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Atualizações do cenário macroeconômico + Revisão de estimativas para Telefônica Brasil/Vivo (VIVT3)

Escrito por Fillipe Colus, Guilherme Cadonhotto, Luciana Seabra em RENDA TOTAL

12 min de leitura

No relatório de hoje, vamos abordar dois tópicos distintos, mas muito importantes para a série Renda Total.

O primeiro deles está relacionado a atualizações que afetam o cenário macroeconômico atual: (i) a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central para decisão de subida da taxa Selic, que acontece na data de publicação deste relatório (8 de dezembro de 2021); (ii) o recesso parlamentar, que suspende as atividades políticas do Congresso Nacional de 23 de dezembro deste ano até 1º de fevereiro de 2022; (iii) o andamento da PEC dos Precatórios; e (iv) as descobertas mais recentes sobre a nova variante do coronavírus, a ômicron.

Já o segundo tem relação com alguns acontecimentos no segmento de telefonia móvel, principalmente em relação à implementação de novas tecnologias. Eles viraram notícia nos últimos meses e nos levaram a atualizar o nosso cenário da Vivo (VIVT3), empresa que faz parte da carteira Renda Total. No caso, estamos falando da chegada da tecnologia 5G no Brasil.

Vamos começar!

Atualização do cenário macroeconômico

Hoje acontece a última reunião do Copom deste ano. O comitê se reúne a cada 45 dias para avaliar a taxa básica de juros do país, a Selic, e fazer alterações caso sejam necessárias.

Atualmente, estamos em um ciclo de elevação da taxa, e, no seu último relatório, o Banco Central deixou encomendado um aumento de 1,50 ponto percentual (ou 150 pontos-base) para a próxima reunião – no caso, a de hoje.

Caso o aumento seja confirmado (este relatório será publicado antes da decisão), a Selic fecharia o ano em 9,25%.

Esse aumento de 1,5 p.p. já está praticamente na conta do mercado em geral, que, na data em que publicamos este relatório, acredita que a alteração já está contabilizada na curva de juros e na taxa dos títulos públicos. Apenas um reajuste diferente de 1,5 p.p. trará alguma volatilidade para o mercado de renda fixa.

Já o recesso anual marca o fim das atividades do Congresso Nacional em 2021. A pausa aumenta o tempo da tomada de decisão de Brasília, o que é negativo, principalmente para o andamento das matérias e pautas em discussão na casa.

A grande decisão que precisa ser resolvida ainda neste ano era a PEC dos Precatórios, que recebeu aval favorável no Senado por grande maioria (61 votos contra 10) e agora volta para a Câmara. No entanto, ainda é necessário procurar um meio-termo entre as duas casas para que o texto passe a valer desde já, uma dificuldade técnica que está sendo endereçada nesta primeira semana de dezembro em Brasília.

Após a PEC ser promulgada, o próximo desafio de deputados e senadores será o do Orçamento de 2022. Técnicos do Ministério da Economia já dizem ser necessário fazer cortes no valor de R$ 2,6 bilhões para que os gastos fiquem dentro do orçamento atual. Mesmo contabilizando os R$ 106 bilhões adicionais que vieram decorrentes da PEC dos Precatórios.

Por último, porém não menos importante, com base nos dados mais recentes sobre a variante ômicron do coronavírus obtidas nos Estados Unidos após os casos rapidamente se espalharem no país, representantes do Departamento de Saúde norte-americano apontam que, apesar de ser mais contagiosa, a variante seja menos agressiva que a delta, que continua sendo a principal causadora de internações no país.

Tal hipótese foi formulada após análises obtidas dos vírus encontrados na África do Sul (país que registrou os primeiros casos da ômicron) e Estados Unidos, mas até mesmo o conselheiro-chefe de saúde da Casa Branca, Anthony Fauci, afirmou na última segunda em anúncio oficial: “Temos que ser muitos cautelosos antes de tirarmos qualquer conclusão precipitada se a variante é menos severa ou se realmente não causa nenhum efeito severo, em comparação com a variante delta”, ressaltou.

Esses foram os acontecimentos mais importantes do último mês de novembro, e queremos pontuar que o grande ponto positivo foi a aprovação da PEC dos Precatórios no Senado. Caso não fosse aprovada até o próximo dia 23 de dezembro, seria votada apenas depois do retorno do recesso parlamentar, em fevereiro do ano que vem, o que atrasaria ainda mais a aplicação da medida.

Veja como o mercado respondeu positivamente a esse resultado, comparando a curva de juros de uma semana atrás com a da primeira semana de dezembro. Percebe-se uma clara redução do cenário de expectativas de juros para o país:

Fonte: Broadcast

Lembramos que uma redução do cenário de juros é positiva para a economia como um todo, pois quanto maiores as perspectivas de juros futuros, menores são as da atividade econômica e do crescimento.

Depois de abordar os principais acontecimentos das últimas semanas, vamos à nossa atualização do cenário para a Vivo (VIVT3), em uma análise feita com a colaboração do time de ações da Spiti, liderado pela analista Aline Tavares.

O que é a Telefônica Brasil/Vivo?

A Telefônica Brasil, detentora da marca Vivo, hoje é a maior empresa de telecomunicações do país, com 33 mil colaboradores diretos e 101 mil prestadores de serviços e terceirizados (chamados de aliados). A companhia possui cerca de 97,4 milhões de acessos na operação móvel e fixa.

A empresa oferece em seu portfólio diversificado de produtos: serviços de voz (fixos e móveis), dados móveis, banda larga fixa, ultra banda larga, TV por assinatura, tecnologia da informação e serviços digitais (como, por exemplo, serviços financeiros, de nuvem, de entretenimento e segurança).

No segmento móvel, é líder em market share (participação no mercado), o que corresponde a 33% do total de linha ativas no Brasil, ou 82,3 milhões de linhas em operação. A Telefônica Brasil hoje cobre cerca de 92,5% da população com a rede 4G e lançou a tecnologia 4,5G em cerca de 2.200 cidades em setembro de 2021.

No segmento fixo, alcançaram 18,3 milhões de casas passadas (HPs – homes passed) com tecnologia de fibra ótica até a casa do cliente (FTTH – fiber to the home) em 309 cidades até setembro de 2021. Todas as cidades que já possuem FTTH já contam com a tecnologia de TV sobre fibra (IPTV).

Estrutura de governança

Fonte: Vivo

A Telefonica Brasil/Vivo faz parte do Novo Mercado, que se configura como o mais alto nível de governança corporativa das empresas listadas na B3.

As empresas que fazem parte do Novo Mercado garantem aos seus acionistas minoritários um tag along de 100%, o que significa que, em caso de venda do controle da companhia, esses acionistas possuem o direito de vender suas ações pelo mesmo preço ofertado aos acionistas majoritários.

Atualmente, a Telefônica Brasil/Vivo possui um acionista controlador, que é o grupo espanhol Telefónica, com 73,58%. O restante da composição acionária está em ações em circulação.

Setor de telecomunicações no Brasil

O mercado consumidor brasileiro está cada vez mais conhecedor e exigente, buscando não só a melhor prestação de serviços, como também o melhor custo-benefício. Dessa forma, as operadoras priorizaram a expansão e digitalização das interações empresa-cliente.

A concorrência nos mercados fixo e móvel continuou intensa no último ano e, diante da alta demanda por conectividade, o setor está focado na modernização e inovação para permanecer competitivo no mercado.

As empresas líderes têm direcionado esforços e investimentos para a transformação digital dos negócios, com o objetivo de melhorar o equilíbrio entre crescimento e fidelização do cliente, crescimento de receita e margens. Por esses motivos, as principais operadoras aceleraram a cobertura de 4,5G, lançaram fibra e continuaram a incluir serviços de valor adicionado nas ofertas para diferenciar seus portfólios móveis e fixos.

No mercado de telefonia móvel, continua líder em participação de mercado (market share), com 33,0% de participação. A competição permaneceu intensa na expansão da cobertura da rede 4G e 4,5G e no crescimento de assinantes.

A Telefônica Brasil/Vivo é líder do mercado de telefonia móvel em 13 estados: Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Sergipe. A TIM, empresa brasileira de telefonia e subsidiária da Telecom Italia, lidera o mercado de telefonia móvel em quatro estados: Alagoas, Paraná, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. A Oi lidera serviços móveis em três estados: Paraíba, Ceará e Pernambuco. Claro Brasil (Claro) é uma operadora de telefonia móvel controlada pela mexicana America Móvil Group e lidera o serviço de telefonia móvel em sete estados: Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins (segundo Anatel, em dezembro de 2020).

Importante mencionar que, em dezembro de 2020, a Oi vendeu suas redes de telefonia e internet móveis para o consórcio criado pela Vivo, TIM e Claro, por um montante de R$ 16,5 bilhões. A operação ainda depende da deliberação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), embora ainda enfrente oposição de provedores de telecomunicações insatisfeitos com a transação. No último dia 3 de novembro, a Superintendência-Geral do Cade recomendou a aprovação do negócio, desde que acompanhado de medidas para atenuar os efeitos da concentração de mercado e descartou a necessidade de venda de ativos. O colegiado possui prazo até fevereiro para chegar a uma decisão. O posicionamento seguiu a mesma linha da área técnica da Anatel, que em setembro emitiu parecer favorável à transação, mas com contrapartidas para sustentar um nível saudável de competição no setor.

As rivais Vivo, TIM e Claro passarão a deter, conjuntamente, 98,3% do mercado nacional de voz e dados móveis após o fatiamento das redes da Oi.

No segmento fixo, os serviços de telefonia fixa e de TV paga reportaram desconexões, de acordo com a Anatel. Na banda larga, o mercado continuou a se expandir principalmente em acessos ultra banda larga e fibra. Os principais concorrentes da Vivo em serviços de telecomunicações fixas são a Claro Brasil (que inclui NET, Claro e Embratel) e a Oi, que é mais forte em serviços fixos fora do estado de São Paulo. A TIM (uma subsidiária da Telecom Italia) oferece sua rede de banda larga fixa TIM Live em 20 cidades. A SKY, atualmente controlada pela AT&T, possui serviços de TV por assinatura e banda larga (LTE TDD 4G). Além disso, a companhia possui a concorrência de milhares de provedores de serviços regionais em todo o país.

Para esse segmento específico, em setembro de 2019 foi aprovado o Projeto de Lei nº 79/2016, que foi sancionado sob a Lei nº 13.879/2019 e prevê, entre outros pontos, a possibilidade de migração dos serviços de telefonia fixa atualmente sob regime de concessão para o regime de autorização, bem como a possibilidade de renovações sucessivas das outorgas para uso de espectro de radiofrequência em serviços de telecomunicações. Em fevereiro de 2021, a Anatel publicou as regras para a adaptação de concessão para autorização da telefonia fixa.

Sob esse novo regime, em setembro de 2021, o número de linhas fixas sendo ofertadas pelas empresas autorizadas se tornou praticamente equivalente ao das concessionárias. A principal operadora que opera em regime de autorização é a Claro, enquanto as duas maiores concessionárias são Oi e Vivo, herdeiras das redes legadas de telefonia fixa ainda pré-privatização, ainda que a Vivo ainda tenha um expressivo número de clientes em autorização, herdados da compra da GVT.

Perspectivas para a empresa

O principal foco da empresa hoje é a digitalização. A Vivo entende que esse será o vetor principal de transformação do Brasil e está expandindo sua atuação para além da conectividade e se tornando um ecossistema digital.

Fonte: Vivo

Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Comscore (consultoria), o Brasil possui a quinta maior população online do mundo. Essa mesma população fica por mais de 10 horas navegando pela internet por dia, 3h31 minutos por dia em redes sociais e possui mais de 120 milhões de contas no WhatsApp.

Apesar do momento difícil na pandemia, o evento mostrou que os “hábitos digitais” vieram para ficar. Segundo dados da Hibou (estudo de hábitos e comportamentos com a vacinação e o fim do isolamento em abril de 2021):

Fonte: Vivo

Ativos da Oi Móvel

Em dezembro de 2020, o serviço de telefonia móvel da Oi foi a leilão judicial, quando seus concorrentes TIM, Claro e Telefônica Brasil apresentaram oferta conjunta no montante de R$ 16,5 bilhões, conforme mencionado anteriormente.

Para a Telefônica Brasil/Vivo, a aquisição dos ativos da Oi permitirá uma melhoria da rede móvel (através das sinergias operacionais, em decorrência da melhoria na experiência de uso e qualidade do serviço prestado), além da aceleração da digitalização no Brasil em razão do reforço na capacidade de investimento, inovação tecnológica e competitividade.

Fonte: Vivo

Após o pedido de prorrogação por mais 90 dias pela Superintendência-Geral, o Cade possui prazo até fevereiro de 2022 para concluir os trabalhos e decidir ou não pela aprovação da operação.

Fibra ótica

Com base nesse preceito de digitalização, nosso otimismo em relação à companhia é referente à expansão de fibra ótica. Em março de 2021, a Telefônica Brasil/Vivo fechou um acordo comercial com o fundo canadense CDQP para expandir a sua rede de fibra ótica no país com a criação da empresa FiBrasil. A operação representou um investimento total pela CDQP de R$ 1,8 bilhão (incluindo pagamentos para a Vivo e contribuições para a FiBrasil) em troca de uma participação de 50% na FiBrasil.

A FiBrasil, que nasce como empresa líder no mercado de atacado de fibra no país, começa sua operação com, aproximadamente, 1,6 milhão de casas passadas em FTTH (fiber to the home – fibra ótica), e seu plano de negócios visa atingir cerca de 5,5 milhões de lares em quatro anos, com foco em cidades médias fora do estado de São Paulo. A Vivo, como cliente âncora da FiBrasil, acelerará a execução de sua estratégia de crescimento no mercado de fibra, expandindo sua cobertura dos atuais 16,3 milhões de casas com tecnologia FTTH para 24 milhões, ao final de 2024, potencializando o cross selling de serviços a seus clientes, maximizando o retorno sobre o capital investido e consolidando-se como operador líder convergente no país.

Fonte: Vivo

Tecnologia 5G

O 5G é a mais recente tecnologia dos serviços móveis que vem para suceder o 4G. A letra G se refere à Geração, logo o 5G é a quinta geração, que promete mudanças ainda mais intensas na sociedade.

Enquanto a tecnologia 1G tinha velocidade de 2kbit/s e o 4G garantia tráfego de 1 Gbit/s, o 5G terá velocidade para baixar informações de até 1001 Gbit/s. Enquanto a latência (diferença na resposta na transmissão de dados) era de 60-98 milissegundos no 4G, no 5G ela será reduzida para menos de 1 milissegundo. Já a capacidade de conectar dispositivos poderá abranger até 1 milhão de aparelhos por quilômetro quadrado.

Um fator relevante é que a tecnologia do 5G se relaciona fortemente com a tecnologia de fibra ótica utilizada em banda larga fixa e em toda a rede de infraestrutura. Ela possibilita que a comunicação entre as torres de transmissão seja feita de maneira mais veloz quando comparada com a transmissão via cabos de cobre, que possui menor qualidade e maior interferência. Assim, o 5G deve acompanhar uma tecnologia compatível, que no caso seria a fibra.

Com essa nova tecnologia, a gama de serviços oferecidos pode aumentar ainda mais. Ideias que eram consideradas distantes podem estar cada vez mais próximas de ser tornarem uma realidade, como veículos autônomos e aplicações vinculadas à Internet das Coisas (IoT).

E, pensando na digitalização e na modernização da rede, a Vivo participou do leilão da tecnologia do 5G que aconteceu no início de novembro.

A companhia foi vencedora de alguns lotes, com as frequências de 26GHz (que permitirá que a empresa incremente a capacidade de sua rede em áreas urbanas mais densas), e será utilizada, em conjunto com as frequências de 3.500MHz e 2.300MHz, para oferecer capacidade espectral para implantação da tecnologia de quinta geração (5G) em todo o território nacional.

A Vivo deverá ser a mais beneficiada no curto prazo pela nova tecnologia, dado sua vantagem de infraestrutura fibra que encontra forte sinergia com a tecnologia do 5G.

Joint venture entre Vivo e Ânima Educação

Ao final de outubro, a companhia anunciou que assinou um memorando de entendimento não vinculante com a Ânima Educação para formação de uma joint venture na área de educação, com o objetivo de ampliar o portfólio de serviços digitais.

A joint venture, em que cada empresa terá participação de 50%, tem a finalidade de operacionalizar uma plataforma digital de educação com cursos livres de capacitação, com foco em educação continuada e empregabilidade em áreas de tecnologia, gestão, negócios e turismo.

Segundo a Vivo, ao associar o know-how da Ânima Educação em fornecer cursos na modalidade digital à sua capacidade de distribuição em escala, a nova empresa ofertará aos clientes trilhas personalizadas, com conteúdo atual e com demanda no mercado de trabalho.

As atividades têm previsão de início em 2022, com uma equipe própria e independente.

A conclusão da operação se encontra sujeita à negociação e celebração dos documentos definitivos, bem como à aprovação prévia do Cade.

Essa iniciativa reforça o posicionamento da Vivo como um hub de serviços digitais, com o objetivo de atender a todas as necessidades de tecnologia de seus clientes e visando promover serviços de educação acessíveis e de qualidade.

Fonte: Vivo

Conclusão

Com base em todas as mudanças que estão ocorrendo recentemente no setor de telecomunicações do país, entendemos que a Telefônica Brasil/Vivo (VIVT3) é a empresa que se encontra mais bem preparada em termos de infraestrutura. Está capitalizada, realiza uma alocação de capital ótima, além de ser uma companhia com histórico de execução premium.

Os principais pilares que vão continuar fortes na tese de investimentos da companhia são (i) a expansão da fibra ótica e (ii) o serviço móvel através da geração de valor ao consumidor direcionado à melhoria dos serviços de 4G (e, num futuro próximo, o 5G).

Em relação ao cenário macroeconômico, introduzimos em nosso modelo o atual ciclo de elevação da taxa Selic, que antes não estava em ação quando recomendamos a Telefônica Brasil/Vivo, exatamente um ano atrás, em 2 de dezembro de 2020 na série Renda Total.

Quanto às nossas projeções para os próximos anos, abaixo apresentamos o gráfico com nossas estimativas de receita líquida, Ebitda e lucro líquido de 2022 a 2024:

Com base nesse modelo, reiteramos a nossa recomendação de compra para Telefônica Brasil/Vivo (VIVT3) com preço-alvo de R$58.

Abraços,

Gui Cadonhotto e Filipe Colus

Sobre os analistas

Fillipe Colus

É especialista em renda fixa da Spiti, bacharel em Engenharia Mecânica e especialista em Finanças. Auxiliou mais de 15 empresas com recomendações financeiras e operacionais em dois anos de consultoria estratégia e trabalhou na KPMG, ao lado de executivos e diretores de empresas líderes de segmentos, bem como no mercado público, auxiliando órgãos federais. Acredita que conhecimento bom deve ser repassado de uma forma simples e direta. Por isso, adora falar de finanças para quebrar tabus, e faz isso até nas horas vagas.

Guilherme Cadonhotto

Sócio

Além de estrategista-chefe da Finclass, Guilherme Cadonhotto é reconhecido como uma das principais autoridades brasileiras em renda fixa, ensinando seus assinantes e seguidores como conseguir, investindo em renda fixa, rendimentos tão grandes (ou até maiores) que os das ações.

Luciana Seabra

Fundadora

Fundadora da Spiti, uma das maiores casas de análise do Brasil, Luciana Seabra é reconhecida por sua abordagem clara e acessível para explicar assuntos complexos relacionados ao mundo financeiro para o público em geral.