O novo formato de faixas patrimoniais: para otimizar a jornada do assinante, reduzimos de sete para quatro faixas e elaboramos um passo a passo para ajudá-lo a se adaptar à categoria mais adequada de acordo com seu patrimônio investido.
As novas faixas de patrimônio das carteiras de valorização + ajustes pontuais
Escrito por Rodrigo Xavier, Ana Farias em OUTROS
Neste relatório, você encontrará:
A Carteira de Valorização também passou por ajustes bem pontuais, tanto na versão via ativos quanto na versão implementada por fundos.
Este relatório tem como objetivo apresentar a nova estrutura de faixas patrimoniais da Carteira de Valorização. Até aqui, trabalhávamos com sete faixas por ativos e fundos, resultado de uma postura um pouco mais cautelosa na construção das carteiras, agora passaremos a ter apenas quatro faixas.
Talvez você nunca tenha reparado que isso existe, pois, para o assinante da Finclass, basta informar o valor do patrimônio a ser investido que nossa ferramenta já indica automaticamente a carteira correspondente. Porém, por trás disso, existiam sete propostas, que vão incorporando mais ativos/fundos, pontos de equilíbrio e elementos diversificadores à medida que o patrimônio cresce.
Com o tempo, no entanto, as referências monetárias se ajustam, a disponibilidade de opções no mercado muda e até mesmo a jornada do investidor pode demandar simplificações. Por isso a necessidade de adaptação.
Outro ponto que merece destaque é que, apesar da redução das faixas de patrimônio, a alocação estrutural permanece inalterada: 15% em Renda Fixa Pós, 20% em Renda Fixa Dinâmica (pré-fixados e indexados à inflação), 15% em Fundos Imobiliários, 15% em Ações, 12% em Fundos Multimercados, 20% em Ativos Internacionais e 3% em Alternativos.
Ao longo deste relatório, detalharemos os impactos e os ajustes pontuais de adequação decorrentes da mudança, oferecendo o máximo de clareza possível. É importante destacar que essa nova adequação não implica, necessariamente, em alterações imediatas nas carteiras, já que todas (inclusive as que deixaram de existir) seguem ancoradas na alocação estrutural. Vale reforçar também que se trata de uma adaptação muitíssimo próxima ao que já vínhamos praticando.
A nova configuração com quatro faixas não representa, de forma alguma, uma simplificação à custa de qualidade. Pelo contrário, reflete a maturidade do processo: mantém o mesmo rigor técnico e, ao mesmo tempo, traz mais objetividade no acesso às estratégias, otimizando a parte operacional para o investidor.
Para tornar o processo o mais simples possível, montamos um passo a passo detalhado de cada carteira. O objetivo é simplificar e orientar de forma prática a adaptação às novas faixas. Para quem prefere uma leitura mais direta, é possível identificar rapidamente em qual faixa sua carteira se enquadra e ir direto ao texto correspondente.
Orientação iniciais
Antes de detalhar cada uma das faixas patrimoniais, julgamos importante passar alguns recados:
Identificando a sua carteira antiga
De modo geral, reunimos em uma tabela como cada carteira passará a seguir daqui em diante já na nova formatação:
* Investidores com patrimônio superior a R$ 200 mil devem considerar a Faixa 3 no momento da adaptação.
Antes de seguir para o passo a passo, é essencial identificar em qual faixa sua carteira atual se enquadra. A partir dessa identificação, mostramos como estavam estruturadas as carteiras anteriores e quais ajustes serão necessários para adaptar sua alocação ao novo formato.
Ajustes conceituais que foram incluídos nessa adaptação
Importante: as classes de Renda Fixa Pós, FIIs, Ações e Internacional não apenas foram adaptadas, mas também passaram por pequenos ajustes de estrutura.
Renda Fixa Pós (via ativos): como forma de otimizar a carteira, retiramos o Tesouro Selic integralmente.
Fundos imobiliários (via fundos e ativos): o objetivo foi preservar um bom equilíbrio entre os segmentos e, ao mesmo tempo, dar maior relevância a ativos com maior liquidez. Com isso, fizemos alguns ajustes pontuais nas carteiras menores: na faixa de até R$ 50 mil, substituímos o RBFF11 pelo XPML11, com peso de 5,00%. Já na faixa entre R$ 50 mil e R$ 200 mil, o RBFF11 foi trocado pelo XPCI11, com peso de 1,50%. Além disso, o ETF XFIX11, que segue o IFIX, saiu da carteira para valores de até R$ 10 mil, como veremos em detalhes no transcorrer do relatório.
Ações (via ativos): retiramos o ETF BOVV11 que replicava o Ibovespa e era a única peça das carteiras para quem tem até R$ 10 mil, agora a proposta para quem está nessa faixa patrimonial conta com três ações, assim como para quem tinha de R$ 10 mil até R$ 50 mil.
Internacional (via fundos e ativos): inserimos o ouro (GOLD11) em todas as faixas, antes estava só para quem tinha acima de R$ 30 mil. Ele possui um papel estratégico de proteção da carteira, o qual no contexto atual se faz necessário a todas as faixas.
E se algum ativo ou fundo tiver saído da minha carteira por conta destes ajustes de redução das faixas?
Caso um ativo ou fundo deixe de constar na carteira da sua faixa patrimonial, isso não significa que tenha saído das nossas recomendações ou perdido seus fundamentos. Na maioria das vezes, trata-se apenas de uma realocação estratégica.
Sabemos que toda mudança pode gerar desconforto, mas acreditamos que ela é necessária. Ao longo do relatório, vamos detalhar cada passo a ser seguido. Por se tratarem de ativos de qualidade, os ajustes não precisam ser feitos com pressa ou preocupação, pois, mesmo que sua carteira atual esteja divergente da nova proposta, ela continua sendo muito sólida.
Antes de investir nas carteiras da Finclass, tenha a sua reserva de emergência construída por completo
Pode parecer óbvio, mas achamos importante reforçar que a reserva de emergência deve ser construída por completo antes de iniciar seus investimentos na carteira da Finclass.
Imprevistos acontecem. E se você precisar de dinheiro em um momento ruim do mercado, pode ser forçado a resgatar investimentos com prejuízo, justamente quando eles deveriam estar sendo mantidos.
Estes recursos devem ser alocados em um ativo seguro, líquido e previsível (como Tesouro Selic ou CDB de Bancão com liquidez diária), capaz de cobrir de 6 a 12 meses das suas despesas fixas.
A carteira da Finclass foi feita para o longo prazo. Para funcionar bem, ela precisa de tempo e consistência. Por isso, não pule etapas.
Carteira de Valorização – Via ativos
Nesta sessão em específico, apresentamos o guia para adequação da carteira via ativos, voltado a quem prefere essa forma de implementar.
Vale ressaltar que, este é o formato pensado para investidores que gostam de atuar de forma mais participativa no dia a dia, operando diretamente com ativos e assumindo as demandas operacionais que essa escolha envolve.
Carteira via ativos – Até R$ 10 mil
A primeira faixa que antes ia até R$ 10 mil, passa a integrar a categoria de Ativos – até R$ 50 mil, que estamos nomeando de Faixa 1.
Renda Fixa – Pós: a posição de 15% em Tesouro Selic é retirada e substituída por 15% em CDB do Daycoval ou BTG.
Fundos Imobiliários: sai o XFIX11 (7,5%), a posição em RVBI11 é reduzida de 7,5% para 3,0%, e passam a ser incluídos, PVBI11 (3%), XPML11 (5%) e CPTS11 (4%).
Ações: a posição passiva em BOVV11 (15%) é retirada para dar lugar a uma seleção de empresas: Banco do Brasil (BBAS3), Bradesco (BBDC4) e Sanepar (SAPR11), cada uma com 5%.
Internacional: reduzimos a alocação em WRLD11 (VT, no exterior) de 12% para 11% e em USB11 (BND, no exterior) de 8% para 6%, abrindo espaço para a inclusão de 3% em GOLD11 (IAU, no exterior).
Multimercados: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, nada se alterou.
Mas, caso não tenha visto: reduzimos a posição do Ace Capital de 12% para 6%, abrindo espaço para o Genoa Radar (6%).
Renda Fixa Dinâmica e Alternativos: sem alterações.
Carteira via ativos – De R$ 10 mil até R$ até 30 mil
A faixa patrimonial que antes abrangia de R$ 10 mil até R$ 30 mil também passa a ser incorporada à categoria de Ativos – até R$ 50 mil (Faixa 1), assim como a faixa anterior.
Renda Fixa – Pós: a posição de 15% em Tesouro Selic é zerada, e no lugar entra 15% no CDB do Daycoval ou BTG.
Renda Fixa Dinâmica: o B5P211 foi retirado, enquanto a posição em JURO11 foi ampliada de 5% para 7,5%. Já as alocações em ETF FIXA11 ou ETF IDKA11 e no Tesouro IPCA 2050 permanecem inalteradas.
Fundos Imobiliários: o RBFF11 foi retirado da carteira. Três fundos tiveram redução de participação: o RBVI11 de 5% para 3%, o PVBI11 de 3,5% para 3% e o CPTS11 de 5% para 4%. Com esse ajuste, foi adicionado o XPML11, com peso de 5% na carteira.
*Ações: Hoje pela manhã (22), recomendamos a venda de Fleury (FLRY3), que atingiu o preço teto. Em seu lugar, incluímos Bradesco (BBDC4), ação que já era recomendada nas faixas acima de R$ 50 mil e que agora passa a integrar também as demais carteiras.
Internacional: reduzimos a alocação em WRLD11 (VT, no exterior) de 12% para 11% e em USB11 (BND, no exterior) de 8% para 6%, abrindo espaço para a inclusão de 3% em GOLD11 (IAU, no exterior).
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças.
Portanto, se você o leu, não há novidades. Mas, caso não tenha visto: O Ace Capital (6%) permaneceu inalterado. Mas, substituímos o Absolute Vertex pelo Genoa Radar (6%), que até então não fazia parte da carteira.
Alternativos: A exposição em Bitcoin aumenta de 2% para 3%, enquanto a posição em Ethereum (1%) é zerada.
Carteira via ativos – De R$ 30 mil até R$ 50 mil
A última carteira a ser incorporada à faixa Ativos – até R$ 50 mil é a “Ativos – De R$ 30 mil até R$ 50 mil”, ela passa agora a integrar a Faixa 1, “Ativos – até R$ 50 mil”.
Renda Fixa – Pós: a posição de 15% em Tesouro Selic é zerada, e no lugar entram 15% em CDB do Daycoval ou BTG.
Renda Fixa Dinâmica: é retirado o ETF B5P211, enquanto a posição em JURO11 aumenta de 5,0% para 7,5%. As alocações em ETF FIXA11, ETF IDKA11 e Tesouro IPCA 2050 permanecem inalteradas.
Fundos Imobiliários: a alocação em RVBI11 foi elevada de 2% para 3%, PVBI11 de 2,5% para 3% e XPML11, de 2,5% para 5%. Já o CPTS11 teve sua participação reduzida de 4,5% para 4%. Por fim, os fundos RBFF11 e VILG11 foram retirados da carteira.
Ações: hoje pela manhã (22), recomendamos a venda de Fleury (FLRY3), que atingiu o preço teto. Em seu lugar, incluímos Bradesco (BBDC4), ação que já era recomendada nas faixas acima de R$ 50 mil e que agora passa a integrar também as demais carteiras.
Internacional: o ETF WRLD11 sobe de 6,50% para 11% e o ETF USDB11 de 4% para 6%. Já o GOLD11, permanece inalterado, com 3%. Em contrapartida, são retirados BNDX1 (2%), ALUG11 (2,5%) e MS Global Opportunities Dólar (2%).
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Mas, caso não tenha visto: reduzimos de três para duas posições – antes tínhamos Ace Capital (4%), Absolute Vertex (4%) e Kinea Atlas (4%). Agora, retiramos Absolute Vertex e Kinea Atlas, ampliamos o Ace Capital para 6% e incluímos o Genoa Radar, também com 6%, que até então não fazia parte da carteira.
Alternativos: A exposição em Bitcoin aumenta de 2% para 3%, enquanto a alocação em Ethereum (1%) é zerada.
Como vimos até aqui, as três primeiras carteiras foram unificadas em uma única faixa: a Faixa 1, Ativos – até R$ 50 mil.
Carteira via ativos – De R$ 50 mil até R$ 100 mil
Agora, apresentamos a faixa 2: Carteira de R$ 50 mil até R$ 200 mil.
A faixa que antes ia de R$ 50 mil até R$ 100 mil se torna à categoria de Ativos R$ 50 mil até R$ 200 mil.
Renda Fixa – Pós: a posição em Tesouro Selic de 5% é retirada, enquanto o CDB do Daycoval ou BTG sobe de 10% para 15%.
Fundos Imobiliários: A alocação em RVBI11 foi reduzida de 1,75% para 1%, enquanto PVBI11 subiu de 2% para 2,5%, CPTS11 de 2% para 4,5%, XPML11 ampliou de 2% para 3% e VILG11 de 1,75% para 2,5%. Já os fundos RBFF11, BRCR11, VISC11 e LVBI11 foram retirados da carteira.
Ações: hoje pela manhã (22), recomendamos a venda de Fleury (FLRY3), que atingiu o preço teto. Equalizando todas as demais ações em 2,50% cada.
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Mas, caso não tenha visto: antes tínhamos Absolute Vertex (4%), Ace Capital (4%) e Kinea Atlas (4%). Agora, substituímos Ace Capital pelo Genoa Radar (4%), mantemos Absolute Vertex (4%) e Kinea Atlas (4%).
Renda Fixa Dinâmica, Internacional e Alternativos: sem alterações.
Carteira via ativos – De R$ 100 mil até R$ 500 mil
A faixa que antes ia de R$ 100 mil até 500 mil passa a ser classificada como “Ativos – de R$ 50 mil até R$ 200 mil (Faixa 2)”.
É importante mencionar que, se você estava nessa faixa, mas possui mais de R$ 200 mil, deverá se adequar à próxima faixa patrimonial, apresentada na sequência.
Renda Fixa – Pós: a posição em Tesouro Selic de 5% é retirada, enquanto o CDB do Daycoval ou BTG aumenta de 10% para 15%.
Renda Fixa Dinâmica: o KDIF11 foi retirado, dando espaço ao ETF B5P211 (2,50%). Já os ativos JURO11 (5%), FIXA11 ou IDKA11 (5%) e o Tesouro IPCA 2050 (7,5%) permanecem inalterados.
Fundos Imobiliários: a alocação em RVBI11 foi reduzida de 1,5% para 1,0%, enquanto PVBI11 subiu de 1,0% para 2,5%, CPTS11 de 1,75% para 4,5%, XPML11 de 1,5% para 3% e VILG11 de 1,0% para 2,5%. Já os fundos KFOF11, RBVA11, BRCR11, VISC11, LVBI11 e RBFF11 foram retirados da carteira.
Ações: hoje pela manhã (22), recomendamos a venda de Fleury (FLRY3), que atingiu o preço teto. Equalizando todas as demais ações em 2,50% cada.
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Mas, caso não tenha visto: antes tínhamos Absolute Vertex (4%), Ace Capital (4%) e Kinea Atlas (4%). Agora, substituímos Ace Capital pelo Genoa Radar (4%), mantemos Absolute Vertex (4%) e Kinea Atlas (4%).
Alternativos: o Bitcoin permanece com 1%, Ethereum sobe de 0,75% para 1%, e seguem Chainlink com 0,5% e Pendle com 0,5%. Já a posição em ONDO, de 0,25%, é retirada.
Internacional: sem alterações.
As carteiras “Ativos – De R$ 50 mil até R$ 100 mil” e “Ativos – De R$ 100 mil até R$ 500 mil” passam agora a compor a Faixa 2, que vai de R$ 50 mil até R$ 200 mil. Porém, reiteramos novamente que o investidor verifique em qual nível seu patrimônio se encontra: se você acompanhava a carteira Ativos – de R$ 100 mil até R$ 500 mil, mas já possui mais de R$ 200 mil, deve seguir a próxima faixa que apresentaremos a seguir.
Carteira via ativos – De R$ 500 mil até R$ 1 milhão
A carteira via ativos, que antes abrangia o patrimônio de R$ 500 mil a R$ 1 milhão, passa agora a integrar a Faixa 3, Ativos – De R$ 200 mil até R$ 1 milhão.
Renda Fixa – Pós: a posição em Tesouro Selic de 5%, foi retirada da carteira. Já a alocação em CDB do Daycoval ou BTG aumentou de 10% para 15%, reforçando e unificando a parcela pós-fixada com apenas um ativo.
Ações: hoje pela manhã (22), recomendamos a venda de Fleury (FLRY3), que atingiu o preço teto. Equalizando todas as demais ações em 2,50% cada.
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: antes nossa composição incluía Absolute Vertex (3%), Giant Zarathustra (3%), Kapitalo Kappa (3%) e Ibiuna Hedge STH (3%). Agora, com a saída do Giant Zarathustra, a carteira passou a contar com Absolute Vertex (3%), Genoa Radar (3%), Kapitalo Kappa (3%) e Ibiuna Hedge STH (3%).
Renda Fixa Dinâmica, Fundos Imobiliários, Internacional e Alternativos: não houve mudanças.
Como podemos observar, a adaptação a esta nova faixa é bastante simples neste caso.
Carteira via ativos – Acima de R$ 1 milhão
A Faixa 4 continua destinada a investidores com patrimônio acima de R$ 1 milhão. As peças e as ponderações em percentual seguem quase inalteradas, com apenas uma mudança da classe de Renda Fixa – Pós.
A carteira passou por ajustes nas classes de Multimercado e Ações, esta última realizada hoje (22) pela manhã. Reforçamos as alterações a seguir. Caso você já tenha feito os ajustes, não será necessária nenhuma ação adicional.
Renda Fixa – Pós: a posição em Tesouro Selic, que representava 5%, foi retirada. Em contrapartida, o CDB Daycoval ou BTG aumentou sua participação de 10% para 15%, mantendo o peso da classe ajustado.
Ações: hoje pela manhã (22), recomendamos a venda de Fleury (FLRY3), que atingiu o preço teto. Equalizando todas as demais ações em 2,50% cada.
Multimercados: no dia 16/09, publicamos um relatório com mudanças na classe. Caso já tenha acompanhado, não é necessário nenhum ajuste; caso contrário, reforçamos aqui: retiramos o fundo Giant Zarathustra e, em seu lugar, incluímos o Absolute Vertex, que já estava presente em outras faixas patrimoniais. Aproveitamos também para equalizar os pesos de todos os fundos em 3%.
Dessa forma, a carteira passou a ser composta por: Absolute Vertex (3%), Kapitalo Zeta (3%), Ibiúna Hedge STH (3%) e SPX Nimitz (3%).
Renda Fixa Dinâmica, Imobiliário e Internacional: todas as posições foram mantidas
Carteira de Valorização – Via Fundos
O novo formato segue o mesmo racional, uma implementação voltada para o investidor que prefere avaliar gestores e delegar a eles as decisões, inclusive, reduzindo a necessidade de um envolvimento operacional maior.
Por mais que a adaptação das classes de FIIs, Fundos Multimercados, Internacionais e Alternativos seja idêntica à apresentada na carteira via ativos, vamos mantê-las aqui, pois consideramos importante o passo a passo completo aqui.
Carteira via fundos – até R$ 10 mil
A faixa que antes era de Fundos – até R$ 10 mil passa a integrar a categoria de Fundos – até R$ 50 mil (Faixa 1).
Renda Fixa – Pós: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: substituímos o fundo Capitânia Premium (ele permanece entre os aprovados), e trouxemos dois fundos para compor a classe: SPX Seahawk (7,5%) e Solis Pioneiro (7,5%).
Renda Fixa Dinâmica: redução no KDIF11 de 20% para 5%. Como reposição, foram incluídos o IFRA11 (5%) e o Passivo IMA-B (10%).
Fundos Imobiliários: retiramos o passivo XFIX11, além disso, a posição em RVBI11 foi reduzida de 7,5% para 3,0%, e passam a ser incluídos, PVBI11 (3%), XPML11 (5%) e CPTS11 (4%).
Ações: a alocação em Brasil Capital 30 foi reduzida de 15% para 10%. Dando espaço ao fundo Dahlia Total Return (5%).
Internacional: reduzimos a alocação em WRLD11 (VT, no exterior) de 12% para 11% e em USB11 (BND, no exterior) de 8% para 6%, abrindo espaço para a inclusão de 3% em GOLD11 (IAU, no exterior).
Multimercados: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, nada se alterou.
Mas, caso não tenha visto: reduzimos a posição do Ace Capital de 12% para 6%, abrindo espaço para o Genoa Radar (6%).
Alternativos: sem alterações.
Carteira via fundos – De R$10 até R$ 30 mil
A faixa que antes ia de R$ 10 mil a R$ 30 mil também passa a ser incorporada à categoria de Fundos até R$ 50 mil, ou seja, a Faixa 1, assim como a faixa anterior.
Renda Fixa – Pós: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: substituímos o fundo Capitânia Premium (ele permanece entre os aprovados), e trouxemos dois fundos para compor a classe: SPX Seahawk (7,5%) e Solis Pioneiro (7,5%).
Fundos Imobiliários: o RBFF11 foi retirado da carteira. Três fundos tiveram redução de participação: o RBVI11 de 5% para 3%, o PVBI11 de 3,5% para 3% e o CPTS11 de 5% para 4%. Com esse ajuste, foi adicionado o XPML11, com peso de 5% na carteira.
Internacional: reduzimos a alocação em WRLD11 (VT, no exterior) de 12% para 11% e em USB11 (BND, no exterior) de 8% para 6%, abrindo espaço para a inclusão de 3% em GOLD11 (IAU, no exterior).
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Mas, caso não tenha visto: O Ace Capital (6%) permaneceu inalterado. Mas, substituímos o Absolute Vertex pelo Genoa Radar (6%), que até então não fazia parte da carteira.
Alternativos: A exposição em Bitcoin aumenta de 2% para 3%, enquanto a posição em Ethereum (1%) é zerada.
Renda Fixa Dinâmica e Ações: sem mudanças.
Carteira via fundos – De R$ 30 mil até R$ 50 mil
A faixa que antes ia de R$ 30 mil a R$ 50 mil passa a ser incorporada à Faixa 1 (Fundos até R$ 50 mil).
Renda Fixa – Pós: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: substituímos o fundo Capitânia Premium (ele permanece entre os aprovados), e trouxemos dois fundos para compor a classe: SPX Seahawk (7,5%) e Solis Pioneiro (7,5%).
Fundos Imobiliários: a alocação em RVBI11 foi elevada de 2% para 3%, PVBI11 de 2,5% para 3% e XPML11, de 2,5% para 5%. Já o CPTS11 teve sua participação reduzida de 4,5% para 4%. Por fim, os fundos RBFF11 e VILG11 foram retirados da carteira.
Ações: aumento da posição no Brasil Capital 30, que passou de 5% para 10%, em contrapartida, a posição em Ibiúna Equities foi zerada. A posição em Dahlia Total Return (5%) foi mantida.
Internacional: o ETF WRLD11 sobe de 6,50% para 11% e o ETF USDB11 de 4% para 6%. Já o GOLD11, permanece inalterado, com 3%. Em contrapartida, são retirados BNDX1 (2%), ALUG11 (2,5%) e MS Global Opportunities Dólar (2%).
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Mas, caso não tenha visto: reduzimos de três para duas posições – antes tínhamos Ace Capital (4%), Absolute Vertex (4%) e Kinea Atlas (4%). Agora, retiramos Absolute Vertex e Kinea Atlas, ampliamos o Ace Capital para 6% e incluímos o Genoa Radar, também com 6%, que até então não fazia parte da carteira.
Alternativos: A exposição em Bitcoin aumenta de 2% para 3%, enquanto a alocação em Ethereum (1%) é zerada.
Renda Fixa Dinâmica: sem alterações.
Até aqui, revisamos todas as carteiras que foram unificadas na Faixa 1, destinada a fundos de até R$ 50 mil.
Carteira via fundos – De R$ 50 mil até R$ 100 mil
Agora, apresentamos a Faixa 2: carteira de R$ 50 mil até R$ 200 mil.
A faixa que antes ia de R$ 50 mil até R$ 100 mil se torna à categoria de Fundos De R$ 50 mil até R$ 200 mil.
Renda Fixa – Pós: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: substituímos o fundo Capitânia Premium (ele permanece entre os aprovados), e trouxemos dois fundos para compor a classe: SPX Seahawk (7,5%) e Solis Pioneiro (7,5%).
Fundos Imobiliários: A alocação em RVBI11 foi reduzida de 1,75% para 1%, enquanto PVBI11 subiu de 2% para 2,5%, CPTS11 de 2% para 4,5% e VILG11 de 1,75% para 2,5%. Já os fundos RBFF11, BRCR11, VISC11 e LVBI11 foram retirados da carteira.
Ações: ajustes de redução e inclusão. Brasil Capital 30 caiu de 4% para 2,5%, Dahlia Total Return de 4% para 3%, Ibiúna Equities de 4% para 2,5% e Forpus Ações FIC FIA de 3% para 2%. Já o fundo Real Investor foi incluído, com 5%.
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Mas, caso não tenha visto: antes tínhamos Absolute Vertex (4%), Ace Capital (4%) e Kinea Atlas (4%). Agora, substituímos Ace Capital pelo Genoa Radar (4%), mantemos Absolute Vertex (4%) e Kinea Atlas (4%).
Renda Fixa Dinâmica, Internacional e Alternativos: sem alterações.
Carteira via fundos – De R$ 100 mil até R$ 500 mil
A faixa que antes ia de R$ 100 mil até 500 mil passa a ser classificada como “Fundos – De R$ 50 mil até R$ 200.000”.
Ressaltamos que, se você estava nessa faixa, mas possui mais de R$ 200 mil, deverá se adequar à próxima faixa patrimonial, apresentada a seguir.
Renda Fixa – Pós: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: substituímos o fundo Capitânia Premium (ele permanece entre os aprovados), e trouxemos dois fundos para compor a classe: SPX Seahawk (7,5%) e Solis Pioneiro (7,5%).
Fundos Imobiliários: a alocação em RVBI11 foi reduzida de 1,5% para 1,0%, enquanto PVBI11 subiu de 1,0% para 2,5%, CPTS11 de 1,75% para 4,5%, XPML11 de 1,5% para 3% e VILG11 de 1,0% para 2,5%. Já os fundos KFOF11, RBVA11, BRCR11, XPCI11, VISC11, LVBI11 e RBFF11 foram retirados da carteira.
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Mas, caso não tenha visto: antes tínhamos Absolute Vertex (4%), Ace Capital (4%) e Kinea Atlas (4%). Agora, substituímos Ace Capital pelo Genoa Radar (4%), mantemos Absolute Vertex (4%) e Kinea Atlas (4%).
Alternativos: o Bitcoin permanece com 1%, Ethereum sobe de 0,75% para 1%, e seguem Chainlink com 0,5% e Pendle com 0,5%. Já a posição em ONDO, de 0,25%, é retirada.
Renda Fixa Dinâmica, Ações e Internacional: permaneceram inalteradas.
As carteiras “Fundos – De R$ 50 mil até R$ 100 mil” e “Fundos – De R$ 100 mil até R$ 500 mil” passam agora a compor a Faixa 2, que vai de R$ 50 mil até R$ 200 mil.
Porém, reiteramos que você verifique em qual nível seu patrimônio se encontra: se você acompanhava a carteira “Fundos – De R$ 100 mil até R$ 500 mil”, mas já possui mais de R$ 200 mil, deve seguir a próxima faixa que apresentaremos a seguir.
Carteira via fundos – De R$ 500 mil até R$ 1 milhão
A carteira via fundos, que antes abrangia o patrimônio de R$ 500 mil a R$ 1 milhão, passa agora a integrar a Faixa 3, de R$ 200 mil até R$ 1 milhão.
Renda Fixa – Pós: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: substituímos o Capitânia Premium e pelo Solis Pioneiro (7,5%). Já o SPX Seahawk (7,5%) foi mantido.
Ações: o Brasil Capital 30 reduziu de 3,0% para 2,5%; o Dahlia Total Return foi retirado da faixa; o Oceana Long Bias aumentou de 2,0% para 3,0%; o Real Investor passou de 3,0% para 5,0%; já o Forpus permaneceu inalterado.
Multimercado: o relatório de Fundos publicado em 16/09 já havia “antecipado” essas mudanças. Portanto, se você o leu, não há novidades.
Caso não tenha visto: antes nossa composição incluía Absolute Vertex (3%), Giant Zarathustra (3%), Kapitalo Kappa (3%) e Ibiuna Hedge STH (3%). Agora, com a saída do Giant Zarathustra, a carteira passou a contar com Absolute Vertex (3%), Genoa Radar (3%), Kapitalo Kappa (3%) e Ibiuna Hedge STH (3%).
Renda Fixa Dinâmica, Fundos Imobiliários, Ações, Internacional e Alternativos: todas as posições foram mantidas, sem alterações.
A carteira “Fundos – De R$ 500 mil até R$ 1 milhão” passa agora a fazer parte da Faixa 3, que abrange patrimônios de (200 mil até R$ 1 milhão), uma mudança que já estava bastante alinhada com o perfil dessa carteira.
Carteira via fundos – Acima de R$ 1 milhão
A Faixa 4 continua destinada a investidores com patrimônio acima de R$ 1 milhão. As peças e as ponderações em percentual seguem inalteradas, mas a carteira passou por algumas mudanças recentes, divulgadas no último relatório de Fundos em 16/09.
Como as mudanças são recentes, vamos reforçá-las aqui. Se você já fez os ajustes, não será necessário mudanças.
Para quem ainda não viu o recente relatório de Fundos que publicamos:
Renda Fixa – Pós: retiramos o Capitânia Radar 90. Agora, a classe está assim distribuída: SPX Seahawk aumentou de 6,00% para 7,50%, enquanto Valora Guardian e Solis Antares passaram de 2,00% para 3,75% cada.
Multimercados: Com a saída do Giant Zarathustra e a entrada do Absolute Vertex, aproveitamos para equalizar os pesos de todos os fundos em 3%. Assim, a carteira ficou composta por: Absolute Vertex (3%), Kapitalo Zeta (3%), Ibiúna Hedge STH (3%) e SPX Nimitz (3%).
Renda Fixa Dinâmica, Fundos Imobiliários, Ações, Internacional e Alternativos: sem alterações.
Conclusão
A reestruturação das faixas trouxe poucas mudanças do ponto de vista efetivo, a maior parte se manteve e apenas ajustes pontuais foram feitos, para acomodar a redução de sete para quatro faixas e patrimônio e algumas questões específicas que abordamos em detalhes para que nada lhe escape.
A alocação estrutural segue a mesma e não há necessidade de pressa para se adaptar — essa transição pode ser feita de maneira gradual.
Vale reforçar que estamos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas, inclusive ao vivo, todas as quartas-feiras às 17h.
Além disso, já realizamos uma live extraordinária, que está gravada, sobre a redução de faixas — explicando em detalhes o que aconteceu e respondendo a diversas dúvidas. Clique aqui para assistir.
Um grande abraço e bons investimentos!
Rodrigo Xavier e Ana Farias
Sobre os analistas
Rodrigo Xavier
Analista CNPI, especialista em fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Bacharel em economia com pós-graduação em mercados financeiros, iniciou sua trajetória profissional no ano de 2006, em área de orçamento e custos na CDHU (maior agente promotor de moradia popular no Brasil). Passou 13 anos na Anbima, entidade que representa os principais bancos e gestoras de recursos, onde atuou na concepção e construção de bases de dados, elaboração de relatórios estatísticos, participação ativa em fóruns qualificados, entre outros ligados a fundos e distribuição. Desde o ano de 2021 faz parte do nosso time de análise e acredita que a educação financeira pode trazer um impacto extremamente positivo na vida das pessoas, por isso, decidiu dedicar-se ao propósito de auxiliá-las nessa jornada.
Ana Farias
Analista de Fundos
Analista CNPI, analista de fundos de investimentos e alocação de ativos da Finclass. Formada em Ciências Econômicas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e técnica em Administração pela Escola Técnica Estadual (ETEC). Atuo desde o início da carreira no mercado financeiro, com experiência nas áreas de Inteligência de Mercado no Bradesco, Estratégia Comercial e Estratégia de Investimento no Banco Safra. Atualmente, sou analista de fundos e alocação de portfólio na Finclass, com foco em comunicar finanças de maneira clara e acessível para apoiar a tomada de decisões financeiras.