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Depois de um bom ano para investimentos internacionais, como se preparar para 2025?

Escrito por Felipe Arrais em INTERNACIONAL

12 min de leitura

Neste relatório, você encontrará:

  • Um ano marcado por incertezas e mudanças de direção: eleições nos EUA e conflitos geopolíticos trouxeram desafios ao cenário global, mas não foram capazes de abalar o desempenho da nossa carteira internacional. Até o fechamento deste relatório, ela acumulou uma valorização de 15,4% em dólares e impressionantes 41,5% em reais, incluindo o ouro como parte da estratégia.

  • Reflexão sobre o próximo passo após resultados consideráveis, em um ano de fortes ganhos; é fundamental evitar mudanças abruptas na estratégia de investimento ou suspender novos aportes, por conta da valorização do dólar. A disciplina e o foco no longo prazo permanecem indispensáveis para aproveitar futuras oportunidades e sustentar a consistência dos resultados.

  • Por fim, uma breve perspectiva para o ano de 2025, em que esperamos novamente retornos positivos em dólares para nossos ativos dolarizados. Nossa carteira internacional segue bem alocada e pronta para surfar as oportunidades neste ano que se inicia. 

Mais um ano se encerrando, chegou o momento de olhar para trás e verificar os resultados gerados ao longo do ano, além de nos questionar sobre possíveis alterações em nossas carteiras no ano que se inicia. 

Pensamos em fazer um relatório leve, porém, extremamente importante que possa te ajudar a não cometer erros comuns que investidores tendem a cometer depois de um bom ano para a carteira internacional. 

Nossa intenção não é fazer um relatório de performance agora. Afinal, queremos preparar um material inteiramente dedicado a esse tema, assim que o novo ano começar, trazendo os resultados completos do início ao fim de 2024. Até porque, o ano ainda não acabou.

Mas, permita-nos recapitular brevemente alguns fatos que vivenciamos ao longo do ano.

Para quem não se lembra, começamos 2024 com a expectativa de que os juros nos EUA poderiam ser reduzidos já no primeiro trimestre, em março. No entanto, a combinação de uma economia bastante resiliente, um mercado de trabalho robusto e uma inflação persistente mudaram o cenário. Com isso, o mercado ajustou suas projeções, passando a esperar  juros elevados por mais tempo, adiando o início do ciclo de cortes.

Os resultados corporativos, de modo geral, se mantiveram sólidos, oferecendo suporte ao mercado acionário. Em especial, as sete maiores empresas dos EUA lideraram o movimento de valorização, impulsionando o desempenho do mercado como um todo.

O cenário eleitoral, que era esperado para ganhar destaque apenas mais próximo à data das eleições, teve os "holofotes" antecipados devido à troca de candidato democrata, após a desistência de Joe Biden. A disputa tornou-se ainda mais intensa com o atentado ao então candidato Donald Trump, adicionando tensão ao já acirrado contexto político.

Donald Trump, presidente eleito, tem sido visto como um líder cuja política pode gerar impactos inflacionários na economia americana, especialmente devido à imposição de tarifas sobre as importações de parceiros comerciais. Esse tema tem sido amplamente debatido no mercado, enquanto tentamos projetar os possíveis caminhos para os ativos a partir de 2025. Afinal, se a inflação continuar presente e a economia aquecida, o Federal Reserve (FED) poderá enfrentar dificuldades para continuar com os cortes nas taxas de juros.

Do outro lado do Atlântico, a Europa apresenta um cenário de atividade econômica enfraquecida, mas relativamente bem-posicionada, para continuar reduzindo os juros na tentativa de impulsionar a economia, já que a inflação parece estar sob controle. Porém, o bloco europeu enfrentará desafios adicionais, como o impacto de possíveis tarifas impostas pelos EUA, os reflexos de conflitos geopolíticos próximos e a influência da China, ainda em busca de estímulos para reaquecer sua economia.

Mesmo que o ano tenha sido repleto de desafios e surpresas, a performance, até aqui, parece não se abalar, com a carteira internacional sendo uma das principais contribuições para nossa carteira de valorização na Finclass. 

Até o momento que escrevemos o relatório, nossa carteira, representada por ALUG11, WRLD11, USDB11, BNDX11 e GOLD11 (mesma alocação proposta na maior parte das carteiras), se valoriza mais de 15% em dólar; mas em um ano que o real se desvalorizou muito, a rentabilidade em reais é ainda mais impressionante, com 41,5% entregues até aqui. 

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Diante dessa performance que contribuiu muito para a nossa carteira de valorização neste ano complicado para o Brasil, vamos falar um pouco sobre o que fazer no futuro, ou melhor, o que não fazer. 

O que não fazer entrando em 2025

O primeiro ponto pode parecer óbvio para muitos, mas é uma armadilha comum; somos facilmente influenciados pelo chamado "viés de retrovisor", em situações como essa. Temos a tendência de enxergar os comportamentos recentes do mercado como uma tendência que continuará, o que pode levar a decisões precipitadas e potencialmente arriscadas.

Foi um ano ruim para o Brasil, mas muito bom para investimentos internacionais. É natural surgir a vontade de aumentar o tamanho de nossa fatia internacional. Perguntas, como essa, chegam a todo momento para nós, por isso, elencamos alguns pontos que julgamos importantes.

Não faça alterações drásticas no tamanho da sua fatia internacional.

A performance recente reflete eventos passados que podem não se repetir no futuro. Aliás, há quem argumente que, após um ano muito ruim para uma determinada classe de ativos, as chances de uma recuperação no ano seguinte aumentam. 

Nesse contexto, vender grande parte ou até todos os ativos brasileiros para ampliar a exposição internacional, pode ser uma decisão precipitada e irracional. Isso não apenas cristalizaria perdas que podem ser temporárias, mas também faria você abrir mão de uma possível recuperação rápida, caso surjam sinais de melhora no cenário brasileiro.

Alterações na alocação estrutural são mais raras

Quando estamos desenvolvendo uma alocação estrutural, ela é pensada para o longo prazo e preparada para poder performar apesar de eventuais movimentos complicados. A maior parte das modificações propostas pelos analistas é feita dentro de cada caixinha, mas sem alterar o percentual da caixinha em si. 

Por exemplo, nosso analista de FIIs, Ricardo Figueiredo, pode mudar a composição da carteira de FIIs para um perfil mais defensivo, sem necessariamente termos que diminuir a alocação em FIIs. 

Isso pode levantar questionamentos sobre possíveis alterações no tamanho da fatia ou na composição dela. 

Nossos estudos, que culminaram na alocação proposta na Finclass, nos deixaram confortáveis em definir uma fatia estrutural de 20% em investimentos dolarizados, sendo três pontos percentuais em ouro como proteção. Uma grande queda nos fundamentos utilizados por nós poderia nos fazer recalcular a rota, o que não é muito recorrente.  

Agora, mudanças dentro da fatia internacional são mais plausíveis de serem propostas, e estamos avaliando a todo momento. A carteira modelo disponível na Finclass reflete a nossa atual convicção e, enquanto permanecer inalterada, significa que ela deve ser seguida daquela maneira, mesmo que estejamos em um momento mais desafiador. 

Faz pouco tempo que reequilibramos os percentuais de ações, Reits e a renda fixa internacional;  se chegarmos à conclusão de que alguma alteração é necessária, faremos um relatório completo explicando os motivos racionais da mudança. 

Não deixe de investir por conta do patamar elevado do dólar

Se por um lado temos investidores que querem mergulhar de cabeça nos investimentos internacionais depois de um ano bom, outros ficam apreensivos, com a impressão de que os preços podem já estar altos demais para continuar comprando. 

Isso é agravado nos investimentos internacionais, por conta da exposição ao dólar. Se o dólar se apreciar frente ao real, você terá uma maior valorização dos seus ativos internacionais quando analisados em reais. 

Por isso, com o dólar elevado, muitos querem aguardar um melhor ponto de compra para os investimentos internacionais. Nós julgamos extremamente ineficaz a estratégia de fazer gestão ativa dos pontos de compra e venda, com base no preço atual do dólar. 

Pense conosco, se estamos mirando no longo prazo e fazemos investimento de forma recorrente, importa menos se em um determinado ano você fez compras com um dólar um pouco mais caro, pois isso tende a se diluir ao longo do tempo. 

Inclusive, sempre contamos sobre o que aconteceu em 2020, quando o dólar iniciou o ano valendo aproximadamente R$ 4 (que era considerado elevado na época), e muitos investidores nos perguntavam se era melhor esperar para investir. Bom, não precisamos falar muito para entendermos que, quem deixou de investir com o dólar a R$ 4, provavelmente está arrependido hoje em dia. 

O dólar nunca está tão caro que não possa ficar mais. 

Aliás, este tópico, assim como os dois últimos, têm a ver com o market timing, que é justamente a escolha tática de modificar o portfólio, procurando os melhores pontos de entrada e saída. 

Essa discussão foi tema de um relatório feito recentemente. Vale a pena a leitura. 

Medo de ruptura institucional e fuga de capital de Brasil

O momento complexo para ativos brasileiros tem gerado um medo de ruptura institucional e confisco do dinheiro no Brasil, fazendo investidores procurarem cada vez mais investir diretamente lá fora, ao invés de se expor a ativos internacionais daqui do Brasil, através dos ETFs listados. 

Essa é uma hipótese válida, mas que consideramos como altamente improvável. 

Continuamos defendendo que o mais importante é definir a maneira que é mais confortável para você, sem deixar que um medo exagerado possa tomar conta da sua decisão. 

Se ter uma parte do seu patrimônio diretamente lá fora é algo que te traz maior tranquilidade, considere isso como um dos fatores positivos e pese os contras, antes de tomar sua decisão sobre onde investir. 

Em um relatório feito este ano, discutimos vantagens e desvantagens de diferentes maneiras de investir no exterior. Pode te ajudar a tomar a decisão.

Cuidado com o FOMO e stock picking

Fear of Missing Out (FOMO) ou, em bom português, medo de ficar de fora, é algo super comum quando vemos empresas, como a Nvidia, se valorizando de maneira expressiva. 

É natural existir um sentimento de vontade de participar dessa alta incrível que algumas empresas apresentaram, mas não podemos deixar nossa estratégia de lado. 

É óbvio que, quem comprou Nvidia nos últimos anos, ganhou mais dinheiro do que o S&P 500 pode oferecer. Mas altas expressivas, como essa, aparecem com certa frequência por lá e as estatísticas continuam apontando para a baixa probabilidade de obtermos um resultado consistentemente acima dos índices de ações.

O mercado internacional é extremamente competitivo e até mesmo a maior parte dos profissionais não conseguem sair vitoriosos desta disputa. 

Neste quesito, propomos um exercício de humildade.Mesmo equipes compostas por dezenas de PHDs, analistas e economistas experientes, com presença local em diversos países do mundo, têm dificuldade para obter um resultados acima da média. Portanto, para quem tenta se aventurar nessa missão a partir do Brasil e fazendo por conta própria, será muito difícil - ou até mesmo improvável - termos um resultado acima da média no longo prazo. 

Nós acreditamos que, ao fazer o simples, construindo boas alocações e implementando nossas carteiras com ETFs e alguns poucos fundos ativos - nossos assinantes podem obter retornos superiores aos da maior parte dos investidores profissionais. E tudo isso com uma carga extremamente menor de trabalho, em relação ao esforço de estudar empresas individuais, escolher os melhores setores para investir e manter essa rotina de competir contra o mercado ano após ano. 

Costumamos dizer que é o método Bom, Bonito e Barato. 

Ignorar custos operacionais

Sabe aquela famosa frase “o que os olhos não veem o coração não sente?”, parece que, para investimentos internacionais, muitos investidores adotam o mantra de “se eu não vejo a taxa, não sinto no bolso”. 

Custos operacionais atrapalham sua performance no longo prazo, por isso, considere que as corretoras podem cobrar taxas de corretagem na compra e venda dos ETFs; e, se você investe diretamente no exterior, não se esqueça que hoje ainda é muito caro enviar o dinheiro para fora do Brasil. 

As maiores plataformas para investimento direto no exterior tendem a ser as de melhor usabilidade, mas, também, as mais caras. Coloque na ponta do lápis todos os custos para auferir se vale a pena, frente ao seu patrimônio. 

É normal pagarmos por conveniência, mas existe sempre um limite para tudo.

Expectativas de mercado para o ano que se inicia

Como prometido, nossa intenção é trazer um relatório leve para encerrarmos o ano, além de apresentar um panorama simplificado de algumas expectativas que temos para o ano que vem. 

Deixando claro que, essas expectativas não necessariamente ocasionarão mudanças na carteira, que já está posicionada para capturar as oportunidades existentes. 

Também vale dizer que as perspectivas de mercado se alteram a todo momento, e nos adaptamos a essas mudanças; por isso, não estamos falando sobre previsões, mas tecendo um cenário provável diante das informações disponíveis hoje. 

Ações

As ações internacionais fecharam o ano com ótima performance, com poucas exceções, como, por exemplo, a Bolsa brasileira e a francesa. 

Os Estados Unidos, mais uma vez, emplacam uma das melhores valorizações entre as Bolsas globais, e nossa expectativa é de um bom ano novamente para a classe, em 2025. 

O que pode acontecer de diferente é termos uma performance menos concentrada nas maiores empresas, que fizeram, até aqui, a maior parte do esforço de carregar a Bolsa. O crescimento de lucros projetado para as sete maiores empresas dos EUA é menor em 2025, mas ainda é positivo. Ao mesmo tempo, há uma expectativa de melhora da performance do restante do mercado, que, em boa parte, ainda não andou. 

Portanto, mais especificamente sobre EUA, esperamos retornos positivos, mas mais modestos em relação a 2024. 

Quanto à Europa, a situação econômica é um pouco mais delicada, o que traz desafios para o cenário corporativo, adicionando o contexto da China com dificuldades de acelerar o crescimento (o que impacta diretamente o bloco europeu). Com índices de inflação mais comportados em relação aos EUA, a perspectiva é de que os juros sejam cortados de maneira mais acelerada por lá. 

Por isso, ainda é incerto o cenário para ações europeias com questões relacionadas à disputa entre China e EUA, além dos conflitos geopolíticos próximos à região. 

No entanto, é notável que há um gap de valorização entre ações europeias e americanas. A última década favoreceu empresas de crescimento que têm uma maior participação percentual no mercado americano em relação ao europeu. 

Em um mundo que caminha para níveis maiores de juros e inflação, podemos ter uma alternância de protagonismo que possa favorecer outros setores. Do ponto de vista de valuation, com exceção de alguns setores como varejo de luxo, a Bolsa europeia se encontra mais barata em comparação à norte-americana.  

Mesmo com a incerteza sobre a atividade econômica no bloco, ainda queremos ter exposição a essa classe, que pode andar rapidamente, caso algum driver de retorno se apresente. Nosso WRLD11 (ou VT no exterior) cumpre bem a função de nos trazer exposição ao mundo todo. 

Renda Fixa

O novo presidente eleito, Donald Trump, ainda não iniciou oficialmente os trabalhos, mas suas políticas estão sendo vistas como mais inflacionárias para a economia americana. Isso por conta de tarifas impostas a outros países, que podem reduzir a oferta de produtos e serviços e encarecer o custo doméstico. 

Além disso, a política anti-imigração também pode trazer impactos em termos de custo de mão de obra, que também é um evento inflacionário. 

Se a inflação potencialmente será mais teimosa, com uma economia que segue crescendo e com o desemprego  muito baixo, talvez o FED tenha que cortar menos os juros do que era esperado. 

Esse contexto pode diminuir potenciais ganhos com a marcação no mercado da renda fixa, mas tornar o mercado um pouco mais saudável. 

Lembre-se que, na década passada, com os juros praticamente zerados, era muito pouco atrativo carregar renda fixa. Se os juros daqui em diante se estabilizarem em um patamar natural (dado que o anormal foi a década de juros zero), podemos ter a volta da atratividade da renda fixa para carregar em portfólios diversificados. 

Por outro lado, há uma expectativa de boa performance, com a queda mais acelerada dos juros na Europa, conforme comentamos na seção de ações. Por lá, talvez, possamos capturar melhores ganhos de marcação no mercado. 

Nossa carteira tem bastante exposição a Bonds europeus através do BNDX11 (ou BNDX no exterior). 

Lembre-se que, se você é um investidor(a) qualificado(a), pode contar com a ajuda de nossos gestores profissionais para fazer a gestão da parte de renda fixa.

Reits

Nós gostamos da diversificação que Reits proporciona para a nossa carteira. É renda variável, mas se comporta de maneira diferente das ações, além de ter uma componente de renda que costuma ajudar, principalmente em momentos de maior inflação. 

No entanto, até aqui, eles andaram menos que ações, muito por conta dos juros elevados. Muitos setores seguem extremamente descontados e, por estarem em uma classe mais alavancada, podem reagir com mais intensidade a essa perspectiva de juros. 

Os juros podem até não cair tanto quanto o mercado espera nos EUA, conforme comentamos, mas só de estarem em um patamar menor , devem aliviar muito, principalmente por conta de despesas financeiras (que ficam mais leves com juros menores). 

Lembre-se do que aconteceu em novembro e dezembro de 2023, quando a classe andou 25% em dólar em dois meses, por conta do relaxamento dos juros futuros. 

Ainda esperamos que a classe performe bem, mantendo o componente de diversificação na carteira. 

Recentemente, fizemos um relatório completo, que vale a pena a leitura. 

Ficamos por aqui...

Fechamos o ano com uma ótima performance da fatia internacional, que foi bem, tanto medida em dólares quanto medida em reais, dada a apreciação cambial. 

Isso nos traz um alento para a carteira completa, que sofre com as incertezas da economia brasileira. No entanto, não podemos nos deixar eufóricos, com base em performance recente. 

A fórmula do sucesso é a disciplina de alocação, os rebalanceamentos e aportes periódicos e a paciência, pois o tempo tem um papel importantíssimo na acumulação patrimonial. 

Esperamos que o relatório de hoje tenha sido capaz de trazer calma, para que você entre em 2025 com os pés no chão, sem se deixar levar por vieses comportamentais. 

Lembre-se: a melhor maneira de evitar os vieses comportamentais é conhecê-los e se perguntar sempre, se não está tomando uma decisão equivocada ou fora de suaestratégia padrão. 

Queremos te agradecer por mais um ano de parceria e te desejar boas festas!

Feliz Natal e feliz Ano Novo! Voltaremos com tudo em 2025.

Conte conosco,

Felipe Arrais, Ana Farias e Rodrigo Xavier

Ativos internacionais

A seguir, as tabelas padrões apresentam todos os ativos internacionais aprovados; na segunda, veja “onde encontrar” os fundos internacionais aprovados nas corretoras nacionais.

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Fonte: Finclass

Fundos Internacionais - Onde encontrar

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Fonte: Finclass

Sobre os analistas

Felipe Arrais

Sócio

Analista CNPI, especialista em investimentos globais da Finclass. Engenheiro de gestão e bacharel em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC, Arrais também é engenheiro mecatrônico pela Middlesex University London. Iniciou sua trajetória no mercado financeiro ainda em 2015, atuando como consultor financeiro autônomo, quando se apaixonou pelo trabalho direcionado à pessoa física, mantendo total independência em suas recomendações. Especializou-se em análise de fundos de investimento trabalhando com recomendações voltadas a pessoa física atuando em casas de análise independentes e expandiu sua experiência com fundos de investimento e alocação para além da fronteira brasileira ao se tornar um dos principais nomes do país no tema investimentos no exterior.