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Tese de investimentos de PRIO (PRIO3)

Escrito por Aline Tavares, Ana Luiza Erthal em AÇÕES

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Fonte: Shutterstock

Olá, queridas e queridos assinantes da série Spiti One!

No relatório de hoje, aproveitando os números da PRIO do 3T22, apresentamos a tese de investimentos da companhia, incorporando ao modelo de avaliação o resultado mais recente, mudanças de perspectivas macroeconômicas e as novas expectativas em relação aos projetos em andamento.

Vamos dar uma conferida?

Petro Rio agora é PRIO (PRIO3): resultado do 3T22 + apresentação da tese de investimentos

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Petróleo: herói ou vilão da história?

Por mais que seja da natureza humana colocar rótulos e fazer julgamentos sobre acontecimentos ou alguns fatos passados, o petróleo já ocupou os dois lados da moeda no imaginário popular.

A indústria petrolífera surgiu em meados do século XIX, inicialmente nos Estrados Unidos, no que foi classificado como uma “corrida ao ouro negro”, em que aventureiros e empresas disputavam terrenos exploráveis da região da Pensilvânia, no nordeste do país. Entretanto, a dinâmica desorganizada desse início, em conjunto com o desconhecimento geológico, estimulava a drenagem desproporcional dos poços e seus esgotamentos precoces.

A industrialização da economia norte-americana estava acontecendo em pleno vapor nessa época e transformou radicalmente o cenário do país.

Porém, foi apenas com o surgimento de um dos “pais” dessa indústria que o petróleo começou a mudar de figura no mundo. John D. Rockfeller conseguiu solucionar alguns problemas, como os desafios de armazenagem, transporte e transformação dos derivados. A sua preocupação com a qualidade, implantação de novos métodos de extração para melhorar a produtividade e diminuir custos, fez com que o querosene, o carro-chefe da época, se transformasse no principal produto da sua empresa. Inclusive, a preocupação com a qualidade deu origem ao nome de sua empresa: Standard Oil Company.

Uma das suas grandes sacadas foi a aposta na economia de escala e integração vertical da sua empresa, que a transformou em uma das companhias de maior poder econômico da época em todas as fases da indústria petroleira.

Rockfeller se tornou um dos homens mais ricos da história dos Estados Unidos até hoje, e em função do tamanho e monopólio da sua empresa, por uma determinação da Suprema Corte Federal dos Estados Unidos em 1911, ele foi forçado a dividir a sua companhia em várias empresas. A Standard Oil of New Jersey se transformou em Esso e depois Exxon, Standard Oil of New York em Mobil Oil, Standard Oil of California em Socal e depois Chevron.

Além das empresas de Rockefeller, algumas outras também foram criadas na época, como Texaco e Gulf Oil.

Em paralelo, na Europa uma empresa britânica de transportes chamada Shell associou-se em 1903 à companhia holandesa de petróleo, Royal Dutch Petroleum, criando assim a Royal Dutch Shell. Ainda no Reino Unido, foi criada a Anglo-Persian, atual British Petroleum.

Após a Primeira Guerra Mundial, essas empresas, conhecidas como as “Sete Irmãs”, começaram a competir em nível mundial, reforçando a procura por novas regiões produtoras e inaugurando a indústria na América Latina e Oriente Médio.

Em 1960, entretanto, foi criada a Opep (Organização dos Países Produtores de Petróleo), em que os países (principalmente do Oriente Médio) produtores começaram a tomar o controle das explorações locais e determinar os preços. O domínio das “irmãs” foi abalado e entrou em declínio.

Atualmente, fazem parte dessa organização os seguintes países: Angola, Arábia Saudita, Argélia, Congo, Emirados Árabes Unidos, Gabão, Guiné Equatorial, Irã, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria e Venezuela.

De 1970 até os dias atuais, como nossa economia ainda é muito dependente do petróleo, vários problemas e conflitos geopolíticos utilizaram a commodity como principal componente para negociação e desenvolvimento de uma série de regiões ao redor do mundo.

Por mais que queiramos diminuir ou até extinguir a dependência mundial da commodity, a transição energética para fontes mais sustentáveis ainda deve demorar. Segundo dados da Opep, as projeções apontam para um aumento da demanda até 2045. A explicação é que o mundo precisará de petróleo para fazer a transição energética e isso vai demandar investimentos.

Por falar em algo tão crucial ainda para o mundo, vamos falar de uma empresa produtora nacional que está em pleno desenvolvimento?

Vamos entender quem é a PRIO

A história da nossa recomendada tem início em 2008, com a criação da BN 16, posteriormente denominada HRT Participações em Petróleo (HRT). Em 2010, a companhia realizou seu IPO (oferta pública inicial de ações), com o intuito de financiar a exploração de áreas de concessão na Bacia de Solimões (AM). No ano seguinte, adquiriu a UNX Energy Corp, empresa com ativos exploratórios na Namíbia, no continente africano. Entretanto, até o ano de 2013 a então HRT não conseguiu obter grandes êxitos em suas operações.

A partir de 2014, iniciou-se um processo de reestruturação, que levantou recursos com investidores nacionais e internacionais e mudou a estratégia da companhia, que tinha como foco a exploração, e passou a centrar em aquisição de ativos de produção. Nesse sentido, a HRT adquiriu da BP a concessão do Campo de Polvo, localizado a 100 km da cidade de Cabo Frio (RJ), e passou a operá-lo.

No ano seguinte, passou a denominar-se PetroRio e implementou robusta redução de custos operacionais, além de se desfazer de ativos de exploração. Nesse mesmo ano, conseguiu a qualificação de “operador A” diante da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o que permitiu à empresa operar offshore (em águas rasas, profundas e ultraprofundas) e onshore (em terra).

Em 2016, ocorreu a intervenção bem-sucedida em três poços no Campo de Polvo, que aumentaram a produção desse ativo em aproximadamente 20%. Ademais, houve a aquisição de 10% dos direitos de concessão do Campo de Manati pertencentes à antiga Brasoil e de participação indireta de 100% nas concessões do Campo de Pirapema, ativo de gás que está em desenvolvimento, e do Bloco FZA-M-254, ambos na foz do Rio Amazonas.

Em 2018, a companhia obteve êxito na perfuração de três novos poços no Campo do Polvo e anunciou a aquisição de cerca de 18% de participação na exploração no Campo de Frade (localizado a 172 km do Campo do Polvo) da Frade Japan Petroleum. No ano posterior, adquiriu a Chevron Brasil Frade, detentora de aproximadamente 52% da concessão e operação do Campo de Frade, além de participação equivalente nos ativos operacionais do campo, passando a operá-lo. Ademais, a antiga Chevron Brasil Frade também era detentora de 50% de participação na exploração e operação do bloco exploratório CE-M-715.

Ainda em 2019, a PetroRio adquiriu participação adicional de 18% no Campo de Frade da Frade Japan Petroleum e, assim, combinada à aquisição da Chevron, passou a deter participação de 70% na exploração desse ativo. No fim do mesmo ano, foi anunciada a compra dos 30% restantes de participação, adquirida da Petrobras. Dessa forma, a PetroRio passou a deter a integralidade da operação do Campo de Frade e toda a sua infraestrutura associada.

Esse ativo conta com um FPSO Frade (Floating, Production, Storage and Offloading, navio-plataforma), que acessa os poços de petróleo na região e possui capacidade de processamento de 150 mil barris por dia e armazenamento de até 1,5 milhão de barris, além de estar conectado à malha de gasodutos brasileira, o que permite que a companhia venda gás produzido ou, quando necessário, compre gás para atender às demandas do campo.

Em 2020, foram anunciadas a aquisição do FPSO Bravo, navio com capacidade de processamento de 100 mil barris de óleo por dia e armazenagem de 1,3 milhão de barris, e a aquisição de 80% do Campo de Tubarão Martelo (localizado a 11 km do Campo de Polvo), assim como os direitos para sua operação, que eram detidos pela Dommo Energia (antiga OGX).

No mesmo ano, a taxa de royalties recebida pela PetroRio referente à produção incremental do Campo de Polvo (ou seja, volume de produção que superar a curva de declínio natural desse ativo) passou de 10% para 5% após determinação da ANP.

A companhia também anunciou a alienação de sua participação de 10% no Campo de Manati para a Gas Bridge, e também que o poço de Eoceno, localizado no Campo do Polvo, realizou sua primeira produção de petróleo, aumentando assim a produção em cerca de 30% no campo e reduzindo o seu lifting cost (custo de extração) para menos de US$ 26 por barril. Ainda em 2020, a companhia adquiriu cerca de 36% de participação – que atualmente é de 64,3% – no Campo de Wahoo (situado a 30-35 km do Campo de Frade) e de 60% no Campo de Itaipu.

Em 2021, foi concluído o projeto de tieback (interligação) do FPSO Bravo no Campo de Tubarão Martelo com o Campo de Polvo, com a formação do primeiro cluster (polo) que possibilitou capturas de sinergias, como redução do lifting cost e extensão da vida econômica de ambos os ativos. Esse foi o primeiro tieback construído por uma empresa independente no país.

Segundo a companhia, está em processo de estudo a criação de um segundo cluster com a interligação entre os Campos de Wahoo e Frade.

E, finalmente em 2022, a empresa conseguiu adquirir os poços de Albacora Leste da Petrobras e a totalidade da Dommo (ex-OGX). Além disso, em maio deste ano, oficializou seu novo nome, PRIO, que remete ao ticker pelo qual é negociada na B3.

Quem são os donos da companhia?

A companhia possui capital pulverizado negociado na Bolsa de Valores, o que a torna uma corporation, ou seja, empresa sem bloco de controle definido. Seus principais acionistas são Aventti Strategic Partners (veículo de investimento do empresário Nelson Tanure) e Truxt Investimentos, com participações de 15,10% e 7,53%, respectivamente.

A PRIO é listada no Novo Mercado, segmento de mais alto grau de governança corporativa da Bolsa de Valores brasileira, no qual uma empresa só possui ações ordinárias (ON), ou seja, que dão direito a voto nas assembleias de acionistas. Ademais, o conselho de administração deve ser composto por no mínimo cinco membros, dos quais 20% devem ser conselheiros independentes.

Como é a operação da PRIO?

A estratégia da companhia tem sido sustentada pela tendência da Petrobras de alienação de seus campos maduros no país, com o intuito de focar em áreas de exploração do pré-sal, o que permitiu que a PRIO realizasse aquisições estratégicas nos últimos anos.

A empresa possui operação em Campo do Polvo, Campo de Tubarão Martelo, Campo de Frade e Campo de Wahoo. A participação não operacional para a produção de gás no Campo de Manati está em processo de desinvestimento para a cessão de direitos para a Gas Bridge. Além disso, a companhia possui o direito exploratório dos ativos de Pirapema (100%), Itaipu (60%), FZA-M-254 (100%) e CE-M-715 (50%), que se encontram em fase de estudos.

Fonte: PRIO

A estratégia da PRIO é baseada em crescimento inorgânico, ou seja, focada na aquisição de campos de petróleo e gás, preferencialmente de grandes empresas do setor, com o intuito de: (i) formação de clusters (polos) de produção através de tieback; (ii) redesenvolvimento dos campos (aumentando a produção e taxas de recuperação do petróleo); e (iii) otimização operacional (redução de custos, captura de sinergias, entre outros).

Fonte: PRIO

Perspectivas para a empresa

A estratégia de crescimento se baseia no desenvolvimento dos campos atuais da empresa, seguindo sua abordagem de eficiência de custos e aproveitamento das reservas, além de possíveis avenidas inorgânicas que pode explorar.

No que tange o crescimento orgânico, a PRIO possui projetos claros para desenvolver os campos de produção de óleo e gás. Dentre eles, estão as campanhas de perfuração de Frade, Polvo/Tubarão Martelo, Wahoo e Itaipu. Vale ressaltar ainda o projeto de tieback de Tubarão Martelo com Polvo e a conexão do poço Tubarão Martelo 10.

Quanto à estratégia de crescimento inorgânico, a companhia foca em duas frentes principais a serem exploradas. Algumas companhias multinacionais presentes no setor de óleo e gás brasileiro, focando em campos de alta produtividade do pré-sal, tendem a desinvestir ativos legado, como, por exemplo, Polvo, Frade, Wahoo, Albacora, Albacora-Leste, Papa-Terra, Lapa, Parque das Conchas, Bijupirá & Salema, Itaipu, Peregrino e outros, o que traz oportunidades relevantes de consolidação. Além disso, o plano de desinvestimento de determinadas companhias do setor de óleo e gás no Brasil também apresentam grande potencial para possíveis consolidações dentro da estratégia da PRIO.

No quarto trimestre de 2021, a PRIO identificou 18 ativos de óleo e gás nas proximidades de seus campos, totalizando 793 kbbl/d (mil barris por dia) de produção:

• Oito ativos não operados pela Petrobras (produção total de 192 kbbl/d);

• Dois ativos operados pela Petrobras com participação de terceiros (produção total de 189 kbbl/d); e

• Oito ativos 100% operados pela Petrobras (produção total de 412 kbbl/d).

Com um time experiente na indústria e o histórico positivo em realizar aquisições agregadoras, a empresa acredita que possui oportunidades para alavancar seu crescimento inorgânico no contexto atual do setor de óleo e gás brasileiro.

Resultado de 3T22: receita líquida recorde com o menor lifting cost já registrado

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No último dia 31 de outubro, a PRIO divulgou seu resultado referente ao 3T22.

Destaques: (i) receita líquida foi recorde em US$ 378,1 milhões no 3T22, crescimento de 110% em relação ao mesmo período do ano anterior; (ii) lifting cost atingiu o menor patamar já registrado em US$ 9,5 versus US$ 11,1 no 2T22; (iii) aumento de 71% no volume produzido em Frade; (iv) Ebitda ajustado atingiu US$ 286,3 milhões, aumento de 174% em relação ao 3T21, com margem Ebitda de 76% (+18 p.p.); e (v) lucro líquido de US$ 153,7 milhões, crescimento de 542% versus 3T21. 

A PRIO alcançou uma receita líquida recorde de US$ 378,1 milhões no 3T22, crescimento de 110% em relação ao 3T21, explicado principalmente pelo aumento de 71% no volume produzido em Frade no período. Esse aumento se deve ao início da produção dos poços ODP4 e MUP34, que entraram em operação em julho e agosto deste ano, respectivamente. Esses poços, em conjunto, praticamente dobraram a produção do campo.

Quando analisado por ativo, 56,8% da receita veio de Frade, 42,0% de Polvo e Tubarão Martelo e 1,2% de Manati. Em relação ao Campo de Manati, vale destacar que, no último dia 3 de novembro, a companhia anunciou que vendeu a sua participação de 10% no campo para a Gas Bridge, por um valor total de R$ 124 milhões.

Fonte: PRIO

No terceiro trimestre do ano, a produção alcançou 45,8 mil barris por dia, aumento de 37,4% versus 2T22 e 44,7% versus 3T21. Foram vendidos 3,8 milhões de barris, sendo 2,2 milhões advindos de Frade e 1,6 milhão do cluster Polvo e Tubarão Martelo. O preço médio de venda do Bent foi de US$ 94,4, aumento de 26,8% em relação ao 3T21 e recuo de 12,9% na comparação com o 2T22.

Nos últimos nove meses encerrados em setembro, a receita líquida somou US$ 1,1 bilhão, crescimento de 158% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: PRIO

O custo para explorar o petróleo, ou lifting cost, alcançou US$ 9,5 por barril, o menor já registrado pela companhia, e que representa uma queda de 23% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Essa otimização se deve principalmente à conclusão da primeira fase do plano de revitalização de Frade, que adicionou 18,5 mil barris por dia à produção do campo, mais do que dobrando sua produtividade.

Fonte: PRIO

O Ebitda ajustado somou US$ 286,3 milhões, aumento de 174% em relação ao 3T21, e a margem Ebitda atingiu 76%, crescimento de 18 p.p. no período. Esse desempenho se deve à melhora na alavancagem e eficiência operacional, como resultado do aumento de produção e redução de custos, além dos preços mais elevados do petróleo. Nos últimos nove meses encerrados em setembro, o Ebitda ajustado totalizou US$ 783,4 milhões, crescimento de 158% ao mesmo período do ano anterior, com margem Ebitda de 74% (+12 p.p.).

O lucro líquido somou US$ 153,7 milhões, crescimento de 542%, explicado pelas maiores receitas financeiras, dada a posição de caixa de US$ 1,7 bilhão ao final de setembro versus US$ 832 milhões no 3T21. Nos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido somou US$ 521,7 milhões, 530% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.

Em relação à gestão de passivos, a companhia encerrou o trimestre com uma confortável posição de dívida líquida/Ebitda de -0,3x, ou seja, com posição em caixa superior à sua dívida.

Nossa visão

A PRIO reportou um robusto resultado no terceiro trimestre, com produção recorde e sétima queda consecutiva no seu lifting cost. Mesmo com a emissão de US$ 370 milhões em debentures para o financiamento de seus projetos de revitalização e aquisições, com destaque para a incorporação da Dommo, dona de uma participação de 5% no cluster de Polvo e Tubarão Martelo, a companhia aumentou sua posição de caixa líquido para US$ 255 milhões, reflexo de sua forte geração de caixa e eficiência operacional.

Valuation

Revisitamos nosso modelo de avaliação por múltiplos de PRIO, atualizando nossas expectativas para a companhia.

Projetamos para 2023 um Ebitda de R$ 12,2 bilhões, aumento de 98% em relação ao Ebitda anualizado do 3T22, dado que consideramos a entrada em operação de Albacora Leste, a incorporação da Dommo, e a consistente melhora na gestão de custos e despesas da companhia.

Considerando um múltiplo EV/Ebitda de 3,54x para 2023, chegamos a um valor por ação de R$ 48,00, o que representa um upside de cerca de 31% em relação à cotação de 8/11/2022

Dessa forma, reiteramos nossa recomendação de compra para PRIO3, com preço-alvo de R$ 48,00.

Abraços,

Aline Tavares e Ana Luiza Erthal

Sobre os analistas

Aline Tavares

É analista de ações da Spiti. Analista CNPI e formada em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tem MBA em Finanças pelo Ibmec-RJ e MBA de Gestão de Investimentos pela PUC-Rio. Atuou na área de análise fundamentalista da Ágora Corretora e, por quase sete anos, esteve na área de gestão de investimentos do Infraprev, o fundo de pensão da Infraero. Acredita que conhecimento tem que ser compartilhado e, consequentemente, o acesso aos investimentos, democratizado. Tem como missão desmistificar a Bolsa de Valores e mostrar que todo mundo pode, sem medo, investir em ações.

Ana Luiza Erthal

Ana Luiza é especialista em ações da Spiti. Graduada em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e com especialização em Finanças pela Alumni Coppead, atuou em auditoria externa na KPMG e, na área de finanças corporativas com enfoque em valuation, na KPMG e na EY. Entende que investimentos de longo prazo em boas empresas têm um enorme poder de transformação na qualidade de vida das pessoas e de toda a sociedade. Por isso, pretende ajudar investidoras e investidores nessa importante jornada.