 e o valor chegou a R$ 1.500 antes de cair para R$ 750 e subir novamente, o máximo drawdown seria de R$ 750 (R$ 1.500 - R$ 750) — ou máximo drawdown de 50% —, resultado do retorno calculado de R$ 750 / R$ 1.500 - 1.

Então, quanto maior o máximo drawdown, mais volátil e arriscado é o investimento.

Sobre o dividend yield (DY)

É um indicador que avalia, em termos percentuais, o quanto um investimento obteve de retorno oriundo dos dividendos distribuídos em determinado período.

O cálculo consiste em dividir os dividendos pagos, no período avaliado, pela cotação de fechamento do ativo.

É importante mencionar que o DY auferido no passado não garante o mesmo resultado no futuro.

Histórico dos resultados

Segue abaixo um arquivo Excel com o histórico dos resultados das Carteiras de Valorização e Renda.

DOWNLOAD DO ARQUIVO

Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Valorização

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22

Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Renda

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020

Máximo drawdown das Carteiras de Valorização

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22

Máximo drawdown das Carteiras de Renda

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Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020

Ficamos por aqui...

Novembro fechou no azul para todas as nossas carteiras que, com isso, na média, seguem acima do CDI no ano. Apesar de dezembro ter começado um pouco mais volátil, seguimos confiantes em um bom fechamento para 2025.

Como já sabem, estamos à disposição para conversar sobre os resultados nas nossas lives semanais, que acontecem toda quarta-feira, às 17h, e também na comunidade do aplicativo Circle.

Um grande abraço e bons investimentos!

Rodrigo Xavier

Sobre os analistas

Rodrigo Xavier

Analista CNPI, especialista em fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Bacharel em economia com pós-graduação em mercados financeiros, iniciou sua trajetória profissional no ano de 2006, em área de orçamento e custos na CDHU (maior agente promotor de moradia popular no Brasil). Passou 13 anos na Anbima, entidade que representa os principais bancos e gestoras de recursos, onde atuou na concepção e construção de bases de dados, elaboração de relatórios estatísticos, participação ativa em fóruns qualificados, entre outros ligados a fundos e distribuição. Desde o ano de 2021 faz parte do nosso time de análise e acredita que a educação financeira pode trazer um impacto extremamente positivo na vida das pessoas, por isso, decidiu dedicar-se ao propósito de auxiliá-las nessa jornada.