Aviso Legal: O documento subsequente é uma produção da Varos, uma casa de análise devidamente habilitada junto à Associação dos Profissionais de Investimento no Mercado de Capitais (APIMEC).
Olá, investidores!
Neste relatório você encontrará:
· O que de mais importante ocorreu no cenário político e macroeconômico globalmente e no Brasil.
· Explicações do nosso time sobre empresas que tiveram algum destaque durante o mês de agosto: Bradesco (BBDC4), Sanepar (SAPR11), Tegma (TGMA3), Taurus (TASA4) e C&A (CEAB3).
· Acompanhamento do legado das carteiras “O melhor da Bolsa” e “Small Caps”.
Cenário externo
No cenário macro, o mês de agosto teve um início bastante agitado. O payroll referente ao mês de julho mostrou a abertura de 114 mil novas vagas, valor muito abaixo das expectativas de 185 mil. A forte queda levantou suspeitas sobre a possibilidade de a economia americana entrar em recessão. O mercado passou a ter uma percepção que o Federal Reserve (Fed) poderia estar muito atrasado em seu ciclo de cortes, passando então de uma posição de “pouso suave” (diminuição gradual das taxas de juros) para um “pouso forçado” (diminuição abrupta).
Os temores se espalharam pelo mundo todo. O índice Nikkei, da bolsa de Tóquio, capital do Japão, chegou a cair 12,4% na segunda (5 de agosto), com o acionamento do circuit breaker ao longo do pregão. A mesma situação ocorreu na Coreia do Sul, que fechou o dia com queda de 8,8%. Além das bolsas asiáticas, o mercado europeu e americano também operaram no vermelho. Alguns investidores chegaram até mesmo a levantar a possibilidade de o Fed realizar um corte emergencial nos juros americanos para conter o cenário instável dos mercados.
Somado à preocupação sobre a redução da atividade econômica norte-americana, houve também o desmonte de operações de carry trade, que contribuiu para o aumento da volatilidade nos mercados no início deste mês. Essa é uma estratégia em que os investidores ganham com o diferencial de juros entre economias. Em resumo, a movimentação consiste em tomar empréstimos em economias com baixas taxas de juros e aplicar esses recursos em economias com altas taxas de juros. Assim, os investidores buscam minimizar o custo e maximizar o retorno da sua alavancagem.
Para que o carry trade tenha sucesso, o ideal é que a moeda que financia a operação, ou seja, a do país com baixas taxas de juros, se enfraqueça, enquanto a moeda do país em que os recursos foram aplicados se valorize. Assim, o investidor ganha não só no diferencial de juros, mas também no câmbio.
Acontece que, durante muito tempo, a economia japonesa e sua moeda (Iene) funcionaram como os financiadores desse tipo de operação. O país mantém baixos níveis históricos de inflação, motivados pela forte cultura de poupança dos japoneses. Para você ter uma noção, na última década, o Banco Central do Japão (BoJ) manteve as taxas de juros em 0% ou até mesmo negativas (-0,1%) para tentar estimular o consumo no país.
Mas, neste ano, o cenário mudou. A inflação japonesa se elevou ao longo dos últimos meses, passando a patamares acima da meta de 2% do BoJ. A autoridade monetária realizou a primeira alta de juros dos últimos 17 anos em março, estando atualmente em 0,25%. Desde então, os preços da economia japonesa têm acelerado mês a mês, obrigando o BoJ a adotar uma comunicação mais hawkish e sinalizar futuras altas. Nesse cenário de taxas elevadas, o Iene se valorizou e os empréstimos ficaram mais caros, deixando o carry trade menos atrativo.
O desmonte das operações, os receios sobre a possibilidade de uma recessão e as expectativas de uma atuação mais agressiva do Fed nos juros elevaram a volatilidade dos mercados. O VIX (Volatility Index) — índice que mede a expectativa de volatilidade do S&P 500, a principal bolsa americana —, conhecido popularmente como “índice do medo”, teve forte alta de 65% no pregão de 5 de agosto. Apesar do susto, a volatilidade dos mercados voltou à normalidade ao longo do mês.
Quanto à divulgação de indicadores, ainda falando de payroll, a revisão preliminar anual apontou uma criação de 818 mil empregos a menos do que o publicado entre março de 2023 e março de 2024. O mercado já esperava uma queda do indicador, mas a maioria das estimativas apontava para uma revisão menor.
Em relação à inflação, a leitura foi positiva para os dois índices. O CPI chegou ao nível mais baixo dos últimos três anos. O índice teve alta de 0,2% em julho, acumulando alta de 2,9% nos últimos 12 meses. Essa foi a primeira vez que o CPI ficou abaixo de 3% desde março de 2021. Já o PCE, medida de inflação preferida pelo Fed para a tomada de decisões na política monetária, também subiu 0,2% em julho, com alta anual de 2,5% nos últimos 12 meses.
As duas divulgações vieram em linha com o consenso de expectativas, mostrando uma perda de força na inflação e abrindo caminho para o início da flexibilização monetária. A ata da reunião de julho do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) indicou que a “vasta maioria” dos dirigentes do Fed julgou como provável uma redução dos juros na próxima reunião (17 a 18 de setembro). O documento também ressalta que os membros se mantêm atentos aos riscos de uma flexibilização gradual e sua possível deterioração do cenário econômico.
A combinação de fatores como a expansão da atividade econômica em ritmo menor, a diminuição da inflação e a desaceleração do mercado de trabalho aumentaram a confiança dos dirigentes no cumprimento das metas de inflação. Ao final do mês, o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou em evento que “chegou a hora de ajustar a política monetária”. Apesar de ter sinalizado uma maior probabilidade de corte no próximo encontro, ele não deu detalhes sobre o tamanho deste e dos próximos movimentos, ressaltando que “o momento e o ritmo dos cortes nos juros dependerão dos dados recebidos, da evolução das perspectivas e do equilíbrio dos riscos”. O mercado projeta cortes de até 125 pontos-base em 2024.
A respeito do mercado de trabalho, que foi motivo de forte preocupação no início de agosto, Powell comentou que, até agora, o Fed está dentro do seu objetivo de reduzir a inflação sem provocar uma forte desaceleração econômica (pouso suave). Segundo ele, o aumento na taxa de desemprego americana tem ocorrido devido à diminuição no ritmo de contratações, e não por um aumento no ritmo de demissões, cenário mais observado em recessões econômicas.
Cenário interno
No cenário interno, o mês de agosto iniciou com a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) referente à reunião ocorrida em julho.
Ao contrário do Fomc, os diretores do Banco Central (BC) decidiram adotar um tom mais hawkish na última ata, ressaltando que “há mais riscos para cima na inflação”. Nesse sentido, “vários membros” enfatizaram a assimetria no balanço de riscos, e o comitê reforçou que “não hesitará” em elevar os juros para que a inflação convirja a meta se for necessário. Após a divulgação do comunicado, os diretores do BC adotaram uma posição mais conservadora frente à continuidade da flexibilização monetária. Alguns deles enfatizaram, inclusive, que uma “alta de juros está na mesa” do Banco Central (BC).
Os principais motivos para uma maior preocupação em relação à inflação têm sido a continuidade da desancoragem de expectativas e a piora do cenário fiscal. Em relação ao primeiro, o último Boletim Focus divulgado mostrou a sétima elevação seguida das expectativas do IPCA para 2024. Conforme o documento, as projeções para o IPCA deste ano estão atualmente em 4,26%, valor acima da meta de 3% e próximo ao limite superior do intervalo de tolerância.
Quanto ao cenário fiscal, a dívida bruta do Brasil voltou a subir, chegando ao patamar de 78,5% do PIB em julho. O valor representa um aumento de 0,7 ponto percentual em relação ao mês anterior, além de ser o maior patamar da série desde outubro de 2021, quando a dívida atingiu 79,5% do PIB.
As despesas previdenciárias e o BPC (Benefício de Prestação Continuada) foram os principais responsáveis pela tendência de alta do endividamento no primeiro semestre do ano. Ao longo do mês, o governo federal detalhou que a redução de R$ 25,9 bilhões em gastos do Orçamento de 2025 virá, principalmente, dessas duas frentes. Do montante total, R$ 10,5 bilhões serão economizados com despesas previdenciárias e R$ 6,4 bilhões virão de cortes no BPC.
O BC também se mantém vigilante com o mercado de trabalho mais aquecido no país. A taxa de desemprego caiu de 6,9% para 6,8% no trimestre móvel encerrado em julho, a menor taxa para o trimestre em toda a série histórica. O setor de serviços, que emprega a maior parte da mão de obra no Brasil, cresceu 1,7% em junho, impulsionado pelo segmento de transportes. A expansão do setor é um indicador de aquecimento da economia, que resulta em uma maior dificuldade de controle da inflação e, consequentemente, menor chance de cortes nos juros.
Falando sobre ela, a inflação oficial brasileira, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acelerou para 0,38% em julho, após registrar alta de 0,21% em junho. O resultado ficou um pouco acima do consenso de expectativas. No acumulado em 12 meses, o IPCA acelerou para 4,50%, após 4,23% em junho. O valor é igual ao limite superior de tolerância da meta estipulada para o BC. Já o IPCA-15, prévia da inflação, desacelerou para 0,19%, acumulando alta de 4,35% nos últimos 12 meses.
Outra importante divulgação foi feita pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que confirmou a indicação do atual diretor de política monetária, Gabriel Galípolo, para a presidência do Banco Central. O nome ainda precisa ser sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e aprovado em plenário pelos senadores. Se confirmado, Galípolo assumirá a presidência da autarquia em 2025, com o fim do mandato do atual presidente, Roberto Campos Neto, em 31 de dezembro deste ano. A indicação de Gabriel já era esperada pelo mercado.
Por fim, o fluxo de capital estrangeiro na B3 ficou positivo em agosto. Os investidores estrangeiros ingressaram com R$ 10 bilhões na bolsa brasileira no mês. O resultado acumulado do ano continua negativo em R$ 21,5 bilhões. O IBOVESPA subiu 6,54%, seu melhor mês no ano. O índice chegou até mesmo a passar o seu topo histórico, atingindo os 137 mil pontos. Em 2024, o IBOVESPA acumula alta de 1,35%.
Abaixo, elegemos algumas empresas das quais julgamos importante compartilhar informações e opiniões.
Bradesco (BBDC4)
O retorno do Bradesco em agosto (~ 23%) é reflexo da melhora nos resultados do banco e na quebra do pessimismo exagerado do mercado. Desde que entramos na tese, batemos na tecla do turnaround. Por diversas vezes, fomos enfáticos em dizer que o preço de mercado do Bradesco significava um cenário de caos. Por outro lado, nós, seres racionais que somos, preferimos acreditar em um cenário pragmático, nem tanto ao céu nem tanto ao inferno.
Nesse cenário, a gestão faria o feijão com o arroz e transformaria o Bradesco num banco de rentabilidade melhor do que a apresentada nos dois últimos anos, mas pior que a histórica. Em tal cenário, havia um upside relevante a ser conquistado. Portanto, incluímos Bradesco na carteira.
Desde então, a gestão fez muito bem o dever de casa. O nosso cenário pragmático foi surpreendido, mas para melhor. Enquanto isso, o mercado vai acordando do pesadelo e percebendo que o caos nunca foi realidade. Assim, a cada novo resultado positivo, o valor das ações do banco tem apresentado crescimento.
E o resultado no 2T24 foi, de longe, o melhor dos últimos trimestres. O plano de reestruturação mostrou avanços importantes, como a retenção de custos, a assertividade na política de crédito e a melhora da qualidade da carteira. Dessa vez, o crescimento apresentado nos segmentos da carteira de crédito mostrou que o BBDC começou a ganhar tração, mesmo com a política de crédito mais restritiva.
Você pode acessar mais informações sobre o resultado do 2T24 aqui.
Por ora, precisamos informá-lo que estamos de olho nos avanços da tese. A cada sinal de melhora, nos permitimos sermos mais otimistas em nosso cenário base de valuation. Para o cenário atual, estimamos preço-alvo de R$ 17,91 para BBDC4 e preço teto de R$ 16,61. Diante disso, mantemos a recomendação de COMPRA.
Sanepar (SAPR11)
Para a galera que leu a tese de Sanepar, já sabe que a companhia solicitou a inclusão do precatório bilionário no Orçamento Geral da União do Exercício de 2025 — mesmo que o tenha feito com atraso. O que acontece é que o prazo que a União estipulou foi 2 de abril, mas a empresa só confirmou o envio no final do mesmo mês.
Por isso, no nosso modelo de valuation, preferimos nos manter conservadores e projetamos que o valor entraria no orçamento somente em 2026, para recebimento em 2027. De qualquer forma, se a Sanepar enviou o pedido mesmo depois da data limite, é porque tem chance de ser aceito — e tudo indica que será!
O Projeto do Orçamento de 2025 foi encaminhado ao Congresso no final de agosto, e junto com ele, foi divulgada a lista de precatórios que estão em análise para serem pagos. A boa notícia é que o precatório da Sanepar está na lista. Isso quer dizer que, caso a PLOA seja aprovada como está, o pagamento pode acontecer um ano antes do que a gente imaginou. Ainda existe um caminho até a aprovação, mas nossas expectativas são boas.
Esse é o gatilho de curto prazo que esperávamos para fazer a ação andar, e parece já estar se concretizando dada a recente valorização do papel. Vamos nos manter atentos aos desdobramentos.
Tegma (TGMA3)
A Tegma publicou seu resultado do 2T24 em agosto em linha com nossas expectativas e surpreendeu o consenso de mercado, com um lucro líquido acima do esperado. Gostamos do resultado, uma vez que a empresa reverteu as margens mais apertadas do 1T24, em razão da descontinuação de um cliente importante no segmento de Logística Integrada da companhia. Se você ainda não viu, recomendamos a leitura clicando aqui.
Além dos bons resultados que impulsionaram a ação, os dados de vendas de automóveis e comerciais leves continuam surpreendendo mês após mês. Em agosto, foram emplacados 13,4% a mais que em 2023, crescimento que se repete para o acumulado do ano.
Ao que parece, a queda da taxa Selic em relação à taxa de 2023 já andou impulsionando os financiamentos, uma vez que cresceram 14,8% em agosto, na comparação com agosto do ano passado.
Vale lembrar que o mercado de crédito impulsiona a venda de veículos novos. Afinal, com os patamares de preços desses bens de consumo, o brasileiro médio, na hora de trocar de carro, não tem alternativa a não ser financiar sua aquisição.
Por sua vez, mais carros vendidos no país significam mais carros transportados pela companhia. Ainda estamos longe de sair do buraco em que o país se enfiou na pandemia com relação ao número de veículos novos vendidos por aqui. Mas, desde 2023, o mercado vem se recuperando lentamente. Acreditamos que seja este fato, inclusive, que vem impulsionando a ação no último mês.
Em razão de tudo isso, seguimos confiantes com nossa posição em TGMA3, que segue com recomendação de COMPRA, com preço justo de R$ 33,11 e preço teto de R$ 31,14.
Taurus (TASA4)
No final do mês de agosto, parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado, junto ao governo, chegaram a um acordo para que seja editado um novo decreto corrigindo pontos do decreto de armas em vigor, o Decreto 11.615/2023.
O novo decreto teria como principais pontos a retomada da autorização para que clubes de tiro desportivo já existentes fiquem a menos de um quilômetro de distância em relação a instituições de ensino e uma flexibilização na habitualidade, que se refere à quantidade de vezes que um CAC (caçadores, atiradores e colecionadores) deve frequentar um clube de tiro ou participar de competições com uma determinada arma para comprovar sua condição.
Segundo Vanderlan Cardoso, relator do projeto de decreto legislativo que derrubaria as restrições de armas, "a competência para regulamentar a localização de estabelecimentos é municipal". Ele disse ainda que "a medida invade a competência municipal e prejudica a segurança jurídica das entidades já estabelecidas, inviabilizando a continuidade de suas atividades, além de não ter qualquer justificativa técnica de melhoria da segurança pública".
O líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), afirmou ter se reunido com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tratar do acordo, que foi confirmado. O prazo para emissão do novo decreto acordado era de 1º de setembro, entretanto, ele ainda não foi emitido.
O atraso supostamente ocorreu por conta de uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e integrantes da Casa Civil, onde o governo decidiu propor aos senadores que o funcionamento de clubes perto de escola seja permitido apenas no horário noturno, entre 18h e 22h.
Com a demora para a emissão, deputados da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados ameaçaram votar a convocação do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, para prestar esclarecimentos no colegiado. A convocação obriga o ministro a comparecer à audiência na comissão, sob pena de crime de responsabilidade.
Resta agora saber como essa história irá se desenrolar. Caso o novo decreto seja realmente emitido, esses novos incentivos ao setor poderão trazer alguma reação positiva às ações da Taurus.
C&A (CEAB3)
Nada de muito novo por aqui. Os resultados da C&A no ano foram bons e tudo indica que os próximos também serão. Nesse cenário, o valor da ação tem oscilado entre R$ 9 a R$ 11.
Seguimos confiantes no case. Até agora, desde que colocamos CEAB3 na carteira, em 21 de julho de 2023, ela saiu de R$ 5,49 e chegou a R$ 10,17 no final de agosto, registrando um retorno acumulado de mais de 85%. Diante disso, vamos manter a recomendação de COMPRA a um preço-alvo de R$ 13,33.
Para as demais ações da carteira, não tivemos grandes novidades que mereçam destaque. Os cases seguem em linha com nossas perspectivas de longo prazo. O que vale destacar é que, no relatório do mês passado, analisamos o resultado do 2T24 de todas as empresas que compõem a carteira. Confira.
****E sobre as ações das carteiras “O Melhor da Bolsa e Small Caps”?
No caso das recomendações da carteira “O Melhor da Bolsa”, já fizemos todas as alterações, restando apenas uma da carteira “Small Caps”. Para mais informações sobre as alterações, consulte os relatórios anteriores.
Vamos avisar sobre o momento ideal de vender a ação recomendada na carteira extinta de “Small Caps” e, ao mesmo tempo, recomendaremos as ações da carteira de valorização. Assim, aos poucos, você poderá alinhar sua carteira.
Passamos, agora, para a antiga carteira de “Small Caps”.
Small Caps
Das 13 ações que tínhamos na carteira Small Caps, sobrou apenas uma para acompanharmos: Jalles (JALL3).
Abraços,
Time VAROS.