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Kinea Infra (KDIF11): tudo sobre a nova oferta de cotas do fundo de infra recomendado

Escrito por Felipe Arrais, Fillipe Colus, Guilherme Cadonhotto em RENDA TOTAL

13 min de leitura

O Kinea Infra, fundo de debêntures incentivadas de infraestrutura que faz parte de ambas as carteiras recomendadas (original e alternativa) da série Renda Total, prepara uma oferta de cotas novas no mercado. O objetivo é captar cerca de R$ 350 milhões para ampliar a carteira de investimentos.

Para conferir no detalhe, contamos com a ajuda do time de fundos, liderado pelo Felipe Arrais, que, em recente conversa com Aymar Almeida, gestor do Kinea Infra, capturou diversos pontos importantes para entendermos um pouco mais sobre a nova emissão.

Vamos lá?

Sobre o Kinea Infra (KDIF11)

Para quem não conhece ou não se lembra, esse é um fundo fechado, cujas cotas são listadas e negociadas apenas em Bolsa. Esse tipo de produto sempre nasce com uma oferta pública inicial – um IPO, no jargão financeiro – para distribuição das cotas no mercado. Depois disso, fecha e, para entrar ou sair da aplicação, só comprando ou vendendo as cotas em Bolsa.

Se o gestor enxerga boas oportunidades de investimento e quer dinheiro novo, o fundo pode emitir novas cotas e vendê-las no mercado, numa oferta subsequente, conhecida como “follow-on”. É o que a Kinea Investimentos está fazendo neste momento com o Kinea Infra, negociado em Bolsa sob o código KDIF11.

Assim, o gestor não precisa obrigatoriamente se desfazer de algum ativo em carteira para levantar recurso para investir nem usar parte do caixa. Se a nova oferta de cotas do KDIF11 for bem-sucedida, o patrimônio do fundo vai aumentar de R$ 2,6 bilhões para perto de R$ 3 bilhões e vai haver dinheiro novo para compra de mais ativos.

Antes de entrar nos detalhes da operação e contar como ela vai funcionar, vamos dar um passo atrás e relembrar que produto é esse.

O fundo de infra investe em debêntures incentivadas de infraestrutura, que são títulos de crédito emitidos por empresas para financiar, como o próprio nome sugere, projetos de infraestrutura no país. Elas são chamadas de incentivadas, porque oferecem isenção do pagamento de Imposto de Renda (IR) para pessoa física tanto no ganho de capital, com a venda do ativo, quanto nos rendimentos distribuídos. Ao investir nesse tipo de debênture, o fundo também conta com o benefício fiscal.

As debêntures de infra têm remuneração atrelada ao IPCA, acrescida de uma taxa de juros prefixada, à semelhança de um título público indexado à inflação, conhecido como NTN-B ou Tesouro IPCA+. Mas costumam oferecer um prêmio acima do que paga o papel do governo por conta do risco maior.

Outra vantagem do fundo de infra listado é o fato de ele ser fechado – como contamos anteriormente, fora dos períodos de oferta, a negociação das cotas ocorre apenas na Bolsa, entre investidores. Isso dá tranquilidade ao gestor para montar a carteira com papéis de longo prazo e baixa liquidez, como costumam ser as debêntures de infra, uma vez que ele não tem de lidar com dinheiro entrando e saindo toda hora do fundo, obrigando-o a comprar ou vender ativos em momentos eventualmente desfavoráveis.

Por isso, nesse tipo de produto, para crescer, o gestor tem de recorrer a novas ofertas. E tamanho, no fundo de infra fechado, agrega valor, conforme ressaltou o gestor do Kinea Infra, Aymar Almeida, em conversa recente com o time de fundos da Spiti sobre a operação.

Os benefícios e a motivação da oferta

Do ponto de vista da gestão, o primeiro benefício é que, quanto maior o patrimônio, maior a possibilidade de diversificação da carteira. Além disso, o gestor ganha poder de fogo para brigar pelos melhores ativos, assim como para barganhar condições mais favoráveis ao investimento e, consequentemente, aos cotistas do fundo.

Como o KDIF11 busca operações exclusivas, faz diferença chegar com um cheque grande para um emissor que está atrás de dinheiro para financiar um projeto, porque naturalmente a competição pelo ativo vai ser menor, explicou Aymar. A depender do tamanho, o fundo consegue desbancar até os grandes bancos na disputa pelas emissões.

Além disso, toda vez que há uma oferta nova, a base de cotas – e potencialmente de cotistas – aumenta, o que pode contribuir para melhorar o volume de negociação do fundo em Bolsa e a sua precificação. Isso é importante porque, no produto listado, a única porta de saída de quem investe é vender as cotas no mercado. Quanto mais liquidez, mais fácil de vender um ativo no preço justo. 

Toda vez que o KDIF11 passou por uma oferta – esta é a sexta – o número de cotistas cresceu. A grande virada, no entanto, veio em novembro do ano passado com as mudanças para que o Kinea Infra pudesse ser oferecido para o público de varejo – o dado mais recente, do fim de junho, eram mais de 13,2 mil cotistas. Até então, por conta de uma questão regulatória, ele estava restrito a investidores qualificados, que declaram ter mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras.

Fontes: Kinea, Quantum e Spiti

Já em termos de liquidez, a mudança para público em geral não trouxe um grande salto, mas, como mostra o gráfico abaixo, ela veio melhorando desde que o fundo nasceu, com a disseminação do produto entre o público investidor e, mais recentemente, com essa democratização do acesso à estratégia. Em junho, o volume médio de negociação diário das cotas foi de R$ 2,3 milhões, o equivalente a um giro de quase 0,10% do patrimônio.

Fontes: Kinea, Quantum e Spiti

Aqui na série Renda Total, temos dois fundos de infraestrutura recomendados, KDIF11 e IFRA11, já que eles são bons pagadores de dividendos mensais e possuem mecanismos de valorização de suas cotas similares aos de títulos públicos.

Como assim?

As debêntures incentivadas em que os fundos de infra investem têm uma parte prefixada que vai oscilar conforme a marcação a mercado, assim como os títulos públicos prefixados e os indexados à inflação. Se o fundo leva o ativo até o vencimento, ele vai receber a taxa acordada. Porém, caso venda esses papéis antes do tempo predeterminado, o ativo vai ser marcado a mercado.

Toda vez que muda a expectativa para os juros da economia e as taxas de mercado sobem, por exemplo, os preços dos ativos prefixados caem. Quem decidir vender nesse momento tende a ser penalizado. O mesmo acontece no caso de o emissor de uma debênture atrasar um pagamento ou ter sua avaliação de risco piorada. O spread de crédito com que esse título vai ser negociado no mercado tende a aumentar, reduzindo o preço do papel.

O inverso é verdadeiro. Se as taxas de juros de mercado ou os spreads de crédito caírem, os ativos se valorizam na marcação a mercado, e quem vender nesse momento tende a embolsar esse ganho. Como os fundos de infra investem nesses ativos, ainda que muitas vezes possam carregá-los até o vencimento, a marcação a mercado da carteira é obrigatória, e aí para evitar a transferência de riqueza entre cotistas.

Uma explicação importante: no fundo de infra listado, é como se existissem dois tipos de cotas: a patrimonial, que reflete o valor dos ativos em carteira atualizado diariamente, conforme explicamos acima, e a cota de mercado, cujo preço sofre a influência dos movimentos de oferta e demanda em Bolsa e, portanto, oscila mais a depender do humor dos investidores.

Se tem mais gente querendo comprar o fundo do que vender, o preço da cota de mercado tende a se valorizar, podendo até superar o valor somado dos ativos em carteira do fundo, refletido na cota patrimonial.

Por outro lado, se a demanda pelo fundo é muito menor do que a oferta, o preço de mercado pode cair abaixo do valor patrimonial, o que pode significar uma oportunidade de compra com desconto, já que, se desmontássemos o fundo e vendêssemos todos os ativos que ele carrega, conseguiríamos mais dinheiro do que o exigido no mercado.

Os números da oferta

Desde que o Kinea Infra nasceu e distribuiu a sua primeira leva de cotas no mercado, em 2017, o fundo fez mais quatro emissões subsequentes. A última havia sido há quase dois anos, em outubro de 2020.

A nova e sexta oferta, que espera apenas o aval do órgão regulador para ter início, vai envolver a distribuição pública de até 2.614.500 cotas, ao preço da cota patrimonial. E, desta vez, ela será voltada para público de varejo.

O valor unitário será de R$ 134,84, correspondente à cota patrimonial do dia 27 de junho (data em que a operação foi aprovada em assembleia geral extraordinária), mais correção pela variação do patrimônio do fundo até o dia útil imediatamente anterior à data da primeira integralização de cotas da emissão, ou seja, do pagamento da compra.

Em volume, a operação pode alcançar R$ 352,539 milhões, considerando a venda de todo o lote principal partindo do valor fixado no dia 27 de junho. Caso haja demanda, a oferta pode ter um aumento de até 20%, com a colocação de um lote adicional de 522.900 cotas.

Para que saia do papel, no entanto, a operação precisa atingir pelo menos R$ 20,145 milhões, o equivalente à venda de 149.400 cotas, considerando o valor unitário de R$ 134,84, que vai ser corrigido. Já para quem quer participar da oferta, o investimento mínimo é de 100 cotas, ou cerca de R$ 13.484.

Como toda oferta pública, o prazo para colocação é de até seis meses, a partir da divulgação do anúncio de início, podendo se encerrar antes no caso de venda integral das cotas. Durante todo esse tempo, o preço da emissão vai continuar sendo atualizado, levando em conta o valor contábil das cotas do fundo no dia útil imediatamente anterior à data das novas integralizações, acrescido de 85% da taxa equivalente do CDI de um dia (ou da virada da noite).

Esse ajuste pelo CDI vai ser feito para estimar o valor da cota de abertura do pregão, a ser usada como referência a cada início de dia para quem quiser entrar na oferta. Isso porque a Kinea trabalha com cota de fechamento, ou seja, faz a atualização do valor da cota patrimonial no fim do dia.

Conforme a gestora informou ao time de fundos da Spiti, durante o período da oferta, os interessados vão poder mandar suas ordens de compra diariamente, entre 10 e 14 horas, apenas pela Itaú Corretora, instituição contratada para distribuir as novas cotas.

Não há direito de preferência do atual cotista – a coleta das intenções será por ordem de chegada –, mas não há risco de diluição (a redução da participação relativa dos investidores originais em relação ao patrimônio líquido do fundo), uma vez que a oferta vai sair ao preço do valor patrimonial.

Quem aderir à oferta receberá um recibo, em geral denominado como KDIF mais algum número (KDIF12, KDIF13 etc.). Esses ativos não poderão ser negociados até a conclusão da oferta, mas todos os direitos dos novos cotistas, inclusive os dividendos, serão preservados.

Outro ponto importante é que quem comprar a cota na oferta terá de arcar com o pagamento de uma taxa de distribuição equivalente ao percentual de 1,30% calculado sobre o valor atualizado da cota. Tomando como base o valor de R$ 134,84, isso significaria R$ 1,75 por cota, resultando em R$ 136,59 para entrar na oferta.

Esse custo adicional, vale ressaltar, vai sair do bolso de quem investirá, mas não é parte do preço da cota e, por isso, não deve ser levado em conta no valor do investimento para efeito de avaliação do desempenho. A taxa serve para bancar toda a estruturação da oferta, como a instituição responsável pela distribuição, os honorários de advogados externos, taxas de registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e na B3, cartório, anúncios, entre outros.

A estimativa da gestora é de que o registro para lançar a oferta seja concedido pela CVM até o dia 16 de agosto, com a primeira liquidação a partir de 23 do mesmo mês. Assim que tivermos novidades, vamos atualizá-los pelos nossos canais de relacionamento.

Mas e aí, entrar ou não entrar?

Depois de conhecer os detalhes de toda a operação, você deve estar se perguntando se vale a pena participar da oferta ou é preferível comprar diretamente as cotas no mercado. Vamos dividir a resposta em partes.

O Kinea Infra é um recomendado hoje na série porque, além do ótimo histórico de resultados, confiamos no processo de análise e investimentos da gestora, além das inúmeras vantagens que um fundo de infra listado proporciona a quem investe, como uma gestão ativa profissional e um portfólio diversificado, para citar algumas.

Para você ter uma ideia, hoje o KDIF11 tem uma carteira formada por 29 ativos, dos quais 58% são créditos classificados com a nota “AAA”, o mais alto nível de qualidade e próximo ao perfil de risco de crédito soberano. Todas as debêntures do fundo, entretanto, são de baixo risco (com notas acima de “A”) e atreladas a projetos já em operação, o que diminui bastante o risco, especialmente o operacional.

Fonte: Kinea

Em junho, o rendimento esperado para a carteira, considerando a média ponderada de retorno dos ativos, estava em IPCA+ 7,7% ao ano, com prazo médio (“duration”) de 6,8 anos. A meta do fundo é buscar ativos que ofereçam uma taxa de 0,5% a 1% ao ano acima do IMA-B, o índice que mede o desempenho dos títulos indexados à inflação.

Considerando apenas a carteira de debêntures, no fim do mês anterior (maio), esse prêmio, refletido no valor da cota patrimonial, estava em 1,77% acima do IMA-B. Vale lembrar que, no caso do fundo, esse retorno é isento, enquanto no título público, não. Ou seja, a vantagem sobre o título público na prática é um pouco maior do que isso. Se colocarmos na conta os 8% do patrimônio do fundo que estava aplicado em títulos públicos (o caixa), o spread de crédito total da carteira cai para 1,63% além do IMA-B.

A expectativa é de que esse prêmio médio da carteira aumente com o investimento dos recursos a serem levantados com a oferta. Segundo contou Aymar, há quatro a cinco operações no radar que estão com um prêmio de 2,5% acima da NTN-B, entre debêntures dos segmentos de geração eólica, solar, transmissão e até uma rodovia se a oferta ganhar tração e for colocado o lote adicional.

Comprar na oferta ou no mercado?

Assim, do ponto de vista de gestão, a oferta tende a ser favorável para cotistas do fundo. Mas vale a pena entrar na oferta ou é melhor comprar as cotas em Bolsa?

Vamos a outra parte da resposta. Aqui, há alguns pontos a serem considerados antes de mostrarmos como fazer essa escolha.

O primeiro (e mais fácil) é avaliar se esse tipo de investimento cabe na sua carteira Renda Total. Para quem já tem a aplicação, há espaço para o fundo assumir um percentual maior da carteira? Lembrando que, se você segue a carteira original, recomendamos 5% no KDIF11; já no caso da alternativa, 2,5%.

Se a resposta for positiva, a próxima pergunta que você tem que se fazer é: tenho pelo menos R$ 13,5 mil para entrar na oferta?

Se não tiver esse dinheiro, mas ainda assim tiver interesse em investir no KDIF11, o caminho é comprar na Bolsa, em qualquer corretora. E é aqui que está o ponto mais importante: o preço.

Como mencionamos anteriormente, no fundo de infra listado, é como se existissem dois tipos de cotas: a patrimonial, que reflete o valor dos ativos em carteira atualizado diariamente e é a que vai servir de referência para a oferta, e a de mercado, que aparece na tela da sua corretora.

Ainda que na teoria as cotas de mercado e patrimonial deveriam andar muito próximas, o descolamento de preço entre elas sempre vai existir por conta da dinâmica do produto, e é daí que surgem as oportunidades de pagar barato para entrar no fundo.

Assim, na hora de avaliar entre comprar cotas em Bolsa ou na oferta, é só olhar o preço de mercado e compará-lo com o valor da cota patrimonial estimada na abertura de cada pregão durante a oferta, somado à taxa de distribuição de 1,3%. Se ele estiver abaixo, não há dúvida de que o melhor a fazer é comprar na Bolsa.

No início do mês de julho, por exemplo, as cotas do KDIF11 estavam sendo negociadas com ágio de 3,5% no mercado em relação ao valor da cota patrimonial, indicando que naquele momento era mais vantajoso entrar na oferta.

Onde acessar o valor da cota patrimonial?

Para ajudar você nessa avaliação, as gestoras disponibilizam em seus sites um documento chamado “Valor patrimonial da cota”. Nesse documento, que é atualizado periodicamente, você encontra os valores das cotas patrimonial e de mercado dos respectivos fundos.

Essa informação é crucial para avaliar se vale a pena entrar via emissão ou Bolsa (no caso do Kinea Infra), e também serve como suporte para você avaliar o ágio ou deságio da cota patrimonial em relação à cota de mercado. Os documentos de cada um dos fundos de infra recomendados na série podem ser acessados diretamente nos respectivos links: KDIF11 ou IFRA11.

Ao abrir o documento, você vai encontrar os valores da cota patrimonial e da cota de mercado, ambos do fechamento na data de referência. Preste atenção, porque a gestora já disponibiliza também o valor do P/VP (preço sobre valor patrimonial) na data de referência. O indicador vai estar como “Ágio/Deságio sobre a patrimonial”.

Fontes: Kinea e Itaú

A princípio, a recomendação seria comprar quando o indicador ficar abaixo de 1, ou seja, quando o preço de mercado cair abaixo da cota patrimonial, pois assim você estará pagando menos do que ela vale. No entanto, alguns fatores nos fazem acreditar que comprar quando o P/VP está um pouco acima de 1 ainda compensa.

Nossas análises indicam que um P/VP de até 1,05 ainda é justo por tudo que esse produto entrega a seus investidores. Estamos falando então de um preço teto de 5% acima da cota patrimonial ou, no jargão, de um ágio de 5% sobre a cota patrimonial.

Para nós, a gestão profissional e ativa de uma carteira diversificada, o acesso a emissões que não estão disponíveis a investidores pessoas físicas e a isenção do Imposto de Renda nos rendimentos e nos ganhos de capital mais que compensam pagar esse pequeno prêmio.

Conclusão

Nós reforçamos a recomendação do Kinea Infra (KDIF11) devido ao seu histórico de pagamento de dividendos e uma carteira que roda com prêmios acima do seu benchmark. Nada como ter acesso a uma carteira de ativos diversificada e com gestão ativa e profissional.

Ficam claros também os benefícios para quem investe e para a gestora da nova emissão, que, ao dar sequência à nova emissão, pode capturar boas oportunidades pagando prêmios superiores aos praticados atualmente.

Já comentamos anteriormente, mas é sempre bom relembrar: mesmo pagando um pouco acima do justo, o acesso às debêntures de infra, a gestão profissional do fundo e a isenção de Imposto de Renda nos rendimentos e nos ganhos de capital mais que compensam pagar até 5% de ágio sobre o valor da cota patrimonial.

Abraços,

Fê Colus e Gui Cadonhotto

Sobre os analistas

Felipe Arrais

Sócio

Analista CNPI, especialista em investimentos globais da Finclass. Engenheiro de gestão e bacharel em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC, Arrais também é engenheiro mecatrônico pela Middlesex University London. Iniciou sua trajetória no mercado financeiro ainda em 2015, atuando como consultor financeiro autônomo, quando se apaixonou pelo trabalho direcionado à pessoa física, mantendo total independência em suas recomendações. Especializou-se em análise de fundos de investimento trabalhando com recomendações voltadas a pessoa física atuando em casas de análise independentes e expandiu sua experiência com fundos de investimento e alocação para além da fronteira brasileira ao se tornar um dos principais nomes do país no tema investimentos no exterior.

Fillipe Colus

É especialista em renda fixa da Spiti, bacharel em Engenharia Mecânica e especialista em Finanças. Auxiliou mais de 15 empresas com recomendações financeiras e operacionais em dois anos de consultoria estratégia e trabalhou na KPMG, ao lado de executivos e diretores de empresas líderes de segmentos, bem como no mercado público, auxiliando órgãos federais. Acredita que conhecimento bom deve ser repassado de uma forma simples e direta. Por isso, adora falar de finanças para quebrar tabus, e faz isso até nas horas vagas.

Guilherme Cadonhotto

Sócio

Além de estrategista-chefe da Finclass, Guilherme Cadonhotto é reconhecido como uma das principais autoridades brasileiras em renda fixa, ensinando seus assinantes e seguidores como conseguir, investindo em renda fixa, rendimentos tão grandes (ou até maiores) que os das ações.