Relatórios

O mercado de ações em junho

Escrito por Varos Brasil em AÇÕES

13 min de leitura

Aviso Legal: O documento subsequente é uma produção da Varos, uma casa de análise devidamente habilitada junto à Associação dos Profissionais de Investimento no Mercado de Capitais (APIMEC).

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Começaremos o relatório falando brevemente sobre o mês de julho, já que se passou mais da metade do mês até a publicação do relatório.

De maneira geral, o mercado de ações tem se recuperado bem nesse mês. Aliás, entre o período de 17 de junho e 17 de julho, o IBOVESPA chegou a subir ~8%, reduzindo a performance negativa no acumulado do ano. Somente em julho, a rentabilidade foi positiva em 3% até o momento.

Tudo isso é reflexo de diversos fatores que vamos abordar neste relatório, como a probabilidade cada vez maior de corte de juros pelo Federal Reserve (FED), o banco central dos Estados Unidos, apesar do tom mais cauteloso na reunião de junho, além de uma sinalização mais positiva em relação à responsabilidade fiscal brasileira.

Tudo isso contribuiu para que a curva de juros desse uma arrefecida em julho, o que leva a um otimismo maior para a bolsa brasileira. Inclusive, no último relatório mensal que publicamos, falamos sobre o impacto da curva de juros nas ações. Confira.

Seguindo para os dados econômicos, começaremos pelo cenário externo. A decisão de política monetária do FED, ocorrida em meados de junho, foi marcada por uma postura mais cautelosa, além de uma surpresa negativa. A autoridade monetária passou a projetar uma inflação maior no curto prazo e apenas um corte de juros de 0,25 p.p. este ano. As últimas projeções da autoridade monetária indicavam três reduções ao longo de 2024. O FED manteve a sua taxa básica de juros em 5,25% a 5,5% pela sétima reunião consecutiva do FOMC.

A decisão leva em conta principalmente a dinâmica resiliente do mercado de trabalho. A economia dos EUA criou 272 mil empregos não-agrícolas em maio, conforme o payroll divulgado pelo Departamento de Trabalho. O valor veio muito acima dos 182 mil esperados e dos 165 mil anteriores, revisados de 175 mil.

O resultado é ruim do ponto de vista quantitativo. A aceleração do emprego acima dos níveis esperados mostra que a economia americana ainda se mantém resiliente, o que diminui as probabilidades de cortes nos juros por lá.

Contudo, os preços ao consumidor dos Estados Unidos (CPI) surpreenderam positivamente e ficaram estáveis em maio. A leitura inalterada do índice de preços ao consumidor mostra uma desaceleração frente ao aumento de 0,3% em abril.

Nos últimos 12 meses até maio, o índice avançou 3,3%. Embora o aumento anual dos preços ao consumidor tenha desacelerado em relação ao pico de 9,1% em junho de 2022, a inflação americana continua acima da meta de 2% do Federal Reserve (FED).

Ainda sobre a inflação, o índice de preços de gastos com consumo (PCE), a medida preferida do FED para aferir a inflação, também ficou estável em maio, desacelerando em relação à alta de 0,3% registrada em abril.

Dessa forma, o mês de maio foi marcado por resultados mistos lá fora. Se por um lado a economia americana tem apresentado um mercado de trabalho aquecido, por outro a inflação pode ter dado os primeiros indícios de estabilidade.

No Brasil, após dois trimestres de crescimento praticamente nulo, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro avançou 0,8% no primeiro trimestre de 2024. Importante ressaltar que o resultado do primeiro trimestre de 2024 ainda não tem influência das enchentes no Rio Grande do Sul, que só começaram no fim de abril e se intensificaram no início de maio.

O crescimento foi marcado por expansão em serviços, agropecuária, consumo das famílias, formação bruta de capital fixo (FBCF, medida do que se investe em máquinas, construção civil e pesquisa), exportação e importação. Apenas a indústria registrou queda, enquanto o consumo do governo ficou estável.

O setor de serviços teve expansão de 1,4% nos três primeiros meses de 2024, em relação ao trimestre final do ano anterior. Na comparação com o primeiro trimestre de 2023, houve crescimento de 3% no segmento de serviços. Esse é um importante indicador a ser acompanhado, porque a inflação de serviços tem denotado dificuldade para cair, o que tem sido uma pedra no sapato do Banco Central.

Nesse sentido, a autoridade monetária reforçou a mensagem de que a política monetária deve se manter contracionista por “tempo suficiente”, o famoso “higher for longer”. O comentário foi feito por meio da última ata do COPOM, referente à reunião ocorrida nos dias 18 e 19 de junho. O comitê optou por interromper o ciclo de corte de juros, iniciado em agosto de 2023, mantendo a taxa Selic no patamar de 10,50% ao ano.

A decisão teve vários fatores como motivação. Externamente, existe um peso relacionado às incertezas sobre o início do ciclo de corte de juros na economia americana. No ambiente doméstico, o comitê destaca a elevação das projeções de inflação, que estão relacionadas principalmente ao aquecimento do mercado de trabalho e aos recentes riscos fiscais.

Além disso, a ata também comenta sobre a desancoragem de expectativas, visto que o mercado — por meio do Boletim Focus — tem precificado uma inflação acima da meta do BC para os próximos anos.

O COPOM comentou que vai se manter “vigilante” e que as futuras mudanças nas taxas de juros dependerão, principalmente, da convergência das expectativas da inflação à meta.

Falando dela, a inflação oficial (IPCA) de maio veio em 0,46%, acima do consenso de expectativas de 0,41%. O resultado reflete uma aceleração frente ao mês anterior, quando a inflação apresentou alta de 0,38%. O índice foi puxado, em especial, pelos grupos de Alimentação e Bebidas e Habitação, responsáveis por 0,13 p.p. e 0,10 p.p. do valor cheio (0,46%), respectivamente. Por outro lado, Educação e Artigos de Residência foram os que menos impactaram o índice, com 0,005 p.p. e -0,02 p.p..

Com os problemas relacionados à catástrofe climática no Sul, o IPCA de Porto Alegre registrou alta de 0,84%, quase o dobro do índice nacional. Destaque também para Alimentação e Bebidas e Habitação, que juntos correspondem a 0,73 p.p. do índice cheio. Além disso, cabe ressaltar também a forte aceleração desses dois grupos, que saíram de 0,84% e 0,18% em abril para 2,63% e 1,19% em maio, respectivamente.

No ano, o IPCA já acumula alta de 2,27%. Analisando os últimos doze meses (UDM), com a divulgação de maio, o índice acumula alta de 3,93%. O resultado está acima da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3% para 2024. Entretanto, a taxa ainda se encontra dentro do intervalo de tolerância, que é de 1,5 p.p. para mais ou para menos. Cabe ressaltar que houve aceleração no resultado de 12 meses, visto que em abril o índice registrou alta de 3,69%.

Já o IPCA-15, que é medido entre o dia 16 do mês anterior (maio) e o dia 15 do mês atual (junho) e é considerado como uma “prévia” da inflação do mês, veio em 0,39% em junho, após alta de 0,44% em maio. O grupo de Alimentação e Bebidas também foi a principal influência para a alta do IPCA-15 em junho, com variação de 0,98% e impacto de 0,21 p.p..

Na análise UDM, assim como o IPCA de maio, o IPCA-15 de junho também acelerou e ficou em 4,06%, contra 3,70% no número registrado até o mês anterior.

Ainda em relação à divulgação de indicadores, a taxa de desemprego no país caiu para 7,1% no trimestre móvel encerrado em maio. O resultado ficou abaixo do verificado no trimestre móvel anterior, encerrado em fevereiro (7,8%), e abaixo do resultado de igual período de 2023 (8,3%). No trimestre encerrado em abril, a taxa estava em 7,5%.

Quanto às contas públicas, o setor público consolidado fechou maio com déficit primário de R$ 64 bilhões. Em maio do ano passado, o resultado havia sido deficitário em R$ 50 bilhões. Na análise dos últimos 12 meses, o déficit alcançou R$ 280,2 bilhões, o equivalente a 2,53% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 12 meses até abril, o déficit estava em 2,41% do PIB.

O fluxo de investimento estrangeiro de junho seguiu a tendência negativa dos últimos meses e também ficou no vermelho. O mês foi marcado por saídas de R$ 4,2 bilhões em investimentos estrangeiros. O ano de 2024 já acumula R$ 38,8 bilhões em saídas, com todos os meses negativos.

Na contramão do fluxo, desde a última publicação do relatório, o IBOVESPA registrou alta de ~8%. No entanto, o índice ainda acumula queda de ~3% no ano.

Principais Destaques do Mês

Fleury (FLRY3)

Entre o período de 17 de junho e 17 de julho, a ação da Fleury (FLRY3) apresentou uma variação de ~11%, revertendo a performance negativa que estava apresentando desde o início do ano. Mas o que mudou nesse último mês que fez com que a ação subisse tanto?

No lado dos fundamentos da empresa, não houve nenhuma alteração. Ainda seguimos confiantes com o case, mantendo a recomendação inalterada. O que realmente mudou nesse período foi a quantidade de analistas do mercado recomendando a compra do ativo.

Assim como fizeram os analistas do Goldman Sachs no final de abril, na última semana de junho, a FLRY3 entrou no rol de recomendações de compra dos bancos BTG e Santander. Além disso, nessa mesma semana, o Itaú BBA reiterou seu otimismo com a empresa. Isso tudo levou a uma alta acumulada de 5% em cinco dias.

Um dos pontos de destaque é a convergência do preço-alvo estipulado pelos bancos para aquele que nós recomendamos. Para o BTG, o preço alvo é ligeiramente menor, de R$ 18; para o Goldman Sachs, é R$ 19; e para o Santander, R$ 19,50.

De qualquer forma, o que importa para nós da VAROS é a Taxa Interna de Retorno (TIR), que em nossas contas atuais está em ~20%. Considerando que a Fleury tem uma operação estável, com baixo risco atrelado à companhia, acreditamos que essa seja uma TIR bastante atraente.

Portanto, mesmo com as recomendações recentes, nossa opinião sobre a companhia não muda. Fleury é uma empresa com um histórico bastante sólido de resultados, mantendo margens e geração de caixa livre. Embora não tenha um crescimento superacelerado, acreditamos na entrega dos planos futuros (como as sinergias com Hermes Pardini) e ganhos de market share. Outro ponto favorável é que a companhia possui baixa alavancagem, o que abre espaço para futuras novas aquisições.

Klabin (KLBN11)

No 1T24, os resultados da Klabin estiveram bem em linha com o consenso do mercado. O fato é que, nesse primeiro trimestre, houve uma melhora nos preços da celulose, o que ajudou a companhia a mostrar uma recuperação na comparação com o final do ano passado.

Para os resultados do 2T24, que serão divulgados no final de julho, devemos continuar vendo essa melhora nos preços, o que provavelmente trará margens melhores para a companhia nesse primeiro semestre do ano.

Mesmo com margem melhor, o Projeto Caetê trará uma pressão maior no fluxo de caixa, já que o projeto foi aprovado pelo CADE e há uma expectativa de desembolsar US$ 1,16 bilhão nos próximos trimestres de 2024. Num primeiro momento, esse desembolso trará uma alavancagem adicional, mas dentro de sua política de endividamento. Vale destacar que a companhia não tem nenhum covenant atualmente, mas em momentos de ciclo de investimento sua política de endividamento limita sua alavancagem para 4,5x Dívida Líquida/EBITDA - atualmente está em 3,5x.

Com esse projeto, a Klabin vai adquirir 150 mil hectares de terras da Arauco, dos quais 85 mil são de terras produtivas, localizadas principalmente no Paraná. A expectativa é que isso resultará em uma redução de desembolsos com CAPEX e redução de custo caixa.

Do lado dos investimentos, entre os anos de 2024 e 2028 é esperada uma redução de R$ 4,4 bilhões no CAPEX cumulativamente. Já pelo lado dos custos, a expectativa é uma redução anual entre R$ 350 milhões e R$ 400 milhões, com diminuição de custos logísticos e de colheita. Tudo isso trará uma margem operacional melhor e um alívio maior no fluxo de caixa da empresa.

De todo modo, a expectativa era que esse projeto começasse a rodar até o fim do 2T24, o que não se materializou. De qualquer forma, em nosso modelo de valuation, não estamos considerando nenhuma dessas sinergias, o que traz segurança na avaliação. Como as sinergias dependem de diversos fatores, passaremos a incorporar essas premissas caso a companhia realmente demonstre sucesso em capturá-las.

Taurus (TASA4)

Hoje vamos explorar, neste relatório, um novo gatilho da Taurus que entrou em nosso radar.

A CBC, fabricante de munições controladora da Taurus, vendeu uma de suas subsidiárias para o Colt CZ Group. Esse "Colt" é o da tradicional Colt, uma das maiores e mais antigas fabricantes de armas dos EUA, que hoje é controlada por um grupo da República Tcheca. 

O que importa aqui é que, nessa negociação, a CBC ficou com 27% da Colt, se tornando a segunda maior acionista do grupo, possuindo o direito de indicar um membro ao Conselho de Administração. O CEO da CBC Brasil e CFO da CBC Global mencionou que isso marca um "ponto de partida de uma colaboração estratégica impactante" e que "a transação levará à criação de valor notável entre os segmentos de munições e armas de fogo".

Com isso, vem se especulando que a Taurus teria agora nessa relação a sua porta de entrada para o mercado de Law Enforcement (“Aplicação da Lei” em português, mercado composto por uma variedade de agências do país, compreendendo policiais, forças de defesa, agentes de tribunais e de vários outros órgãos municipais, estaduais e federais) nos EUA, já que a Colt tem uma participação histórica nesse segmento, se tornando um parceiro relevante para a Taurus, intermediado pela CBC. 

Do outro lado, segundo a LRCA Defense Consulting, a Colt não está conseguindo atender parte de seus clientes recentemente por falta de capacidade e precisa de mais fábricas. Como a mão de obra no Brasil é mais barata que nos EUA e na Europa e a Taurus tem tecnologia e capacidade disponível, a parceria seria benéfica para a Colt também. Outro indicativo positivo é que o Colt CZ Group é listado em Praga e suas ações vêm performando bem recentemente. Vamos aprofundar sobre esse gatilho na atualização anual do relatório base da Taurus, em breve.

Além disso, a Taurus realizou no dia 10 de julho o pagamento de dividendos referentes a 2023 (descontados os dividendos pagos antecipadamente em agosto do ano passado) no montante de R$ 38 milhões, com o valor de R$ 0,30 por ação, representando um dividend yield de 2,4%. A data-base para o recebimento dos proventos foi 30 de abril de 2024.

Kepler Weber (KEPL3)

O Governo Federal lançou no dia 3 de julho o Plano Safra para 2024/2025. O volume de recursos destinados para financiamentos aumentou 10%, atingindo R$ 400,6 bilhões. 

O Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), principal linha relacionada a Kepler Weber, teve um aumento de 17,4% nos recursos, chegando aos R$ 7,8 bilhões, com taxas de juros de 7% a 8,5% e prazo de 10 anos.

Consideramos os números positivos, embora não excepcionais. A Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos afirma que os investimentos necessários para que o setor acompanhe o crescimento da agricultura no país e evite o aumento do déficit de armazenagem de grãos deveria ser de R$ 15 bilhões.

Além disso, a Kepler realizou no dia 10 de julho o pagamento de dividendos intermediários referentes a 2024 no montante de R$ 30 milhões, com o valor de R$ 0,17 por ação, representando um dividend yield de 1,7%. A data-base para o recebimento dos proventos foi 28 de junho de 2024.

Vale (VALE3)

No dia 12 de junho, a Vale conferiu publicidade ao fato de que, junto à BHP e à Samarco, apresentou nova proposta de acordo para o rompimento da barragem de Mariana. O valor total é de R$ 140 bilhões. Esse valor inclui R$ 37 bilhões já investidos em reparação e compensação, R$ 82 bilhões a serem pagos em dinheiro ao longo de 20 anos ao Governo Federal, aos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, e aos municípios, além de R$ 21 bilhões em outras obrigações a serem cumpridas.

Os valores da nova proposta são para 100% do total, com a BHP Brasil e a Vale contribuindo com 50% cada.

Além disso, no final do mês, a empresa firmou acordos com o Estado do Pará e sua Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMAS), homologados pelo Supremo Tribunal Federal. Esses acordos foram feitos para restabelecer as licenças de operação das minas de Onça Puma e Sossego. Com isso, os processos de retomada operacional devem ser iniciados o mais breve possível.

Bradesco (BBDC4)

No dia 6 de junho, o Banco Bradesco comunicou ao mercado a aprovação da distribuição de JCP relativo ao primeiro semestre de 2024. A distribuição representa um valor bruto de R$ 0,359 por ação ordinária (BBDC3) e R$ 0,395 por ação preferencial (BBDC4). Terão direito a esse provento os acionistas que detinham as ações no dia 17 de junho. O pagamento do JCP ocorrerá no dia 31 de janeiro de 2025.

Banco ABC Brasil (ABCB4)

No dia 24 de junho, o Banco ABC Brasil (ABCB4) comunicou ao mercado a aprovação da distribuição de Juros Sobre o Capital Próprio (JCP) referente ao primeiro semestre de 2024. A distribuição representou um valor bruto de R$ 0,785 por ação. Terão direito a esse provento os acionistas que detinham as ações no dia 28 de junho. O pagamento do JCP ocorreu no dia 12 de julho.

Ambipar (AMBP3)

Finalmente, finalizamos a revisão do case de Ambipar (AMBP3) e recomendamos a RETIRADA das ações de AMBP3 da carteira. Juntamente com essa recomendação, fizemos um relatório completo falando sobre essa decisão. Você pode conferi-lo na seção de “Relatórios” na plataforma da Finclass (clique aqui).

Demais empresa recomendadas

Para as demais ações da carteira, não tivemos grandes novidades que mereçam destaque. Os cases seguem em linha com nossas perspectivas de longo prazo. O que vale destacar é que no final de julho se inicia a temporada de resultados do 2T24. Conforme as empresas forem divulgando, traremos maiores detalhes para você!

****E sobre as ações das carteiras “O Melhor da Bolsa e Small Caps”?

No caso das recomendações da carteira “O Melhor da Bolsa”, já fizemos todas as alterações, restando apenas algumas da carteira “Small Caps”. Para mais informações sobre as alterações, consulte os relatórios anteriores.

Vamos avisar o momento ideal de vender as ações recomendadas na carteira extinta de “Small Caps” e, ao mesmo tempo, recomendaremos as ações da Carteira de Valorização. Assim, aos poucos, você poderá alinhar sua carteira.

Passamos, agora, para a antiga carteira de “Small Caps”.

Small Caps

Na carteira de Small Caps, das 13 ações que tínhamos, sobraram duas para acompanharmos.

 Seguem abaixo seus preços máximos de compra e preços-alvos das duas ações restantes:

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Abraços,

Time VAROS.

Sobre os analistas

Varos Brasil

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Varos é uma casa de análise credenciada pela APIMEC, e liderada pelo Leandro Siqueira, especialista em ações e Valuation.