Relatórios

Ajuste da carteira de R$ 5 mil, novo ETF de renda fixa e oportunidades no crédito bancário

Escrito por Guilherme Cadonhotto, Rodrigo Xavier em RENDA FIXA

12 min de leitura

O que diferencia uma carteira de R$ 5 mil para uma carteira de R$ 1 milhão?

Normalmente, carteiras de menor valor são elaboradas para possuir um risco menor do que carteiras de maior valor, e os motivos são compreensíveis.

Você deve saber que nós, da Finclass, priorizamos carteiras diversificadas, ou seja, com exposição a diferentes classes de ativos e uma seleção de ativos de qualidade - em outras palavras, quais ações, títulos de renda fixa, fundos imobiliários e outras opções vão preencher cada uma dessas diferentes classes.

A combinação entre uma boa alocação de ativos e uma boa seleção de ativos tem o poder de fazer você atingir a sua independência financeira mais rápido.

Se priorizamos uma boa alocação e uma boa seleção de ativos, por que as carteiras de pequeno valor não podem replicar exatamente o comportamento das de maior valor?

Por um fator importante: a falta de recursos para comprar um número considerável de ativos reduz o risco de concentração.

Para deixar mais claro sobre o que quero falar, vamos fazer uma suposição com uma carteira de investimento de R$ 5 mil e uma de R$ 500 mil.

Seguindo a alocação da Finclass para a carteira de valorização, as classes deveriam acompanhar a seguinte divisão:

1Fonte: Finclass

Até aí, tudo certo, afinal os percentuais são exatamente os mesmos.

O problema real aparece na hora de fazermos a seleção de ativos.

Vamos começar falando sobre os entraves presentes na fatia de renda fixa pós-fixada. Com R$ 750 disponíveis para essa classe da sua carteira, as opções são realmente limitadas. Pense, por exemplo, nas opções disponíveis de CDB, LCA e LCI pós-fixadas que estão disponíveis atualmente. Para as instituições que recomendamos, o valor mínimo é de R$ 1 mil na grande maioria das vezes, o que impossibilita a alocação nesses ativos com frequência para uma carteira desse tamanho.

Por vezes, alguns desses ativos estão disponíveis por valores menores, o que pode ser uma oportunidade, correto?

Nem sempre. Por mais que eles estejam disponíveis, é importante que o investidor note se esse crédito privado não vai “consumir” toda a sua fatia de pós-fixados. Lembre-se: a diversificação não é importante apenas nas classes de ativos, mas também na seleção deles.

Imagine uma carteira de investimentos que siga seu percentual de 15% em ações seguindo nossa alocação, mas que nesses 15% há a totalidade de um único ativo, a Petrobras.

Por mais que o risco de a Petrobras quebrar seja muito pequeno, é importante entender que, ao possuir uma única ação na carteira, seu investimento em ações pode não apresentar um bom desempenho em um cenário propício para a bolsa por fatores que afetam única e exclusivamente aquela empresa. No pior dos casos, a parcela de ações pode sofrer de maneira relevante quando um fato negativo atinge única e exclusivamente a empresa na sua carteira.

Possuir apenas um ativo que não seja um título público com liquidez elevada, em uma classe inteira da sua carteira de investimentos, é uma estratégia minimamente imprudente.

Na parcela de pós-fixados, já notamos uma pequena desvantagem para carteiras menores. Com R$ 75 mil fica mais fácil encontrar boas oportunidades de pós-fixados para sua carteira de investimentos. Você consegue fazer essa alocação de maneira diversificada tanto em classe de ativos como tem a liberdade de escolher diversos ativos para compor cada uma das classes. Pode investir em CDBs, LCAs, LCIs e por aí vai.

Do outro lado, com R$ 750 você fica limitado a poucos ativos.

Quando falamos da parcela pós-fixada da carteira, não há tanto problema assim, afinal ativos pós-fixados possuem baixo risco de mercado, o que também conhecemos por volatilidade, que nada mais é do que a oscilação de preço de determinados ativos.

O problema, de fato, surge quando falamos sobre as parcelas de renda variável.

Na parcela de fundos imobiliários para uma carteira de R$ 5 mil são direcionados R$ 750, segundo nossa alocação. Com R$ 750 não é possível adquirir os 12 fundos imobiliários que recomendamos para uma carteira de investimento de R$ 500 mil, por exemplo.

Se o investidor optar por comprar fundos imobiliários de papel ou de tijolo, ele conseguirá adquirir poucas cotas de poucos fundos, o que vai automaticamente jogá-lo para uma posição de risco desconfortável, o famoso risco de concentração, que traz mais volatilidade para a carteira e aumenta o risco de retornos muito prejudiciais para o cliente.

O investidor passará a contar com poucos ou apenas um ativo em uma classe de renda variável, o que pode prejudicar e muito o retorno e o risco da sua carteira.

O que fazer nesse caso?

Existem dois caminhos a seguir:

1 - O primeiro é reduzir o risco das carteiras em outras classes de ativos, como, por exemplo, na renda fixa dinâmica.

2 - O segundo é trazer alocação em ETFs para compor as fatias de renda variável; assim reduzimos o risco de concentração em poucas ações ou fundos imobiliários e praticamente anulamos o risco de perda relevante de capital em cenários extremos.

Até o momento, na carteira de menor valor, ou seja, de R$ 5 mil, optávamos por assumir uma postura bem mais defensiva, adotando as duas estratégias citadas acima para reduzir o risco da carteira.

Em nossa visão, essa postura se fez necessária por dois fatores:

1 – O investidor que possui até R$ 5 mil investidos em sua carteira provavelmente está no início da sua jornada de investimentos, e um tombo maior em seu patrimônio pode assustá-lo mais do que alguém que já investe há um bom tempo.

2 – A falta de clareza de que os EUA cortariam os juros ainda mantinha um nível de incerteza relevante com relação à performance das classes de ativos com risco de mercado em nossa carteira.

Retirado o segundo risco citado acima, ou seja, ficando mais claro o cenário de queda na taxa de juros dos EUA, resolvemos que uma postura duplamente cautelosa com nossa carteira de até R$ 5 mil não se fazia necessária, e por esse motivo realizaremos uma pequena alteração na carteira, especificamente na parcela de renda fixa dinâmica.

Dentro da parcela de renda fixa dinâmica podemos possuir quatro classes de ativos: IPCA de curto prazo, Prefixado de curto prazo, IPCA de longo prazo e Prefixado de longo prazo.

Os ativos de curto prazo possuem uma volatilidade menor do que os de longo prazo, portanto é normal que os segundos ganhem espaço em uma carteira conforme queiramos correr mais risco, ou seja, quando enxergamos espaço para valorizações relevantes desses ativos nos próximos meses e anos.

Com o intuito de reduzir um pouco o risco das carteiras menores, estávamos com toda a posição de renda fixa dinâmica em ativos de curto prazo, enquanto as carteiras de R$ 10 mil ou mais já estavam posicionadas em IPCA+ de longo prazo, conforme tabela abaixo:

2Fonte: Finclass

Devido à alteração no cenário, vamos equilibrar a exposição da carteira de R$ 5 mil com as demais, reduzindo a exposição em IPCA de curto prazo e alocando uma parcela razoável em IPCA de longo prazo. Logo, mesmo as carteiras de menor valor ficarão com a seguinte composição:

3Fonte: Finclass

Claro que a seleção de ativos em carteiras com diferentes níveis de patrimônio será diferente, porém a exposição às classes dentro da renda fixa será exatamente a mesma.

Agora, se você segue a carteira de R$ 5 mil, provavelmente está pensando quais mudanças terá que realizar em seus investimentos, correto?

Aqui vai.

Hoje, sua carteira de renda fixa dinâmica é composta pelo JURO11, um fundo de debêntures incentivadas que são indexadas à inflação de curto prazo, o FIXA11, um ETF de ativos prefixados de curto prazo, e o fundo BTG Pactual Inflation, um fundo indexado à inflação de curto prazo.

Visando reduzir a alocação em indexados à inflação de curto prazo e incluir indexados à inflação de longo prazo na carteira, faremos o seguinte movimento: resgate total do BTG Pactual Inflation, que hoje representa 10% da carteira total, compra de 7,5% em Tesouro IPCA+ 2045 e aumento de 2,5% no JURO11.

Para resumir as movimentações a serem realizadas, elaborei o quadro abaixo:

4Fonte: Finclass

Sendo assim, as carteiras na parcela de renda fixa dinâmica passam a ter exatamente a mesma composição entre suas classes dentre todas as faixas de patrimônio.

PACB11: Uma possível nova recomendação de investimento

Talvez você já tenha notado que por aqui somos defensores de ETFs (Exchange Traded Funds) ou fundos passivos que seguem determinados índices e são negociados em bolsa.

Há uma série de razões para a defesa dessa classe de ativos já tão popular nos EUA e na Europa, mas que ainda engatinha no Brasil:

  • Baixo custo: Normalmente, ETFs apresentam baixa taxa de administração. Isso acontece porque o objetivo de uma gestora de um ETF não é superar um índice de mercado, mas sim replicá-lo. O que significa que o trabalho da equipe de gestão é manter o portfólio do fundo alocado com os percentuais presentes no índice. Com uma equipe boa, do ponto de vista operacional, e algumas ferramentas de tecnologia, você consegue fazer a gestão de um ETF sem maiores problemas.
  • Eficiência tributária: Os ETFs de renda fixa possuem um benefício tributário interessante quando comparado ao investimento direto em títulos. O primeiro benefício é que não há alíquota de IOF, o imposto sobre operações financeiras, para qualquer prazo de investimento. O IOF incide em aplicações até 30 dias, e em ETFs ele não existe.

O segundo benefício é que a alíquota de IR sobre os resultados obtidos é sempre de 15%, enquanto para ativos diretos ela entra na escala decrescente que começa em 22,5% e cai para 15% apenas após dois anos.

O terceiro benefício é que, pelo fato de não possuir “vencimento”, ou seja, quando um ativo que está lá dentro vence ele é redistribuído entre os demais, você não paga imposto de renda sobre os resultados enquanto não resgatar esse investimento. No caso de ativos de renda fixa isso não é verdade. Se investir em um ativo que vence em dois anos, ou qualquer outro prazo, e esse prazo chegar, você vai pagar IR sobre o lucro obtido.

Esse fator aumenta o efeito chamado “bola de neve” para os seus investimentos, o que pode fazer uma diferença relevante a médio e longo prazo.

  • Liquidez elevada: ETFs têm liquidez elevada, ou seja, depois de vender a sua cota, que é negociada em bolsa, seu dinheiro estará disponível em sua conta em dois dias.
  • Diversificação com pouco dinheiro: Com apenas uma cota de um ETF, que por vezes custa menos do que R$ 50, você se expõe a diferentes ativos, reduzindo o risco de concentração.

Entendemos as vantagens dos ETFs, mas por que considerar o PACB11 entre nossos ativos recomendados, ou pelo menos, aprovados, ou seja, podem não estar em nossa alocação base, mas podem entrar como uma possível substituição para outros ativos?

Além dos benefícios citados acima, que englobam os ETFs de renda fixa, podemos citar o fato de que o PACB11 hoje é o ETF de renda fixa com a maior duration do mercado.

O que significa essa duration?

Você pode entender duration como a sensibilidade de preço de um ativo de renda fixa dada a oscilação na sua taxa. Podemos dizer que a duration mede basicamente o risco de mercado de um ativo de renda fixa, ou seja, os tamanhos da oscilação de preço que você vai ver nesse ativo em específico.

Isso significa que, dentre as opções de ETFs de renda fixa, hoje ele é o ativo com a capacidade de trazer o maior retorno com a famosa marcação a mercado.

Vale lembrar que o retorno tende a ser positivo em um momento positivo de mercado, mas se por um acaso o cenário se estressar e entrarmos em um momento negativo deveremos ver impactos negativos relevantes em seu preço também.

Mas de onde vem essa duration? De onde vem o tamanho dessa oscilação de preço?

Vem de sua composição. Todo ETF segue um índice, que não pode ser provido pela mesma gestora de investimentos, no caso da gestão do PACB11, o BTG.

O índice que o PACB11 busca replicar é um índice gerado pela Teva Índices, uma empresa focada no fornecimento de índices para que o mercado de ETFs do Brasil possa se desenvolver. O índice em questão é o ITBR-IPCA Ultra Longo Convexity Enhanced.

Apesar do nome complicado, é muito fácil de entender esse índice, segundo a descrição no próprio site da Teva, o índice acompanha os três títulos do tesouro atrelados ao IPCA de maior prazo do mercado.

Atualmente ,os três títulos do tesouro atrelados ao IPCA com maior prazo do mercado são as NTN-Bs, ou Tesouro IPCA+ com juros semestrais, com vencimento em 2050, 2055 e 2060.

As proporções são as seguintes:

5Fonte: Teva índices

Essa composição hoje fornece uma duration, que é a sensibilidade dos preços dos ativos de renda fixa com base na oscilação de suas taxas de 14 anos, isso significa que se as taxas dos títulos presentes no índice, e consequentemente no ETF, caem 1%, o ativo deve se valorizar aproximadamente 14% só pelo fator marcação a mercado. O inverso também é verdadeiro, em um cenário onde as taxas desses ativos sobem 1% é normal observarmos uma desvalorização de aproximadamente 14%.

Se a oscilação da taxa, tanto para o bem quanto para o mal, caminha para uma alteração de 2%, o impacto no preço advindo única e exclusivamente dos efeitos de marcação a mercado será de aproximadamente 28%, ou seja, os 14 anos de duration multiplicados pelos 2% de oscilação da taxa.

Você deve estar se perguntando se esse nível de oscilação é maior do que a do ETF de IMA-B5+, o IB5M11, e a resposta é sim, as oscilações tendem a ser bem maiores nesse índice.

A duration do IMA-B5+ hoje está em aproximadamente 10 anos, o que significa que a duration do PACB11 é aproximadamente 40% maior do que a do IMA-B5+. Se a consistência dessa duration também é uma dúvida sua, não se preocupe, aqui vai uma comparação histórica entre os dois índices ao longo dos últimos anos:

6Fonte: Teva índices

Se olharmos atentamente o gráfico acima, perceberemos que a duration do índice da Teva, que é seguido pelo PACB11, fica consistentemente acima do IMA-B5+, e isso o coloca como uma alternativa para momentos em que quisermos aumentar o risco de nossa carteira através da alocação em ativos indexados à inflação de longo prazo, fatia hoje composta majoritariamente pelo Tesouro IPCA+ 2045 e pelo IB5M11, ETF do IMA-B 5+ gerido pelo Itaú.

Vamos a outras características do fundo:

7Fonte: BTG Pactual

Destaco a taxa de administração, que é uma das mais baixas do mercado de ETF de renda fixa no Brasil, com um custo de apenas 0,19% ao ano.

Posso investir nesse ETF agora?

Embora o PACB11 seja promissor, alguns pontos ainda precisam estar claros no dia a dia do produto. Apesar de ter conversado com a equipe de gestão do BTG Pactual e ter atestado a qualidade das pessoas que olham para o produto, é importante entender se o operacional está 100% alinhado.

O operacional em um ETF é particularmente importante para que a performance do ETF não se distancie de seu respectivo índice.

Isso é ainda mais importante em um fundo que segue ativos que pagam juros de maneira constante, como é o caso do PACB11. As NTN-Bs 2050 e 2060 pagarão juros agora, no dia 15 de agosto de 2024, e será importante observar se a equipe do BTG conseguirá realizar a alocação seguindo a composição do índice sem maiores problemas.

Não imagino que o pagamento de juros trará grandes problemas para uma equipe tão experiente e com tanta tecnologia como a do time do BTG, mas com o seu dinheiro não se brinca e qualquer dúvida deve ser sanada antes de um ativo entrar na sua carteira de investimentos.

Portanto, se tudo der certo, ou seja, se após o dia 15 de agosto o PACB11 seguir colado com o seu índice, entenderei que a realocação foi realizada com excelência e o fundo deve entrar em uma de nossas recomendações em setembro, até lá vale a pena aguardar, ou simplesmente alocar o seu recurso destinado aos indexados à inflação de longo prazo ao Tesouro IPCA+ 2045.

Oportunidades na plataforma Daycoval

Recentemente, o Daycoval, um banco que já recomendamos há bastante tempo, trouxe duas novas oportunidades que podem se encaixar na sua carteira de investimentos, uma opção pós-fixada e uma opção indexada à inflação de curto prazo:

8Fonte: Daycoval Investe

A LCA 97% do CDI com liquidez diária após 9 meses pode equivaler a um CDB que te paga de 114% a 121% do CDI, dependendo do prazo em que você irá resgatá-la, sem dúvida alguma, dentre as opções de crédito privado pós-fixado no mercado, hoje essa é a melhor opção.

Além disso, temos o CDB IPCA+ 7,5% que vence em dois anos. É importante notar que um título público de mesmo prazo de vencimento hoje paga a taxa de IPCA+ 6,20%, ou seja, esse ativo do IPCA vai te trazer um prêmio de 1,30% ao ano para investir nesse CDB.

É importante ressaltar que nessa opção não há a possibilidade do resgate antecipado, ou seja, você só poderá resgatar esse ativo daqui a exatos dois anos, contados a partir da data de investimento. Então, o prêmio de 1,30% ao ano serve para compensar o risco de crédito maior do banco Daycoval do que o do Tesouro Nacional e a perda da liquidez do seu dinheiro por esse período.

Se essa opção do CDB IPCA+ não consumir mais do que 5% da sua carteira de investimentos, pode ser uma boa opção.

Vale se atentar aos mínimos de aplicação. No caso da LCA, o mínimo para aplicação é de R$ 10 mil, enquanto no CDB o mínimo é de R$ 1 mil.

Assim encerramos o relatório do mês, com o ajuste das carteiras de menor valor, trazendo para o nosso radar um novo ETF de renda fixa e destacando produtos, em instituições já recomendadas, que podem ser muito benéficos para sua carteira.

Espero que tenha gostado.

Abraços,

Guilherme Cadonhotto

Sobre os analistas

Guilherme Cadonhotto

Sócio

Além de Estrategista da Finclass, Guilherme Cadonhotto é reconhecido como um grande especialista em Renda Fixa. Bacharel em Economia pela FGV e pela Nova School of Business and Economics, além de ter mais de 10 anos na gestão de fundos de investimento de Renda Fixa, Crédito Privado e Multimercado, hoje ele ensina seus alunos e seguidores como conseguir, investindo em renda fixa, rendimentos tão grandes (ou até maiores) que os das ações.

Rodrigo Xavier

Analista CNPI, especialista em fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Bacharel em economia com pós-graduação em mercados financeiros, iniciou sua trajetória profissional no ano de 2006, em área de orçamento e custos na CDHU (maior agente promotor de moradia popular no Brasil). Passou 13 anos na Anbima, entidade que representa os principais bancos e gestoras de recursos, onde atuou na concepção e construção de bases de dados, elaboração de relatórios estatísticos, participação ativa em fóruns qualificados, entre outros ligados a fundos e distribuição. Desde o ano de 2021 faz parte do nosso time de análise e acredita que a educação financeira pode trazer um impacto extremamente positivo na vida das pessoas, por isso, decidiu dedicar-se ao propósito de auxiliá-las nessa jornada.