A tese de investimento em BR Partners (BRBI11);
Entra BR Partners (BRBI11) e sai Banco ABC (ABCB4)
Escrito por Evandro Medeiros em AÇÕES
Neste relatório, você encontrará:
O porquê da troca entre BRBI11 e ABCB4;
O valuation (precificação) da empresa;
Como ficam as carteiras.
Introdução
O BR Partners é um banco de investimento que assessora transações de fusões & aquisições (M&A, do inglês, Mergers & Acquisitions), além de ajudar empresas a estruturarem dívidas para se financiarem no mercado. Além disso, oferece serviços de derivativos e câmbio que auxiliam importadores e exportadores a terem mais previsibilidade para seus custos e receitas. Mais recentemente o banco criou a área de Wealth Management, que gerencia fortunas de famílias de altíssima renda.
Um paralelo possível é o de rotulá-lo como um “mini-BTG” e, dado seu tamanho consideravelmente menor que o do “irmão mais velho”, entendemos que há amplo espaço para crescimento.
História
A trajetória inicial do BR Partners é indissociável da de seu fundador, Ricardo Lacerda, que construiu sua carreira nos principais bancos de investimento americanos. Após liderar o Goldman Sachs Brasil e comandar a área de Investment Banking do Citigroup na América Latina, Lacerda identificou uma lacuna no mercado brasileiro: a ausência de uma franquia independente de Investment Banking, capaz de oferecer sofisticação comparável à dos grandes bancos globais, mas sem os potenciais conflitos de interesse inerentes aos bancos universais.
A crise financeira de 2008 reforçou essa percepção. O abalo na credibilidade de instituições centenárias abriu espaço para modelos mais independentes e alinhados aos interesses dos clientes, contexto no qual surgiu a oportunidade de criação do BR Partners.
Entre 2013 e 2018 o banco foi ampliando seu portfólio de serviços, estreando em Mercado de capitais, Treasury Sales & Structuring, além da gestão de Investimentos.
No ano de 2023 ingressou em Wealth Management, visando atender clientes que vendiam seus negócios e tinham ampla liquidez e trazendo executivos da operação do Julius Baer no Brasil.
A companhia tem sido capaz de diversificar seus executivos e desenvolver talentos dentro de casa, sob um modelo que retém colaboradores pois eles saem a valor patrimonial e, se ficam, ganham cada vez mais participação da empresa e dividendos.
Acionistas, controle e governança
A empresa está listada no Nível 2 de Governança Corporativa da B3, que confere tag along de 100% a todas as ações (ON e PN), garantindo ao minoritário o mesmo tratamento do controlador em eventual venda do controle.
A maior parte da empresa permanece nas mãos dos próprios executivos que a conduzem. Esses profissionais têm a possibilidade de adquirir participação societária pelo valor patrimonial e, em maio de 2026, detinham 55% do capital total da companhia.
Fonte: BR Partners, site de RI, “Estrutura acionária”. Coletado em maio/26. Elaboração Finclass.
Além da remuneração fixa e variável, parcela relevante de sua riqueza está vinculada aos mesmos dividendos recebidos pelos acionistas minoritários, criando um alinhamento de interesses raríssimo no mercado brasileiro.
A genialidade do modelo reside no fato de que as ações recebidas pelos executivos não são as units BRBI11 negociadas em bolsa, mas participações da holding controladora do banco. Na prática, trata-se de um ativo sem liquidez imediata, cujo valor econômico depende essencialmente da capacidade recorrente da empresa de gerar lucros e distribuir dividendos a todos os acionistas, sejam insiders ou minoritários.
Fonte: BR Partners. Apresentação institucional 2025. Traduzido para o português.
Esse mecanismo fortalece os incentivos de longo prazo. Como as units BRBI11 historicamente negociam com prêmio relevante sobre o valor patrimonial, cerca de 110% em maio de 2026, sair da sociedade a valor patrimonial com um desconto de mais de 50% é doloroso e, portanto, os executivos possuem forte incentivo para permanecer na instituição, o que contribui para a retenção de talentos.
Modelo de negócios
A BR Partners opera em quatro principais segmentos de negócio que têm sinergias entre si.
Investment Banking: carro-chefe da companhia, sendo a principal atividade a assessoria em fusões & aquisições (M&A), em que o banco auxilia empresas que querem comprar outros negócios ou até vender a própria participação societária.
Também engloba aconselhamento a conselhos e acionistas (Board Services, incluindo fairness opinions e suporte a comitês independentes), Capital Solutions (reestruturações financeiras, recuperações judiciais e extrajudiciais), assessoria pré-IPO e privatizações.
A seguir podemos ver algumas das transações assessoradas em 2025 pela companhia:
Fonte: BR Partners, Apresentação Institucional 2025.
Nos últimos 12 meses até 1T26, a composição das transações foi distribuída entre: M&A (58%), seguido por Capital Solutions (21%) e Board services (21%).
Fonte: BR Partners, Release de Resultados 1T26.
O segmento de Capital Solutions é naturalmente defensivo, com caráter contracíclico: em momentos de juros altos e estresse corporativo, a demanda por reestruturações de dívida cresce, enquanto M&A sofre. Board Services é uma vantagem competitiva direta da independência do BR Partners. Por não ter mesa proprietária nem crédito corporativo relevante, a Companhia pode ser contratada por conselhos e comitês independentes sem o conflito de interesse típico de conglomerados financeiros, que muitas vezes financiam ambos os lados de uma transação.
Mercado de capitais (DCM): é por este meio que o banco estrutura e distribui instrumentos de dívida, como debêntures, CRIs, CRAs, FIIs, FIAGROs, FIDCs e CCBs. O diferencial competitivo aqui é a estratégia de coinvestimento: parte da dívida estruturada é retida no balanço próprio, o que sinaliza credibilidade ao mercado, garante liquidez no mercado secundário e gera alinhamento de interesses com seus clientes (skin in the game). A distribuição é alavancada por uma rede qualificada de indivíduos abastados, family offices e clientes institucionais, posicionando a Companhia como protagonista do movimento de desintermediação financeira no Brasil.
Treasury sales & structuring (TS&S): atua na estruturação e execução de operações de gestão de risco para clientes corporativos e institucionais, derivativos de juros, moedas e commodities, swaps, forwards, opções, Asset and Liability Management, produtos de captação (CDBs, Letras Financeiras, LCIs) e fianças bancárias. A receita do TS&S é alimentada por dois ciclos opostos: em alta volatilidade ou escassez de crédito, há demanda forte por proteção (hedge); em baixa volatilidade, prevalecem operações estruturadas com cross-selling às áreas de M&A e DCM. Esse comportamento bidirecional confere resiliência à linha.
Wealth Management ou Gestão de Patrimônio: segmento mais recente e que dispõe de um enorme potencial de geração de valor de longo prazo. A área oferece gestão de fortunas a famílias de alta renda, com serviços que abrangem Wealth Planning (seguros, previdência), gestão de investimentos, planejamento imobiliário, plataforma internacional, gestão tributária, administração patrimonial e sucessão familiar. A receita é baseada numa taxa sobre patrimônio sob assessoria, ou seja, é um fluxo recorrente e previsível, contrário ao sistema do Investment Banking, que depende do surgimento de transações.
A lógica por trás do modelo de negócios da companhia é simples, mas eficaz: o Investment Banking é a porta de entrada do cliente, e as demais áreas capturam o valor adicional ao longo do ciclo de vida da relação. O elemento que une todos os segmentos é o cross-selling. Um cliente corporativo de M&A pode contratar TS&S para fazer hedge de uma aquisição, emitir dívida via DCM para financiá-la, e, após o evento de liquidez, contratar o Wealth Management para gerir os recursos pessoais dos acionistas vendedores. Esse fluxo integrado eleva o Lifetime Value (LTV) por cliente e reduz o Custo de Aquisição de Cliente (CAC).
Market share e vantagens competitivas
A Companhia possui em média 6,0% de market share total em M&A desde 2020 e, mais importante, 25% de participação de mercado entre os assessores independentes no mesmo período.
Fonte: BR Partners, Release de Resultados 1T26.
Em Mercado de Capitais, o banco alcançou 9,1% de participação no mercado de CRIs em 2025, demonstrando capacidade de expansão também em produtos estruturados de crédito.
Fonte: BR Partners, Release de Resultados 1T26.
Em Wealth Management, a BR Partners detinha em jun/25 1,2% do market share total e 3,1% entre os Wealth Managers independentes.
Fonte: BR Partners, Release de Resultados 1T26.
Em um setor dominado por bancos tradicionais que financiam ambos os lados de uma transação, a independência do BR Partners é uma vantagem competitiva concreta. A Companhia, de forma geral, não compete com seus clientes e não vende produto estruturado disfarçado de "solução de assessoria". Isso permite ser contratada em mandatos sensíveis: Board Services, fairness opinions, assessoria a comitês independentes, onde o conflito de interesse desqualificaria automaticamente um conglomerado financeiro.
A verdadeira vantagem competitiva do BR Partners, porém, está na profundidade do relacionamento com o cliente. Essa lógica cria uma dinâmica natural de cross-selling ao longo do ciclo de vida do cliente. Um cliente atendido em M&A pode, posteriormente, demandar emissão de dívida via DCM, soluções de hedge cambial via TS&S, reestruturação de passivos via Capital Solutions e, após um evento de liquidez, gestão patrimonial via Wealth Management. Em outras palavras, o BR Partners captura múltiplas etapas da jornada financeira do mesmo cliente, ampliando significativamente o Lifetime Value da relação.
Dados e contexto operacional
Os dois principais mercados de atuação da BR Partners passam por momentos distintos: enquanto Fusões e aquisições (M&A) teve queda de 45% em termos reais desde 2020, o volume de Mercado de capitais (DCM) mais que dobrou.
Fontes: Thomson Reuters, Anbima e BR Partners. Elaboração: Finclass.
Isso tem ocorrido por conta do elevado nível de juros, que reduz o apetite por transações de fusões e aquisições (M&A), impactando justamente a área mais rentável da empresa: o Investment Banking.
Fonte: Banco Central do Brasil. Elaboração: Finclass.
Vale frisar que o que vem prejudicando o número e volume de transações de M&A é o nível de juros, não somente a SELIC, mas também o juro longo. Após o período eleitoral de 2026, que removerá incertezas, e a esperada redução do nível de juros, esperamos uma retomada das transações de M&A, o que beneficiará profundamente o resultado da BR Partners.
Nesse contexto, a área de Investment Banking tem se deparado com um mercado cada vez mais desafiador, com um volume assessorado (anunciado) reduzindo ano após ano. Ainda assim, a BR Partners é um player relevante em assessoria de fusões e aquisições, como fica evidenciado pelo seu volume frente ao total no país:
Fonte: BR Partners e Thomson Reuters. Elaboração: Finclass.
Já a área de Mercado de capitais (DCM) tem visto sua demanda crescer por conta do apetite dos investidores pela renda fixa e pela necessidade de as grandes empresas se financiarem diante de uma janela de IPOs fechada. O ano de 2025 foi o segundo melhor ano da história, impulsionado pela emissão de debêntures de INFRA, CRIs, FIIs e FIDCs.
Fonte: BR Partners. Elaboração: Finclass.
Já a área de Treasury sales vem crescendo ao longo dos anos, mas apresentou retração em 2025, o que não impactou a receita da área, que ficou relativamente estável. Portanto, não basta auferir volume, mas é preciso avaliar o quanto desses recursos transacionados são convertidos em faturamento.
Fonte: BR Partners. Elaboração: Finclass.
Já o Wealth Management, que faz a gestão de fortunas de indivíduos e famílias de altíssima renda, vem adicionando recursos para sua base e se encontra no maior nível da sua história. Esse é um segmento que conta com uma alavancagem operacional expressiva e, se o banco chegar a R$ 10 bilhões, o crescimento do lucro será superior ao do volume gerido.
Fontes: BR Partners. Elaboração: Finclass.
Resultados
A BR Partners tem sido capaz de entregar crescimento, mesmo que de forma não linear dada a inerente ciclicidade das transações de M&A, que impulsionam o resultado, e períodos de ‘seca’ inibidos por juros elevados e cenários macroeconômicos adversos.
Fonte: BR Partners. Elaboração: Finclass.
Como banco de serviços, o BR Partners também entrega margens elevadas, o que demonstra seu poder de precificação e capacidade de obter bons retornos com as receitas auferidas.
Fonte: BR Partners. Elaboração: Finclass.
Rentabilidade
Seu negócio é altamente rentável, o que fica explícito ao comparar seu ROE contra a média do Ibovespa:
Fontes: BR Partners (ROE da empresa) e Bloomberg (ROE do IBOV). Elaboração: Finclass.
Isso é explicado pelo fato de o BR Partners ser um banco de serviços e que, portanto, desempenha uma atividade pouco intensiva em capital, diferentemente do Ibovespa, que concentra bancos de crédito, mineradoras, frigoríficos e petroleiras, que demandam investimentos massivos.
A natureza da operação é, essencialmente, intensiva em pessoas e talentos.
Proventos
A BR Partners é uma pagadora contumaz de dividendos. Vale ressaltar que, em 2025, a companhia antecipou o pagamento de proventos por conta da nova tributação que passou a vigorar em 2026 para quem ganha mais de R$ 50 mil em dividendos por mês pagos pela mesma empresa.
Fontes: BR Partners. Elaboração: Finclass.
Portanto, o volume de proventos de 2026 deve ser inferior ao de 2025, mas possivelmente na ordem de R$ 120 a 130 milhões.
Riscos
(1) Análise: analistas são humanos e estão sujeitos a vieses e equívocos inerentes à nossa natureza. Reconhecemos a possibilidade de estarmos errados na tese.
(2) Concorrência: O BR Partners compete em um setor altamente fragmentado e competitivo. A própria Companhia reconhece que enfrentou intensa concorrência de preço nos últimos anos, particularmente em comissões de coordenação em ofertas públicas. A consequência é uma pressão estrutural sobre as receitas que pode comprimir margens ao longo do tempo. Há ainda o risco de bancos universais usarem seus balanços para subsidiar taxas e comissões de assessoria, prática contra a qual uma casa independente, por natureza, não pode competir.
(3) Juros: a receita da companhia tem sensibilidade direta ao ciclo de juros, em ambientes de juros elevados por períodos prolongados, o mercado de M&A tipicamente desacelera, dado que o custo de capital mais alto reduz o valor presente das aquisições. Entre 2021 e 2022, a SELIC subiu de 2,25% para 13,75%, e o impacto no mercado de M&A se materializou nos anos seguintes, com o volume de transações no Brasil caindo de R$ 472 bi em 2021 para R$ 190 bi em 2023, queda de cerca de 60% em dois anos.
(4) Retenção de talentos: o modelo é dependente de executivos e relacionamento com empresas e famílias investidoras. A perda de executivos-chave pode ser prejudicial ao negócio, especialmente em segmentos como Wealth management e Investment Banking.
Valuation
Para precificar a companhia, utilizamos um Modelo de Dividendos Descontados, que traz a valor presente os proventos recebidos.
Entendemos que o BR Partners tem um ROE estruturalmente elevado. Isso é explicado pelo seu modelo de negócios asset light, isto é, que não necessita de um capital significativo para operar como os bancos de crédito. Adicionalmente, o modelo de alinhamento é excepcional: o executivo precisa entregar rentabilidade para receber seu dividendo, que é o mesmo que você minoritário recebe.
Com esses fatores em mente, nos sentimos mais confortáveis em projetar ROEs consistentemente superiores à média do IBOV e até do setor financeiro brasileiro.
O modelo foi feito em termos nominais, então sem ajustar pelos efeitos da inflação. Exigimos uma taxa de desconto de 15,5% (superior ao Ke via Damodaran de 13,6%).
Com isso, precificamos BR Partners a R$ 2,05 bilhões, que é o valor de mercado que nos traz um retorno de inflação +10%. Isso equivale a um preço justo por unit de R$ 18,81.
Contudo, por nos considerarmos discípulos dos ensinamentos de Benjamin Graham, exigimos uma margem de segurança e, portanto, estabelecemos um preço máximo de compra de R$ 17,87 por unit.
Custo de oportunidade: ABCB4
O Banco ABC Brasil, assim como o BR Partners, é uma instituição sólida e respeitada. Contudo, por operar como um banco de crédito tradicional, sua rentabilidade estrutural é consideravelmente inferior. Na prática, isso significa que a BR Partners consegue distribuir uma parcela maior dos lucros aos acionistas e, ainda assim, crescer a taxas significativamente superiores às do ABC.
Fontes: BR Partners (ROE da empresa) e Bloomberg (ROE do ABC). Elaboração: Finclass.
No longo prazo, diferenças aparentemente pequenas de ROE produzem impactos expressivos no compounding.
Com um ROE de 23% e payout (% do lucro pago em dividendos) de 60%, a BR Partners seria capaz de crescer aproximadamente 9,2% ao ano. Para entregar algo próximo ao ROE normalizado do Banco ABC, em torno de 15%, o banco precisaria reduzir seu payout de 60% para 40%, e ainda assim cresceria cerca de 9% ao ano (-0,2 p.p. a menos).
Em outras palavras, a BR Partners combina crescimento e distribuição de dividendos de forma mais eficiente, refletindo a superioridade econômica de um modelo de negócios pouco intensivo em capital e de menor complexidade regulatória que o crédito. Essa diferença de qualidade acaba naturalmente se refletindo nos múltiplos negociados pelo mercado. Não à toa, o BRBI11 negocia com um prêmio de 110% frente ao seu valor patrimonial e o ABCB4, com desconto de 10%.
Fontes: Bloomberg. Elaboração: Finclass.
Com isso, nossa preferência é clara: BRBI11.
Conclusão e recomendação
Nossa recomendação é de COMPRA de BRBI11 ao preço máximo de R$ 17,87 por unit. Trata-se de uma empresa de qualidade, com executivos que dispõem de históricos de excelência na condução de transações emblemáticas como a privatização da Eletrobrás (atual Axia Energia). Ademais, há um alinhamento de interesses com os executivos que é raro na bolsa brasileira.
Esses fatores nos levam a recomendar compra de BR Partners e venda de ABCB4. Vale ressaltar que o ABCB4 não está caro e o assinante que o mantiver, deve ter bons retornos. A grande questão é que o Banco ABC, por ser um banco de crédito, tende a ter ROE inferior ao de BR Partners e, nesse preço, optamos pela instituição mais rentável.
Um ponto fiscal vale o destaque: por se tratar de uma unit (e não ação), BRBI11 não conta com a isenção de imposto de renda sobre ganho de capital aplicável a vendas mensais de ações de até R$ 20 mil. Qualquer lucro na alienação de units é tributado a 15% (operação comum) ou 20% (day trade), independentemente do volume mensal.
E como ficam as carteiras?
ARCA Renda
Nesse portfólio, substituímos a posição de 1% de ABCB4 por BRBI11.
ARCA Valorização
Nessa carteira, para os patrimônios de até R$ 50 mil, as proporções seguem inalteradas. Para as demais faixas, removemos 1 p.p. de PRIO3, que segue sendo uma de nossas favoritas, para abrir espaço para BRBI11, que também tem potencial de entregar valorização, além de dividendos, é claro.
Com isso, os deixo por aqui com desejos de que invistam com sabedoria.
O analista declara ter posição em BRBI11 e que foram observadas as normas da APIMEC.
Sobre os analistas
Evandro Medeiros
Especialista em Ações
Analista CNPI, economista e especialista em mercado acionário da Finclass. Iniciou sua trajetória em análise de ações em 2019, cobrindo inicialmente o mercado brasileiro e, posteriormente, ampliando seu escopo para os mercados globais, com foco especial em ativos dos Estados Unidos e da Argentina, países onde também teve a oportunidade de residir. É um apaixonado declarado pela filosofia do Value Investing e um entusiasta das empresas “pouco empolgantes”, que muitas vezes oferecem uma precificação mais atrativa do que os grandes nomes conhecidos.