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A performance das carteiras em outubro de 2025

Escrito por Rodrigo Xavier em OUTROS

11 min de leitura

Neste relatório, você encontrará:

  • Resumo dos principais acontecimentos do mercado financeiro em outubro e as alterações realizadas nas carteiras ao longo do mês;

  • Os retornos totais e por classe de ativo das Carteiras de Valorização e de Renda em outubro, com uma explicação dos ativos e fundos que tiveram maior relevância nos resultados totais;

  • Uma explicação sobre os conceitos de cálculo utilizados e o histórico dos nossos resultados.

O que rolou nos mercados

O resultado das nossas carteiras

Depois de dois meses com resultados mais fortes, em outubro voltamos a fechar positivos, porém abaixo do CDI.

Nossas carteiras de valorização por ativos tiveram retorno médio de 0,19%, as carteiras de fundos avançaram 0,61% e a carteira de renda subiu 0,63%, enquanto o CDI no período foi de 1,28%.

A classe de ativos que mais contribuiu para o desempenho foi a de internacionais, presente apenas nas carteiras de valorização, com retorno médio de +2,39%.

Por outro lado, a classe mais negativa foi a de alternativos, também exclusiva das carteiras de valorização, que foi fortemente impactada pelas altcoins e recuou -9,67%.

Apesar da queda mais acentuada dos alternativos, essa classe representa apenas 3% da alocação total, de modo que seu impacto sobre o desempenho agregado foi bastante limitado. Veja abaixo como ficaram os resultados das nossas carteiras e seus principais benchmarks em diferentes janela de tempo.

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 Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass 

Cenário local

No Brasil, o Ibovespa avançou 2,26%, enquanto o Ifix, indicador dos fundos imobiliários, encerrou praticamente estável, com leve alta de 0,12%.

A economia doméstica segue em trajetória de desaceleração gradual, acompanhada por uma inflação que continua arrefecendo — combinação que, em tese, abre espaço para cortes de juros. Ainda assim, o Banco Central tem adotado uma postura mais cautelosa, por conta das incertezas fiscais e do cenário geopolítico mais complexo.

Um dos fatores que ajudaram a sustentar o desempenho positivo da bolsa foi o reestabelecimento das relações diplomáticas entre Trump e Lula. O movimento amenizou o ruído político que havia pressionado os ativos brasileiros no fim de setembro, trazendo algum alívio ao sentimento de mercado em outubro.

Além disso, o forte avanço das ações da Vale, que subiram pouco mais de 13% no mês, teve papel importante no resultado agregado do índice, dado o seu peso de 12,2% na composição do Ibovespa. A valorização refletiu, em parte, a recuperação dos preços do minério de ferro e o bom resultado corporativo divulgado, que animou os investidores.

Encerramos outubro com o Ibovespa renovando sucessivas máximas, movimento que se estende para o início de novembro. Esse comportamento vem de uma combinação de fatores: ligeira melhora no ambiente externo, aumento da confiança do investidor estrangeiro, que vem ampliando alocação no Brasil, e percepção de que o ciclo de cortes de juros no Brasil deve ocorrer em breve.

Cenário global

No cenário global, as bolsas apresentaram desempenho positivo, com várias delas renovando máximas históricas, movimento que também beneficiou nossas carteiras, especialmente pela exposição aos investimentos internacionais. O mês também foi marcado pela ausência de diversos dados econômicos dos Estados Unidos em função do shutdown, o que fez com que outros fatores ganhassem maior relevância na precificação dos ativos.

Um dos principais destaques foi a aproximação entre Donald Trump e Xi Jinping, que passaram a sinalizar uma fase de “competição gerenciada das tarifas”. Esse tom mais cooperativo reduziu tensões geopolíticas e impulsionou o apetite por risco, favorecendo os mercados acionários ao redor do mundo.

Além da China, outros países também avançaram nas relações comerciais com os EUA, incluindo algumas nações do bloco europeu, a Coreia do Sul e o próprio Brasil.

Nos Estados Unidos, o corte de 0,25% na taxa de juros e a inflação em arrefecimento reforçaram as expectativas de que o ciclo de cortes possa incluir até três reduções no ano. Com todos os fatores citados, naturalmente as bolsas mundo afora fecharam no terreno positivo.

Por outro lado, ao estender um pouco o contexto “global” vimos o mercado de criptoativos com desempenho negativo: o Bitcoin frustrou no chamado “Uptober”, com queda próxima de 3% em reais, enquanto a maior parte das altcoins também registrou desempenho negativo.

Já o ouro seguiu firme e forte e, mesmo com uma queda na segunda quinzena do mês, ainda fechou em 4,61% em reais quando olhamos para o ETF GOLD11, recomendado em nossas carteiras.

As alterações das carteiras em outubro

Não houve nenhuma alteração na carteira neste mês.

Retorno: Carteiras de Valorização por ativos em outubro

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro

** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin

A seguir, explicamos quais ativos mais contribuíram ou prejudicaram nosso resultado, por classe de ativos. Vamos lá?

Renda Fixa Pós (execução por ativos): nossa carteira rendeu 1,31%, ligeiramente acima do CDI, que fechou em 1,28%.

Nossos recomendados, os CDBs do Daycoval e do BTG, na média, atualmente rodam em 102,5% do CDI.

Renda Fixa Dinâmica (execução por ativos):  as nossas carteiras apresentaram retorno médio de 0,66%, abaixo do 1,05% registrado pelo IMA-B.

Os destaques positivos do mês foram o KDIF11 (+1,87%) e o Tesouro IPCA 2050 (+1,71%).

No entanto, esses resultados não foram suficientes para superar o referencial, já que a queda de 1,97% do JURO11 teve impacto relevante sobre o desempenho total.

Os demais ativos tiveram rendimento entre 1,12% e 1,45%.

Fundos Imobiliários (execução por ativos e fundos):  o retorno médio das nossas carteiras foi de -0,65%, frente a +0,12% do Ifix.

Entre os 12 FIIs recomendados, apenas cinco superaram o referencial, com destaque positivo para o RBVA11 (+5,56%) e o VILG11 (+3,93%).

Por outro lado, os sete fundos que ficaram abaixo do benchmark encerraram o mês no campo negativo, sendo os principais detratores o BRCR11 (-5,59%), o PSEC11 (-5,11%) e o PVBI11 (-4,81%).

Os demais fundos registraram variação entre -2,96% e +2,66%.

Ações (execução por ativos): as carteiras de ações encerraram o mês com retorno médio de -2,62%, enquanto o Ibovespa apresentou alta de +2,26%.

Das seis ações recomendadas, apenas o Bradesco fechou no positivo, com ganho de +2,77%.

As maiores quedas foram registradas por Lojas Quero-Quero (-7,49%), Sanepar (-6,94%) e Azzas (-4,78%).

Por fim, SLC Agrícola e Banco do Brasil recuaram -1,58% e -0,86%, respectivamente.

Fundos Multimercados (execução por ativos e fundos): os multimercados registraram retorno médio de +1,07%, enquanto o IHFA fechou em +1,25% no mês.

Dos oito fundos que compõem nossa proposta, todos apresentaram desempenho positivo, porém apenas quatro superaram o referencial.

Os destaques positivos foram o Kinea Atlas (+2,15%) e o SPX Nimitz (+2,05%), este último presente apenas nas carteiras acima de R$ 1 milhão.

Pelo lado negativo, os fundos da Kapitalo tiveram performance mais modesta, com o Zeta fechando em +0,17% e o Kappa em +0,51%. Além deles, o Absolute Vertex encerrou o mês com +0,50%.

Os demais fundos registraram retornos entre +0,78% e +1,92%.

Internacional (execução por ativos): a classe foi destaque em termos de retorno absoluto, com alta de +2,39%, mas ainda assim ficou abaixo do benchmark, que avançou +2,85%.

Essa diferença se explica porque nossas posições em renda variável global tiveram desempenho inferior ao WRLD11, que compõe parte da carteira e também é utilizado como referencial.

Enquanto o WRLD11 registrou ganho de +3,06%, nossas posições em ALUG11 e no fundo MS Global Opportunities apresentaram variações de -1,29% e +1,07%, respectivamente.

O destaque positivo do mês foi novamente o GOLD11, com retorno de +4,61%.  

Alternativos (execução por ativos e fundos): Foi um mês mais difícil para os alternativos, que registraram queda média de -9,67%, enquanto o Bitcoin caiu 2,83%.

Todos os criptoativos recomendados encerraram o mês negativos, com destaque para as quedas mais acentuadas de Pendle (-30,7%), Ondo (-21,2%) e Link (-18,2%).

Além disso, observamos recuos mais moderados no Ethereum (-6,1%) e no próprio BTC (-2,83%).

Retorno: Carteiras de Valorização por fundos em outubro

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

* 51% WRLD11, 13,6% USDB11, 20,4% BNDX11 e 15% ouro

** 15% CDI, 20% IMA-B, 15% Ifix, 15% Ibovespa, 12% IHFA, 20% misto *, 3% Bitcoin

Como você já deve saber, as classes de FIIs, Fundos Multimercados, Internacionais e Alternativos são idênticas na execução por ativos e fundos; portanto, os pontos destacados no tópico anterior sobre essas classes valem aqui também.

Portanto, a seguir, trazemos os detalhes das classes Renda Fixa Pós, Renda Fixa Dinâmica e Ações.

Renda Fixa Pós (execução por fundos): nosso retorno médio foi de 1,15% enquanto o CDI encerrou o mês com +1,28%.

Isso se explica pois o SPX Seahawk, que representa metade da alocação nas carteiras, rendeu “apenas” 0,93%, pois sofreu com eventos de crédito na indústria relacionados a Braskem e Ambipar (detalhamento no Circle).

Os demais fundos da proposta superaram o referencial, casos do Solis Antares (1,41%), Solis Pioneiro (1,38%) e Valora Guardian (+1,30%).

Esse tipo de evento prejudica toda a indústria, porém não identificamos nada sistêmico e confiamos na recuperação da SPX nos próximos meses.

Renda Fixa Dinâmica (execução por fundos): o retorno das nossas carteiras foi de 0,55%, ante 1,05% do IMA-B.

Nossa proposta é composta por 50% alocados em fundos passivos ao IMA-B, 25% em KDIF11 e 25% em IFRA11.

Neste mês, o KDIF11 apresentou alta de 1,87%, enquanto o IFRA11 recuou 1,82%.

Ações (execução por fundos): o desempenho médio das carteiras foi de 0,49%, frente aos 2,26% do Ibovespa.

O forte retorno de Vale, vis a vis seu peso relevante no índice, contribuiu com cerca de 1,6 ponto percentual para a alta do Ibovespa. Nesse contexto, considerando que a maioria dos nossos fundos não possuem posição em Vale, tornou-se mais difícil superar o referencial.

Dos oito fundos recomendados, apenas o Ibiuna Equities superou o benchmark, encerrando o mês com ganho de 3,03%.

Pelo lado negativo, destacaram-se o Forpus (-0,89%) e o Brasil Capital (-1,43%), sendo este último responsável por cerca de dois terços da carteira de até R$ 50 mil.

Os demais fundos registraram retornos entre 0,53% e 1,70%.

Retorno: Carteira de Renda em outubro

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

* Acompanha ajustes na alocação base. Última posição: 30% IMA-B, 40% Ifix, 30% Ibovespa.

Título Público: a carteira apresentou rentabilidade de 1,06%, ligeiramente acima do IMA-B, que encerrou o mês com 1,05%.

Entre os quatro títulos públicos recomendados, os retornos variaram de 0,92% a 1,28%, com destaque para o Tesouro IPCA+ 2060, que registrou o melhor desempenho, enquanto o Tesouro IPCA+ 2045 teve o menor retorno do grupo.

Renda Fixa Corporativa: a proposta é composta por três fundos de infraestrutura listados em bolsa, com pesos iguais, e encerrou o mês em queda de 0,61%, frente a uma alta de 1,05% do IMA-B.

O resultado refletiu os desempenhos individuais de 1,87% do KDIF11, -1,82% do IFRA11 e -1,97% do JURO11.

Fundos Imobiliários: nossos FIIs entregaram resultado negativo de 0,35%, enquanto o Ifix encerra outubro com +0,12%.

Dentre os 17 recomendados, 9 estiveram acima do referencial, porém em “distâncias” menores quando comparados com os que estiveram abaixo.

Dentre os destaques positivos, destacamos o RBVA11 (+5,56%), o VILG11 (+3,93%) e o JSRE11 (+3,04%). Já pelo lado negativo apontamos o BRCR11 (-5,59%), o PSCE11 (-5,11%) e o PVBI11 (-4,81%).

Os outros fundos tiveram desempenho entre -2,96% e 2,66%.

Ações: nosso portfólio de ações obteve retorno de 2,30%, pouco acima do Ibovespa, que fechou em 2,26%.

Apenas duas ações superaram o referencial: Bradesco com +2,77% e Kepler Weber com incríveis +26,37%, após apresentar resultados sólidos (detalhes na comunidade) seguidos de um acordo específico que ajudou no avanço da sua cotação (detalhes na comunidade). A Kepler praticamente sozinha nos garantiu desempenho acima do referencial neste mês.

No lado negativo, vimos Sanepar caindo 6,94%, enquanto as outras cinco ações fecharam entre 0% e -1,58% no mês.

O dividend yield da Carteira de Renda

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass

O nosso DY em 12 meses passou de 10,13% para 10,14%, mantendo-se praticamente estável. Na comparação mensal, houve uma leve redução, de 0,60% em setembro para 0,54% em outubro, que explicaremos a seguir.

Os fundos imobiliários e os fundos de infraestrutura, que distribuem renda mensalmente, apresentaram desempenhos muito semelhantes aos do mês anterior, resultando em uma variação residual positiva de 0,01%.

Os títulos públicos federais não mostraram diferença em relação ao mês passado, já que não houve pagamentos em ambos os períodos. Esses ativos pagam rendimentos semestralmente, o que naturalmente gera meses sem distribuição.

A principal variação veio da classe de ações, com destaque para o Bradesco, que pagou um valor menor de juros sobre capital próprio (JCP) neste mês em comparação ao anterior, o que gerou uma diferença negativa de 0,07% no consolidado.

Orientações sobre como calculamos nossas carteiras (sempre presente no relatório)

Neste tópico, explicamos de maneira sucinta alguns conceitos importantes para o entendimento do relatório. Não será nada muito complexo, mas ainda assim é importante que você esteja atento.

Como é calculado o retorno das nossas carteiras?

Ao construirmos a metodologia de cálculo das carteiras, decidimos ir pelo caminho mais usual, utilizado para calcular carteiras “teóricas”: a suposição de um rebalanceamento diário, que mantém fixos os percentuais indicados para cada ativo todos os dias.

Vale observar que, assim como os principais indicadores do mercado financeiro, a exemplo do Ibovespa, do Ifix e de outros, nossas carteiras também partem da premissa de que os dividendos recebidos são reinvestidos na carteira, de modo a absorver todo o ganho potencial dos investimentos.

Interpretando o retorno por classe

Quando nos referimos ao retorno por classe, estamos pressupondo a existência de uma carteira composta exclusivamente por ativos pertencentes a essa classe. O objetivo é comparar se nossos analistas estão superando ou não o principal benchmark, devido às escolhas de ativos feitas.

Por exemplo, se um ativo representa 1,5% da alocação total da carteira, mas sua classe de ativos corresponde apenas a 15% da alocação estrutural, então, no contexto do retorno por classe, ele terá uma participação de 10% na carteira dessa classe (equivalente a 1,5%, dividido por 15%).

Falando um pouco sobre o conceito de volatilidade

A volatilidade é um indicador estatístico que serve para medir a frequência e a intensidade com que o preço de um ativo pode oscilar (o mesmo se aplica aos fundos ou carteiras de investimentos).

No mercado, é comum analisar essa métrica em termos anuais, ou seja, explicando de maneira muito objetiva e sem grandes preocupações com a parte técnica. É como se identificássemos o quanto nossa carteira poderia oscilar em um ano (para cima ou para baixo), de acordo com a média de suas variações de retorno diárias, em um determinado período.

Máximo drawdown

O máximo drawdown é a maior perda que um investimento sofreu, do seu ponto mais alto até o mais baixo, antes de se recuperar. É uma medida de risco, mostrando quanto o investimento pode cair em determinado período.

Por exemplo, se você investiu R$ 1.000 e o valor chegou a R$ 1.500 antes de cair para R$ 750 e subir novamente, o máximo drawdown seria de R$ 750 (R$ 1.500 - R$ 750) — ou máximo drawdown de 50% —, resultado do retorno calculado de R$ 750 / R$ 1.500 - 1.

Então, quanto maior o máximo drawdown, mais volátil e arriscado é o investimento.

Sobre o dividend yield (DY)

É um indicador que avalia, em termos percentuais, o quanto um investimento obteve de retorno oriundo dos dividendos distribuídos em determinado período.

O cálculo consiste em dividir os dividendos pagos, no período avaliado, pela cotação de fechamento do ativo.

É importante mencionar que o DY auferido no passado não garante o mesmo resultado no futuro.

Histórico dos resultados

Segue abaixo um arquivo Excel com o histórico dos resultados das Carteiras de Valorização e Renda.

 DOWNLOAD DO ARQUIVO

Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Valorização

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22

Volatilidade de 252 dias úteis das Carteiras de Renda

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020

Máximo drawdown das Carteiras de Valorização

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 7/11/22

Máximo drawdown das Carteiras de Renda

Fonte: Quantum Axis | Elaboração: Finclass | Início em 26/10/2020

Ficamos por aqui...

O mês poderia ter sido melhor, mas ainda assim encerramos em território positivo.

Quem nos acompanha há mais tempo sabe que faz parte do processo termos meses negativos ou abaixo dos referenciais, e está tudo bem.

O mais importante é manter a visão de longo prazo e lembrar que é com disciplina e paciência que colhemos os melhores resultados lá na frente.

Como sempre, permanecemos à disposição para conversar sobre os resultados em nossas lives que ocorrem toda quarta-feira, às 17h, e na comunidade do aplicativo Circle.

Um grande abraço e bons investimentos!

Rodrigo Xavier

Sobre os analistas

Rodrigo Xavier

Analista CNPI, especialista em fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Bacharel em economia com pós-graduação em mercados financeiros, iniciou sua trajetória profissional no ano de 2006, em área de orçamento e custos na CDHU (maior agente promotor de moradia popular no Brasil). Passou 13 anos na Anbima, entidade que representa os principais bancos e gestoras de recursos, onde atuou na concepção e construção de bases de dados, elaboração de relatórios estatísticos, participação ativa em fóruns qualificados, entre outros ligados a fundos e distribuição. Desde o ano de 2021 faz parte do nosso time de análise e acredita que a educação financeira pode trazer um impacto extremamente positivo na vida das pessoas, por isso, decidiu dedicar-se ao propósito de auxiliá-las nessa jornada.